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  • O Rei temente a Deus do paraíso espiritual
    Está Próxima a Salvação do Homem da Aflição Mundial!
    • proteção dele no seu paraíso espiritual. São gratos a ele, por prover tal Rei justo sobre seu paraíso espiritual. Procuram cultivar cada vez mais em si mesmos as qualidades evidenciadas do espírito de Deus que pousou sobre este Rei messiânico. Assim embelezam seu paraíso espiritual.

  • Nem dano nem ruína no paraíso espiritual
    Está Próxima a Salvação do Homem da Aflição Mundial!
    • Capítulo 11

      Nem dano nem ruína no paraíso espiritual

      1. As qualidades morais de quem são refletidas por aquele que é Rei sobre o paraíso espiritual?

      FOI dito que a qualidade moral de qualquer governo humano representa aquilo que o próprio povo governado é. Tal observação foi feita pelos próprios estadistas do mundo. Todavia, isso não se dá entre os que agora ocupam o paraíso espiritual, que o Soberano Senhor Jeová estabeleceu para seus adoradores na terra. Como Soberano Universal, é Ele quem lhes coloca o governante e Rei sobre eles. Não foram eles os que escolheram e empossaram seu Rei sobre si mesmos, um rei modelado segundo eles, e, por isso, alguém que seria indulgente para com seu modo de vida materialista, egoísta e pecaminoso. Antes, os que estão no paraíso espiritual querem ter um Rei que seja à imagem de Jeová Deus, e querem imitar seu Rei dado por Deus e ser semelhantes a ele. Em sentido moral e religioso, querem ser o que são por causa do que seu Rei temente a Deus é. Sim, querem que aquilo que são represente o que seu Rei messiânico é, para a honra dele.

      2, 3. Com que espécie de linguagem descreve Isaías 11:6-8 as mudanças de personalidade produzidas nos súditos do Rei messiânico?

      2 A personalidade do Rei messiânico influi na personalidade de seus súditos no paraíso espiritual de modo excelente e edificante. A profecia de Isaías aponta nesta direção. Logo depois de descrever as qualidades e os atos do Rei messiânico suscitado por Jeová Deus, o profeta Isaías prossegue:

      3 “E o lobo, de fato, residirá por um tempo com o cordeiro e o próprio leopardo se deitará com o cabritinho, e o bezerro, e o leão novo jubado, e o animal cevado, todos juntos; e um pequeno rapaz é que será o condutor deles. E a própria vaca e a ursa pastarão; juntas se deitarão as suas crias. E até mesmo o leão comerá palha como o touro. E a criança de peito há de brincar sobre a toca da naja; e a criança desmamada porá realmente sua própria mão sobre a fresta de luz da cobra venenosa.” — Isaías 11:6-8.

      4. (a) O que é incomum nesta descrição, especialmente referente às feras? (b) Já existiram alguma vez tais condições na terra?

      4 Neste espantoso quadro profético, algo afetou radicalmente os animais, em especial os animais ferozes do campo. Os animais ferozes não mais atacarão e devorarão os animais domesticados. Ter-se-ão tornado mansos e inofensivos, abandonando seus modos carnívoros e tornando-se vegetarianos. Ora, assim é que foi na terra, sim, no Jardim do Éden, antes de Jeová Deus colocar nele o homem e a mulher perfeitos. E embora fossem criados no meio duma terra cheia de vida animal, Adão e Eva não tinham medo de ser molestados por tais, e ambos também eram vegetarianos. Assim, por que se retrata na profecia tal transformação no domínio animal? Por que se retrata para nós profeticamente tal quadro de inofensividade e senso de segurança?

      5. Qual é evidentemente o objetivo desta descrição agradável?

      5 Evidentemente, é para retratar o que ocorrerá na sociedade humana sob o governo do Rei-Juiz messiânico, o entronizado Jesus Cristo nos céus. Mas, certamente, as coisas não seriam de um modo no domínio animal e de outro modo no domínio humano. Um terá de retratar o outro. A esfera inferior terá de retratar a esfera superior. Terá de prevalecer uma relação paradísica entre eles.

      6. (a) Onde ocorreu tal transformação, e desde quando? (b) Qual é o motivo da mudança?

      6 Tal transformação de caraterísticas há muito inerentes ainda não ocorreu no domínio animal. Não, nem mesmo embora o Rei messiânico já esteja reinando nos céus desde o fim dos Tempos dos Gentios no ano de 1914 E. C. No entanto, tal transformação de caraterísticas no mundo animal devia retratar a transformação ocorrida na sociedade humana. Em harmonia com tal intenção, essa transformação predita pela profecia a respeito do mundo animal aconteceu realmente no paraíso espiritual dos adoradores restabelecidos de Jeová. Tem sido assim desde a libertação deles de Babilônia, a Grande, culpada de sangue, a partir do ano de 1919 E. C. Toda esta transformação se deve à operação do “espírito de Jeová” e ocorre também porque os habitantes do paraíso espiritual têm sobre si o Rei messiânico, sobre quem pousou o “espírito de Jeová”. — Isaías 11:1, 2.

