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Um drama profético que prefigurava a sobrevivênciaA Sentinela — 1975 | 15 de junho
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nossos dias, o que representa a arca de Noé?
17. Durante que período construiu-se a arca de Noé, e, por isso, o que representa para o dia atual?
17 Ora, Noé construiu a arca com a ajuda de seus filhos casados, portanto, muito menos de um século antes de irromper o dilúvio. De modo que a construção da arca ocorreu durante o “tempo do fim” daquele “mundo antigo”. Por isso precisamos olhar para algo especial durante este “tempo do fim”, algo de que a atual geração da humanidade pode tirar proveito ou se aproveitar durante a urgência dos tempos. Estabeleceu-se muito bem pelas Escrituras e pelo cumprimento da profecia bíblica que o “tempo do fim” deste atual “mundo” começou em meados do segundo semestre do ano de 1914, durante a Primeira Guerra Mundial. Portanto, a arca de Noé representaria a provisão de sobrevivência feita por Deus mediante Cristo para seus adoradores fiéis, ao se aproximar o fim ardente deste sistema de coisas. Esta provisão divina é o paraíso espiritual ao qual Deus levou seus adoradores fiéis desde o ano de 1919 E.C. e no qual vivem como seu povo restabelecido no seu favor e sob sua proteção.
18. Quando foram os do restante arrependido da classe da “noiva” levados a este paraíso espiritual, e como?
18 Este paraíso espiritual de paz e segurança certamente foi edificado na terra desde o ano do após-guerra de 1919. Durante a Primeira Guerra Mundial e suas dificuldades e perseguições para as testemunhas cristãs de Jeová, houve certa medida dolorosa de desfavor divino, devido ao seu proceder transigente e outras faltas, quais cristãos. Jeová Deus deixou que fossem levados ao cativeiro da religiosa Babilônia, a Grande, e seus amantes políticos, militares e judiciais. Mas no ano do após-guerra de 1919, o restante arrependido decidiu harmonizar seu proceder unido com o propósito revelado de Deus, segundo o conhecimento bíblico que ele começou a desenrolar-lhes. De modo que Deus usou bondosamente seu Filho Jesus Cristo qual Ciro hodierno, para libertar seu povo arrependido do exílio em Babilônia, a Grande. (Isa. 44:28 até 45:6) Depois de seu restabelecimento na relação pacífica com Jeová Deus, em 1919, como se fosse na sua pátria espiritual dada por Deus, edificou-se o paraíso espiritual, estabelecendo-se muitas congregações das testemunhas cristãs de Jeová em toda a terra. — Isa. 35:1-10; Eze. 36:35.
19. Que espécie de beleza abunda neste paraíso espiritual, e semelhante a que cidade do antigo Israel é este quanto a habitantes?
19 É neste paraíso espiritual, no meio deste condenado “mundo” poluído, que prevalece a verdadeira beleza espiritual, onde amadurecem os frutos do espírito de Deus. Prevalecem ali paz e verdadeira fraternidade cristã e cada um procura edificar o outro espiritualmente e prepará-lo para o vindouro dia de Jeová. (2 Ped. 3:14-18) Esta é, como que, sua “cidade de refúgio”, onde estão a salvo do Grande “Vingador do Sangue”, que executará a vingança de Jeová contra todo o “mundo” culpado de sangue, no vindouro “dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios”. — 2 Ped. 3:7; Núm. 35:12, 19-27.
20. Quem é representado pelos três filhos de Noé e as esposas destes, e como foi sua sobrevivência predita em Revelação?
20 Os do restante da “Noiva” de Cristo, representados pela esposa de Noé, não são os únicos que agora ocupam este paraíso espiritual, este lugar da restabelecida relação pacífica com Deus. Desde o ano de 1935, vieram a este paraíso espiritual os representados pelos filhos de Noé e pelas esposas destes filhos. Estes são os prospectivos filhos terrestres do Pai Eterno, Jesus Cristo, o Noé Maior. Apresenta-se-lhes a oportunidade de sobreviverem à “grande tribulação” do mundo, agora tão próxima, e por isso aplica-se a eles o quadro profético apresentado em Revelação 7:9-17. Serão usados para constituir a “grande multidão” a respeito da qual se disse: “Estes são os que saem da grande tribulação, e lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.” (Rev. 7:14) Juntam-se agora ao restante da “Noiva” de Cristo na adoração no templo espiritual de Deus.
21. (a) O que terão de fazer os que estão no paraíso espiritual, a fim de sobreviverem à “grande tribulação”? (b) Que formas de criaturas sobreviverão com eles?
21 A fim de sobreviverem à “grande tribulação”, todos os que agora estão no paraíso espiritual têm de permanecer ali, iguais a Noé e sua família na arca, cuja porta Deus fechou atrás deles antes de irromper o dilúvio sobre o mundo. (Gên. 7:1) Apenas por permanecerem dentro do lugar de aprovação, favor e proteção provido por Deus, podem esperar sobreviver à destruição ardente deste sistema mundial de coisas. Junto com eles, sob a proteção de Deus, sobreviverão também espécimes de aves, criaturas voadoras, animais terrestres, peixes e outras criaturas marinhas, porque os sobreviventes terrestres da “grande tribulação” cumprirão a comissão divina de ter em sujeição as formas inferiores de criaturas para a preservação e o bem destas criações vivas de Deus.
