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  • Apreciemos a salvação por nosso Deus
    A Sentinela — 1974 | 1.° de fevereiro
    • Mas o seu pai incrédulo a enviou a um jardim de infância budista. Sua fé cristã foi ali submetida a uma severa prova. Ao entrar pelo portão da escola, ela se negava a cultuar Buda. Na aula, negava-se a se curvar diante da imagem de Buda. Sua professora freqüentemente a censurava. Mas havia uma adoração da espécie correta em que se podia empenhar, mesmo naquele jardim de infância. Antes de seu almoço, diariamente curvava sua pequena cabeça em oração calada a Jeová, mediante Cristo. A professora também se zangava com isso e procurava impedi-la, mas em vão! Por fim, quando a professora falhou em fazê-la participar numa festividade budista, ela perguntou à menina: “Faz isso porque sua mãe lhe disse que não o deve fazer?” A menininha respondeu: “Não, é porque não seria agradável a Jeová Deus.” Esta foi deveras uma expressão excelente de fé que se baseia no resgate!

      19. (a) Como abençoa Jeová os que o buscam de coração puro? (b) Como mostrou uma pessoa idosa seu apreço de tal bênção?

      19 A provisão de resgate feita por Jeová torna possível que pessoas de toda espécie tenham a vida eterna. Ele ajuntou por meio de seus anjos aqueles que mostram um desejo sincero de aprender e fazer a Sua vontade. (Rev. 14:6, 7) Uma filial da Sociedade Torre de Vigia recebeu a seguinte carta: “Tenho sessenta e oito anos de idade e estou totalmente cega. Por muitos anos, vivo num hospital, sem ter alguém de quem depender. Por fim, em novembro de 1970, perdi a vontade de viver e resignei-me a morrer. Daí, certa manhã, parei junto do santuário de xintó na varanda e proferi esta oração: ‘Seja-me concedido apenas uma vez, antes de eu morrer, chegar a encontrar o verdadeiro Deus, que não é a espécie de Deus que está neste santuário.’ Mesmo enquanto eu ainda orava, fiquei espantada de ouvir uma voz à porta. Para a minha surpresa, a pessoa disse: ‘Eu estou proclamando as boas novas como testemunha do verdadeiro Deus, Jeová’. Imediatamente, convidei a pessoa a entrar e escutei avidamente tudo o que me disse. A partir daquele dia, nunca perdi uma reunião das Testemunhas locais. Em maio de 1971, eu mesma me tornei pregadora de casa em casa, e em 4 de dezembro do mesmo ano, simbolizei minha dedicação pelo batismo em água numa assembléia de circuito das testemunhas de Jeová. A partir do dia 25 daquele mesmo mês, ingressei no ministério de pioneira temporária. Em todos os sessenta e oito anos passados da minha vida, inclusive nos vinte e oito anos em que eu ainda podia usar os meus olhos, nunca estiveram meus dias tão cheios de esperança e alegria.” Numa expressão tangível de sua alegria, esta querida irmã cristã juntou à sua carta um donativo generoso para o programa de construção da expansão teocrática no seu país.

      20. Como e que Jeová chega e salva seu povo?

      20 Deveras, Jeová cumpriu sua promessa de ‘chegar e salvar’ seu povo. Ele o salvou da religiosa Babilônia, a Grande, e o trouxe a uma relação amigável consigo mesmo, sim, a um paraíso espiritual. Estarem neste paraíso espiritual significa inúmeras bênçãos para os crentes resgatados. “Naquele tempo abrir-se-ão os olhos dos [espiritualmente] cegos e destapar-se-ão os próprios ouvidos dos [espiritualmente] surdos. Naquele tempo o [espiritualmente] coxo estará escalando como o veado e a língua do [espiritualmente] mudo gritará de júbilo.” Até mesmo nos nossos próprios dias cumpre-se a profecia: “E certamente virá a haver ali uma estrada principal, sim, um caminho [de saída de Babilônia, a Grande]; e chamar-se-á Caminho de Santidade. O impuro não passará por ela. E será para aquele que anda no caminho, e nenhuns tolos vaguearão nele.” A entrada para esta estrada é gratuita para todos os que usam de verdadeira sabedoria por aprenderem humildemente os requisitos de Jeová e aceitarem sua provisão de vida mediante Cristo. “E retornarão os próprios remidos por Jeová [da servidão em Babilônia, a Grande] e certamente chegarão a Sião [o reino messiânico de Deus] com clamor jubilante; e sobre a sua cabeça haverá alegria por tempo indefinido. Alcançarão exultação e alegria, e terão de fugir o pesar e o suspiro.” — Isa. 35:4-6, 8, 10.

      21. Que esperança temos e como deverá afetar-nos?

      21 Estes milagres espirituais se duplicarão em breve! Quando? Sob o vindouro reino de Deus, de mil anos, mediante seu Filho Jesus Cristo. Já quando estava na terra, há dezenove séculos atrás, Jesus Cristo realizou literalmente milagres desta espécie. Como Rei, fará tais coisas novamente, no restabelecido paraíso terrestre, literal. (Luc. 23:43) Que esperança alegre! E a profecia que agora se cumpre mostra que estamos no próprio limiar deste tempo de exultação. Por certo, agora é o tempo dos tempos de nos esforçarmos vigorosamente para que deveras andemos em amizade com o Deus da salvação — através da própria “grande tribulação” e para as bênçãos eternas mais além. — Luc. 13:24.

  • Está habilitado para ter responsabilidades congregacionais?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de fevereiro
    • Está habilitado para ter responsabilidades congregacionais?

      O QUE acha de ter responsabilidade? No mundo atual, muitos homens se esquivam dela ou a evitam porque traz deveres e obrigações. Outros procuram ambiciosamente ter responsabilidade, esperando assim ganhar destaque, poder e controle sobre outros e granjear para si privilégios especiais.

      Na congregação cristã, não há margem para nenhuma destas atitudes. (Mat. 20:25-27; 1 Ped. 5:2, 3) Contudo, há necessidade de homens dispostos a assumir responsabilidades. Estes precisam ter uma atitude bem diferente para com as responsabilidades do que muitas das pessoas do mundo. Devem ‘procurar alcançar’ responsabilidades, sim, mas motivados pelo desejo de prestar serviço a outros — principalmente a Deus e depois também ao seu próximo, em especial aos da congregação. Procuram corretamente dar honra a Deus e fazer com que o nome Dele tenha destaque e respeito — não o seu próprio. — 1 Tim. 3:1; Gál. 6:10; Pro. 8:13.

      Nas primitivas congregações cristãs do primeiro século, designaram-se homens a cargos de responsabilidade, quer como “anciãos” (em grego: presby’teroi), quer como “servos ministeriais” (diákonoi). (Tito 1:5; Fil. 1:1) Os anciãos deviam exercer a supervisão na congregação de modo espiritual, servindo como ‘pastores’ do rebanho de Deus. (Atos 20:28) Os servos ministeriais os ajudavam, cuidando de ‘incumbências necessárias’ que não envolviam diretamente a supervisão espiritual. — Atos 6:1-6.

      Estes homens, quer sirvam como anciãos, quer como servos ministeriais, devem ser semelhantes ao Filho de Deus, que aceitou a responsabilidade mais pesada que qualquer homem já levou, mas que veio, ’não para ser servido, mas para servir’. (Mar. 10:45) A atitude correta deles pode ser comparada à dum homem

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