      7, 8. (a) Que espécie de disposição costumavam ter muitos dos que agora estão no paraíso espiritual, e o que contribuía para tal condição? (b) Por que se aplica bem Efésios 2:1-3 aos que estão no paraíso espiritual?

      7 Nem todos os que agora moram no paraíso espiritual do favor de Deus eram antes de disposição pacífica, igual à dum cordeirinho ou cabritinho domesticado, ou da vaca ou do animal cevado. Muitos, provavelmente a vasta maioria, tinham disposição semelhante à do lobo predatório, do leopardo ou do leão novo jubado, do urso, da naja ou de outras cobras venenosas. Em especial desde que o mundo entrou no que foi chamado de “Era da Violência”, em 1914, ano assinalado pelo irrompimento duma guerra em escala global, duma guerra mundial. Isto não contribuiu para a melhora da disposição e da inclinação das pessoas como um todo. Até mesmo a decência começou a declinar para aquilo que é hoje. A todos os habitantes do paraíso espiritual pode-se dizer do mesmo modo como foi dito à congregação cristã em Éfeso, na Ásia Menor, há dezenove séculos atrás:

      8 “[Estivestes] mortos nas vossas falhas e pecados, nos quais andastes outrora segundo o sistema de coisas deste mundo, segundo o governante da autoridade do ar, o espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Sim, todos nós nos comportávamos outrora entre eles em harmonia com os desejos de nossa carne, fazendo as coisas da vontade da carne e dos pensamentos, e éramos por natureza filhos do furor, assim como os demais.” — Efé. 2:1-3.

      9, 10. O que disse o apóstolo Paulo a respeito do anterior modo de vida daqueles das congregações cristãs em Corinto e em Roma?

      9 Dizendo claramente que espécie de pessoas mundanas os membros da congregação cristã em Corinto, na Grécia, costumavam ser, o apóstolo Paulo escreveu-lhes: “O quê! Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não sejais desencaminhados. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens, nem ladrões, nem gananciosos, nem beberrões, nem injuriadores, nem extorsores herdarão o reino de Deus. E, no entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados, mas vós fostes santificados, mas vós fostes declarados justos no nome de nosso Senhor Jesus Cristo e com o espírito de nosso Deus.” — 1 Coríntios 6:9-11; veja também Colossenses 3:5-8.

      10 Também, ao advertir os cristãos a não recaírem no seu anterior proceder mundano, o apóstolo Paulo escreveu à congregação de Roma, na Itália: “Sabeis a época, que já é hora de despertardes do sono, pois agora a nossa salvação está mais próxima do que quando nos tornamos crentes. A noite está bem avançada; o dia já se tem aproximado. Portanto, ponhamos de lado as obras pertencentes à escuridão e revistamo-nos das armas da luz. Andemos decentemente, como em pleno dia, não em festanças e em bebedeiras, nem em relações ilícitas e em conduta desenfreada, nem em rixa e ciúme. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não estejais planejando antecipadamente os desejos da carne.” — Romanos 13:11-14.

      11. (a) De que modo mostraram muitos dos que agora estão no paraíso espiritual antigamente tendências semelhantes às de animais predatórios? (b) O que produziu a mudança na sua personalidade?

      11 Assim, é bem provável que muitos dos mais de dois milhões que agora usufruem a provisão do paraíso espiritual de Deus antes tinham e ainda têm de lutar contra a disposição predatória, as tendências animalescas, associadas com os animais predatórios mencionados em Isaías 11:6-8. Nesta era de guerras mundiais, alguns dos habitantes estiveram literalmente naqueles conflitos mundiais e nas guerras menores no ínterim, e realmente agiram quais feras famintas em matar e procurar matar o próximo. Outros habitantes estiveram em empresas ou operações que tinham por negócio explorar as fraquezas das vítimas para lucro egoísta, sem se importarem com o dano físico e mental causado às suas vítimas. Mas agora, com a ajuda do espírito santo de Jeová, passaram por uma mudança de personalidade. O Rei que ele designou para o paraíso espiritual, o Rei messiânico, sobre quem pousou o espírito de Jeová, não permite tal pilhagem animalesca, mútua, dentro deste domínio espiritual dos adoradores de Jeová. (Efésios 4:20-24; Colossenses 3:10, 11) O amor fraternal, cristão, permeia o Paraíso.

