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Nem dano nem ruína no paraíso espiritualEstá Próxima a Salvação do Homem da Aflição Mundial!
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sobre os requisitos divinos para eles, a fim de se tornarem súditos aprovados do já empossado Rei messiânico de Jeová. Ao se lhes responder biblicamente às suas perguntas, para sua satisfação e convicção, dedicaram-se a Jeová Deus por meio do Messias Jesus. Simbolizaram publicamente tal dedicação por serem batizados em água, sendo que só no ano de serviço de 1974 foram batizados 297.872. — Mateus 28:19, 20.
49, 50. (a) Quem e o que estão agora no paraíso espiritual? (b) Portanto, como se tornou glorioso o “lugar de descanso” do Sinal de Aviso messiânico?
49 Todos estes das “outras ovelhas”, que afluíram ao Pastor messiânico, o “Sinal de Aviso”, foram introduzidos no paraíso espiritual, no qual o restante do Israel espiritual já mora desde 1919 E. C. Há agora mais de 38.000 congregações das testemunhas cristãs de Jeová neste paraíso espiritual, onde a vida e a personalidade foram transformadas e onde não se causa nem dano nem ruína. Visto que a messiânica “raiz de Jessé”, o régio “Sinal de Aviso”, reside ali em espírito, seu “lugar de descanso” ou sua residência tornou-se deveras gloriosa. (Mateus 28:20) Esta glória acompanhou o cumprimento da profecia de Jeová em Ageu 2:7: “‘E vou fazer tremer todas as nações, e terão de entrar as coisas desejáveis de todas as nações; e eu vou encher esta casa de glória’, disse Jeová dos exércitos.” A “casa” de Jeová ou seu templo espiritual ficou cheio de glória por se trazerem as “coisas desejáveis de todas as nações”, a saber, os membros da “grande multidão”. Deste modo, seu templo se torna agora, como nunca antes, mesmo uma “casa de oração para todos os povos”. — Isaías 56:7.
50 Ali, nesta espiritual “casa de oração”, os da “grande multidão” prestam a Jeová Deus serviço sagrado, dia e noite. (Revelação 7:15) Fazem ali oração a Deus de modo aceitável, mediante a “raiz de Jessé”, Jesus Cristo. Ali dobram os joelhos a Deus, em seu nome, e toda língua reconhece abertamente que “Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus, o Pai”. — Filipenses 2:10, 11.
51. Que condições que sentimos no paraíso espiritual tornam evidente para nós que o paraíso não é algo imaginário?
51 O paraíso espiritual não é algo imaginário. É real e existe hoje como domínio espiritual do restante restabelecido dos israelitas espirituais e dos já ajuntados da “grande multidão”, sendo que todos estes juntos são testemunhas cristãs de Jeová. (Isaías 43:10-12; 44:8) Em nítido contraste com o estilo e a qualidade da vida da sociedade humana terrena, deste atual sistema de coisas, a vida no paraíso espiritual é deveras bendita. Nele não há algo assim como dano ou ruína causados por habitantes cristãos cheios do “conhecimento de Jeová”. Há ali também segurança espiritual, assim como descrito no Salmo 91. Não se permite que as pragas e os perigos espirituais e morais que infestam este mundo degradado da humanidade invadam o paraíso espiritual para tornar os habitantes, divinamente protegidos, doentes e enfermos religiosa e moralmente, e sujeitos à desaprovação e ao desfavor de Deus. É um lugar espiritualmente salutar, em que se produzem em abundância os frutos do espírito santo de Deus. — Gálatas 5:22, 23.
52, 53. Por quanto tempo durará o paraíso espiritual e de que é precursor?
52 O paraíso espiritual dos adoradores de Jeová está aqui para ficar! Visto que o próprio Jeová se agrada dele, não será destruído de cima da terra na agora já iminente “grande tribulação”, tal como o mundo da humanidade nunca teve antes. (Mateus 24:21, 22; Daniel 12:1) É o precursor do paraíso terrestre, material, que revestirá a terra literal de glória e beleza, depois de se ter acabado com os poluidores e arruinadores da terra na “grande tribulação” e depois de aquele que causou a entrada do pecado no paraíso original do homem, no Éden, ter sido preso e lançado na prisão abismal, junto com suas hordas demoníacas. — Revelação 19:11 a 20:3; Salmo 37:37-40; 67:5-7.
53 Daí, a combinação do paraíso espiritual com o paraíso terrestre, literal, tornará a terra inteira um lugar muito agradável para a “grande multidão” de “outras ovelhas” viver sob o reino bendito de seu Pastor celestial, Jesus Cristo.
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A cristandade e o judaísmo enfrentam agora a desolaçãoEstá Próxima a Salvação do Homem da Aflição Mundial!
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Capítulo 12
A cristandade e o judaísmo enfrentam agora a desolação
1. O que foi o ano de 1975 no calendário religioso da Igreja Católica Romana, e quantas vezes realizam-se tais celebrações?
1975 de nossa Era Comum — ano marcado no calendário religioso da Igreja Católica Romana para a celebração dum Ano Santo, que realmente começou na Véspera do Natal em 24 de dezembro do ano de 1974. Neste século vinte, já houve três de tais celebrações de Anos Santos, em 1925, em 1933, em comemoração do milésimo nongentésimo aniversário da morte de Jesus Cristo em 33 E. C., e em 1950. Sobre este assunto disse em parte a Nova Enciclopédia Católica, Volume 7, páginas 108, 109, em inglês:
Um ano durante o qual se concede aos fiéis solene indulgência plenária, sob certas condições, e se dão faculdades especiais aos confessores. Os Anos Santos são comuns quando ocorrem em intervalos regulares (nos tempos modernos, em cada 25 anos) e extraordinários quando são proclamados por algum motivo muito especial, p. ex., em 1933, para celebrar o aniversário da Redenção. Celebraram-se vinte e cinco Anos Santos gerais entre 1300 e 1950. . . .
O primeiro Ano Santo, em 1300, começou na véspera de 24-25 de dezembro . . . O Papa Bonifácio VIII emitiu uma bula . . . que determinou que cada 100 anos se celebrasse um jubileu universal. . . . Em 1342, Clemente VI decretou
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