22. (a) O que aconteceu com o Jardim do Éden no dilúvio dos dias de Noé? (b) O que acontecerá com o paraíso espiritual na vindoura “grande tribulação”, e por que?
22 A vindoura “grande tribulação” culminará na ardente “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon. (Mat. 24:21, 22; Rev. 16:14-16) A fim de que os adoradores de Jeová, suas testemunhas cristãs atravessem a salvo esta tribulação, é preciso que permaneça sua arca simbólica, o paraíso espiritual, com eles dentro. No dilúvio dos dias de Noé, o Jardim do Éden on Paraíso de Delícias, do qual Adão e Eva haviam sido expulsos, foi destruído. Mas que dizer do paraíso espiritual do restante e da “grande multidão”? Assim como a arca de Noé, sobreviverá ao ardente “dia do julgamento”. A iminente “grande tribulação” da parte de Jeová Deus não se destina a destruir o paraíso espiritual de Seus adoradores, que se esforçaram a preservar sua espiritualidade e integridade cristã. Destina-se a destruir o sistema mundial de coisas, dessemelhante do paraíso. Depois de o paraíso espiritual ter sobrevivido à “grande tribulação”, os adoradores sobreviventes do Deus de Noé, Jeová, devotarão seus esforços a restabelecer o paraíso literal na terra purificada sob os “novos céus” do reino messiânico de Deus.
23. O que mostra que Adão e Eva não deviam levar uma vida de ociosidade, e, por isso, que dizer dos que agora estão no paraíso espiritual?
23 A vida no paraíso espiritual durante este “tempo do fim” não é uma vida de ociosidade para os que usufruem ali o favor e a proteção de Deus. A vida ali tem um propósito, segundo a vontade de Deus. No começo da existência humana, Deus colocou Adão no original paraíso terrestre ou “jardim do Éden”, não para estar ocioso ou desperdiçar preguiçosamente seu tempo, mas “para que o cultivasse e tomasse conta dele”. Deus deu um objetivo à vida de Adão e de Eva por dar-lhes a comissão de constituir uma família que dentro de sete mil anos de tempo enchesse toda a terra e transformasse toda a terra num jardim paradísico, tendo em sujeição benéfica todas as formas inferiores de criaturas. (Gên. 2:15; 1:26-28) Assim também, no paraíso espiritual desde 1919 E. C., há uma obra mundial a fazer, antes da “grande tribulação”. Os que habitam ali têm de harmonizar seu proceder com o propósito de Deus.
24. (a) O que procuram agora fazer os que estão no paraíso espiritual? (b) Em harmonia com este propósito precisam agora participar em que atividades?
24 Os que Deus agora admite neste paraíso espiritual na terra não procuram apenas um lugar de segurança e de sobrevivência durante a “grande tribulação” à frente. Procuram mostrar-se dignos e preparar-se para a vida eterna na era justa de Deus, de “novos céus e uma nova terra”. (2 Ped. 3:13) Sabem muito bem que é do propósito de Deus introduzir esta era pacífica e justa por meio do reino messiânico nas mãos de Seu Filho entronizado, Jesus Cristo. Em harmonia com este propósito de Deus, têm de participar no cumprimento da profecia de Jesus a respeito da “terminação do sistema de coisas”, a saber: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” Também têm de obedecer à ordem direta de Cristo, de ‘fazer discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as’. (Mat. 24:14; 28:19, 20) Assim, mais dos que buscam a Deus são levados ao seu seguro e protegido paraíso espiritual para a sobrevivência e a vida na Sua nova era justa.
25. Se quisermos sobreviver e viver na nova ordem de Deus, o que teremos de fazer agora?
25 Desejamos sobreviver à “grande tribulação” e viver para sempre dentro do alcance dos prometidos “novos céus e uma nova terra” de Deus? Para isso, temos de harmonizar-nos agora com o propósito de Deus.
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Lembra-se?A Sentinela — 1975 | 15 de junho
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Lembra-se?
Leu cuidadosamente os números recentes de A Sentinela? Em caso afirmativo, sem dúvida, lembrar-se-á dos seguintes pontos:
● O que está envolvido em tratar um pecador não arrependido como “homem das nações e como cobrador de impostos”? — Mat. 18:17.
Os verdadeiros cristãos não devem fraternizar com alguém que foi expulso da congregação. Mas ainda mostrariam a tal a cortesia e consideração comuns. E especialmente os anciãos na congregação se preocupariam em ajudar os que abandonarem qualquer prática de pecado sério e mostrarem o desejo de se tornar novamente parte da congregação. — Págs. 684, 692.a
● Qual foi o objetivo da transfiguração de Jesus?
Serviu para mostrar que a presença de Jesus no poder do Reino seria gloriosa e celestial. A aparição visionaria de Moisés e Elias (Moisés representando a Lei e Elias, os profetas ) relacionada com a transfiguração revelava que tanto a Lei como os profetas predisseram Cristo. — P. 697.
● O que é absolutamente essencial para alguém ser pessoa acessível?
O principal é ter um interesse sincero e genuíno nos outros, junto com a devida humildade. — Págs. 733, 734.
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