      12. Que efeito tiveram as palavras de Jesus, registradas em Mateus 18:1-4, sobre os que estão no paraíso espiritual?

      12 Assim, de modo figurativo, o lobo domado deita-se com o cordeiro, também o leopardo com o cabritinho, e o bezerro, o animal cevado e o leão novo jubado se misturam a qualquer hora. Em vez de a ursa se alimentar da vaca e de suas crias, a ursa, a vaca e as crias delas pastarão juntas a forragem vegetariana. Vê-se até mesmo o leão comer palha como o touro. No paraíso espiritual, acataram-se as palavras de Jesus Cristo, o Rei: “A menos que deis meia-volta e vos torneis como criancinhas, de modo algum entrareis no reino dos céus. Por isso, todo aquele que se humilhar, semelhante a esta criancinha, é o que é o maior no reino dos céus.” (Mateus 18:1-4) De modo que agora é como se um mero pequeno rapaz fosse condutor de animais selvagens do campo.

      13. A aplicação de que regra bíblica os ajudou a chegar à condição predita pelo profeta Isaías, e como?

      13 O que ajuda nesta pacificidade e na ausência de ataques animalescos de uns aos outros no paraíso espiritual é que seus habitantes vivem segundo a regra de não fazerem parte deste mundo. (João 15:19; 17:14-16) Durante a Primeira Guerra Mundial, de 1914-1918 E. C., alguns do restante do Israel espiritual aceitaram serviço não-combatente nas forças armadas, e assim passaram a ter culpa de sangue por sua participação na responsabilidade comunal pelo sangue derramado na guerra. No entanto, em 1939, ano em que irrompeu a Segunda Guerra Mundial, todos os do restante do Israel espiritual e também os da “grande multidão” de companheiros semelhantes a ovelhas declararam-se a favor da absoluta neutralidade para com os conflitos mundiais, sem consideração de nacionalidade. A publicação do artigo sobre “Neutralidade”, no número inglês de 1.º de novembro de 1939 de A Sentinela (fevereiro de 1940, em português), esclareceu sua atitude. Não se afastaram desta atitude em nenhum tempo desde então. Coerentes com isso, nunca se meteram tampouco na política de qualquer nação, nem participaram nela, na qual há tanta vituperação e incitação a muitas hostilidades e ódios divisórios.

      14. Que frutos são cultivados no paraíso espiritual, e como contribui isso para o cumprimento daquilo que foi predito em Isaías 11:6-8?

      14 Cultivam-se os frutos do espírito de Jeová, em harmonia com o conselho do apóstolo Paulo: “Os frutos do espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio. Contra tais coisas não há lei. Além disso, os que pertencem a Cristo Jesus penduraram na estaca a carne com as suas paixões e desejos. Se estamos vivendo por espírito, continuemos também a andar ordeiramente por espírito. Não fiquemos egotistas, atiçando competição entre uns e outros, invejando-nos uns aos outros.” (Gálatas 5:22-26) Não havendo competições, nem rivalidades, exaltação ambiciosa de si próprio acima dos outros, não há difamações malignas, nem rancor. É como se a cobra venenosa, mesmo a naja, se sentisse segura e escolhesse não usar seu veneno, de modo que a criança de peito pode brincar sobre a toca da naja e a criança recém-desmamada pode pôr a mão sobre a fresta de luz da toca da cobra venenosa.

      A PREVALÊNCIA DO CONHECIMENTO VITALIZADOR

      15, 16. Onde mais, na profecia de Isaías, encontra-se uma profecia paralela, e que indícios há ali quanto ao tempo de seu cumprimento?

      15 Uma profecia paralela no livro inspirado de Isaías fixa o tempo deste paraíso pacífico e espiritualmente seguro. Para sabermos o tempo do cumprimento da profecia, temos de considerar os versículos que levam a esta profecia paralela. Por isso, lemos o seguinte:

      16 “‘Porque as aflições anteriores realmente terão sido esquecidas e porque ficarão realmente escondidas dos meus olhos. Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração. Mas exultai e jubilai para todo o sempre naquilo que estou criando. Pois eis que crio Jerusalém como causa para júbilo e seu povo como causa para exultação. E eu vou jubilar em Jerusalém e exultar pelo meu povo; e não se ouvirá mais nela o som de choro, nem o som dum clamor de queixume. . . . Não labutarão em vão, nem darão à luz para perturbação; porque são a descendência composta dos escolhidos de Jeová, e seus descendentes com eles. E há de acontecer que antes que clamem, eu mesmo responderei; enquanto ainda estiverem falando, eu mesmo ouvirei. O lobo e o cordeirinho é que pastarão como se fossem um, e o leão comerá palha como o touro; e quanto à serpente,

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