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  • Os “homens de boa vontade” da África se mantêm firmes na verdade
    A Sentinela — 1971 | 1.° de setembro
    • famílias refletiam a nova vida doméstica e a união familiar produzidas neles pela verdade bíblica.

      Os batizados na assembléia vinham de quatro países diferentes e somaram 101 pessoas. O discurso público, proferido pelo presidente da Sociedade, foi traduzido para o suaili e ouvido por 2.503 — a maior assistência que já houve em Quênia.

      Nas suas observações concludentes, no último dia da assembléia de Nairobi, o Presidente Knorr exortou a todos a continuarem com a sua obra educativa, treinando ainda outros a harmonizarem sua vida com os elevados princípios da Bíblia. Ele anunciou que o total geral da assistência nestas dez Assembléias “Homens de Boa Vontade” na África foi de 175.218 pessoas. O número dos batizados como novos ministros, ingressando nas fileiras das Testemunhas para instruírem seus próximos, foi de 5.115. De fato, mais e mais Africanos mostram ser “homens de boa vontade” de Deus, mantendo-se firmes na verdade bíblica.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1971 | 1.° de setembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Qual é o “terceiro céu” e o “paraíso” mencionados em 2 Coríntios 12:2, 4? — R. B., E. U. A.

      Em 2 Coríntios 12:2-4, o apóstolo Paulo descreve alguém que “foi arrebatado . . . até o terceiro céu” e “para o paraíso”. Visto que nas Escrituras não se faz nenhuma menção de qualquer outra pessoa ter tido tal experiência, parece provável que fosse a experiência do próprio apóstolo Paulo. Embora alguns se esforçassem a relacionar a referência de Paulo ao “terceiro céu” com o primitivo conceito rabínico, de que havia vários estágios de céu, até o total de “sete céus”, tal conceito não encontra apoio nas Escrituras.

      Quando examinamos o contexto, torna-se evidente que o apóstolo não se referiu aos céus dentro da camada atmosférica da terra ou ao espaço sideral. O apóstolo escreveu: “Passarei para visões sobrenaturais e revelações da parte do Senhor. Conheço um homem em unção com Cristo, o qual, há quatorze anos — quer no corpo, não sei, quer fora do corpo, não sei; Deus sabe — foi arrebatado como tal até o terceiro céu . . . foi arrebatado para o paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não são licitas ao homem falar.” — 2 Cor. 12:1-4.

      Por isso, parece que a referência ao “terceiro céu” se relaciona com os céus espirituais e indica o grau superlativo de arrebatamento no qual se viu esta visão. Neste respeito, pode-se notar o modo como as palavras e as expressões são repetidas três vezes em Isaías 6:3, Ezequiel 21:27, João 21:15-17 e Revelação 4:8, evidentemente com o objetivo de expressar uma intensificação da qualidade ou da idéia.

      O observador da visão, arrebatado ao “terceiro céu”, entrou no “paraíso” e ouviu palavras inefáveis. Uma chave para a compreensão da descrição que Paulo faz da visão se encontra nas profecias das Escrituras Hebraicas, relacionadas com o restabelecimento do povo antigo de Deus. Em muitos dos livros proféticos da Bíblia se encontram promessas divinas referentes ao restabelecimento de Israel, procedente das terras do seu exílio, na sua pátria desolada. Deus causaria que a terra abandonada fosse lavrada e semeada, para produzir muito e abundar com gente e animais; as cidades seriam reconstruídas e habitadas, e o povo diria: “Aquela terra lá, que fora desolada, tem-se tornado como o Jardim do Éden.” — Eze. 36:6-11, 29, 30, 33-35; compare isso com Isaías 51:3; Jeremias 31:10-12; Ezequiel 34:25-27.

      Entretanto, estas profecias mostram também que as condições paradísicas se relacionavam com o próprio “povo”. Estas pessoas pela fidelidade a Deus, poderiam então “brotar’ e florescer como “árvores de justiça”, usufruindo uma bela prosperidade espiritual como “um jardim bem regado”, regado pelas bênçãos abundantes da parte de Deus, por terem seu favor. (Isa. 58:11; 61:3, 11; Jer. 31:12; 32:41) O povo de Israel havia sido o vinhedo de Deus, sua plantação, mas a maldade e a apostasia deles da adoração verdadeira havia causado um ‘ressecamento’ figurativo de seu campo espiritual, mesmo antes de ocorrer a desolação literal de sua terra. — Veja Êxodo 15:17; Isaías 5:1-8; Jeremias 2:21.

      Assim, o paraíso visto em visão pelo apóstolo Paulo poderia referir-se a um estado espiritual entre o povo de Deus, assim como no caso do Israel carnal. Isto se pode ver por ser a congregação cristã também o “campo de Deus em lavoura”, seu vinhedo espiritual, arraigado em Jesus Cristo e dando fruto para o louvor de Deus. (1 Cor. 3:9; João 15:1-8) Como tal, havia substituído a nação de Israel no favor de Deus. — veja Mateus 21:33-43.

      A visão de Paulo, porém, logicamente se deve ter aplicado a algum tempo futuro. Havia de começar uma apostasia entre a congregação cristã, que já operava nos dias de Paulo e que resultaria numa condição similar à de um campo semeado com Joio. (Mat. 13:24-30, 36-43; Atos 20:29; 2 Tes. 2:3, 7; veja Hebreus 6:7, 8.) Por isso, é razoável que a visão paradísica de Paulo não se podia aplicar enquanto isto não acontecesse. Antes, relacionar-se-ia evidentemente com o tempo da “época da colheita”, em que os cristãos genuínos seriam ajuntados pelos ceifadores angélicos e usufruiriam ricas bênçãos e prosperidade espiritual da parte de Deus.

      Os seguidores ungidos das pisadas de Jesus Cristo, atualmente vivos, usufruem deveras um paraíso espiritual, conforme se pode observar na prosperidade espiritual agora evidente entre eles. De fato, a prosperidade espiritual hoje existente sob o reino estabelecido de Deus é mais gloriosa do que a usufruída nos dias apostólicos, no período inicial do cristianismo. Hoje participam na prosperidade espiritual os da “grande multidão” de “outras ovelhas”, que aguardam usufruir um paraíso literal aqui na terra, no futuro próximo. — Rev. 21:1-4.

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