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    Despertai! — 1984 | 8 de novembro
    • SOLUÇÕES NA PÁGINA 25

      Soluções horizontais

      1. COISA REPUGNANTE

      8. DOMADA

      9. ORPA

      11. DIFAMADOS

      13. APOLO

      14. NAJA

      15. GIOM

      17. IDÉIA

      21. ARMAS

      24. ÓLEO

      25. MEDA

      26. MORAL

      27. PENDURADO

      28. MESA

      30. CONFIA

      32. SEM CONHECIMENTO

      Soluções verticais

      1. CIDADANIA

      2. SIA

      3. RUA LARGA

      4. PÃO

      5. NAAMANI

      6. NINRODE

      7. EGITO

      10. RESEM

      12. ACAIA

      16. OEL

      18. DOMAR

      19. APAVORADO

      20. MORDECAI

      22. MORAREM

      23. SALOMÃO

      24. OS PÉS

      26. MARES

      29. ATÉ

      31. NOÉ

  • “Será que meu filho é hiperativo?”
    Despertai! — 1984 | 8 de novembro
    • A ânsia de alimentos amiláceos, adocicados, poderá indicar uma taxa baixa de açúcar no sangue.

      Esta dieta hipoglicêmica elimina não só os corantes e os sabores artificiais, mas a maioria dos açúcares, especialmente o açúcar de cana. O açúcar é perigoso para o hipoglicêmico porque provoca o aumento súbito do açúcar no sangue, e isso aciona a liberação de demasiada insulina para combatê-lo. O dr. Allan Cott, num artigo sobre “Tratamento das Deficiências de Aprendizagem”, declarou: “Tem sido a observação universal dos pesquisadores que avaliam a condição nutricional da criança que elas ingerem uma dieta que é riquíssima em açúcar, balas, doces, e de alimentos feitos com açúcar. A remoção desses alimentos resulta numa redução dramática da hiperatividade.” Assim, certas autoridades médicas aconselham que os alimentos e as bebidas à base de açúcar não são recomendáveis para crianças hiperativas.

      Tome o caso de Beky, de 4 anos — ela era impaciente, irritadiça e frustrada, especialmente perto do fim do dia. Recomendou-se uma dieta isenta de açúcar à mãe dela, que relata: “Exige-se mais controle da parte dos pais do que da criança. Mas vale a pena o esforço para se ter uma filha feliz e calma. Toda a família se beneficia disso! Simplesmente abster-se de açúcar ajudou o comportamento de minha filha.”

      Poluição Ambiental — Outra Causa?

      A revista médica inglesa The Lancet declara: “Parece razoável inferir . . . que níveis mais elevados de chumbo (não necessariamente no âmbito de toxidez), presentes por um longo período, poderiam ser responsáveis por danos cerebrais mínimos que podem estar presentes na síndrome da hiperatividade.” Descobertas posteriores comprovam também isto.

      Assim, a poluição ambiental, especialmente altos níveis de chumbo liberados na atmosfera primariamente através das descargas do pesado tráfego de veículos motorizados, poderiam ser uma causa do aumento de crianças hiperativas nas nossas cidades.

      Podem as Experiências Pré-natais e do Parto Provocar a Hiperatividade?

      Há crianças que não respondem aos tratamentos dietéticos. É preciso buscar-se uma razão diferente das já consideradas. Ashley Montagu, autor do livro A Vida Antes do Nascimento, em inglês, refere-se ao estágio modelador crucial do indivíduo, quando afirma: “A vida começa, não por ocasião do nascimento, mas na concepção. Isto significa que uma criança em desenvolvimento está viva, não só no sentido de que se compõe de tecidos vivos, mas também no sentido de que, desde o momento de sua concepção, acontecem coisas com ela. . . . Os eventos que ocorrem antes de seu nascimento, e suas reações a eles, a influenciarão pelo resto da vida.” Nos três primeiros meses depois da concepção, quando se formam os órgãos principais, as emoções da mãe, tais como o medo ou stress e ansiedade incomuns, podem influir no desenvolvimento físico da criança.

      A experiência inicial do parto duma criança também tem sido reputado importante fator na hiperatividade. Certo investigador-pesquisador escreveu: “Os riscos que confrontam o feto atingem um clímax nas horas de trabalho de parto. O nascimento é a experiência mais perigosa a que ficam expostos os indivíduos, em sua maioria.” Um parto complicado e arriscado, junto com a hipoxia, a deficiência de oxigênio, são considerados responsáveis pelos efeitos neuróticos mais sutis que talvez se apresentem na vida posterior, quando a pessoa se acha sujeita a stress adicional.

      Bem, então, em relação aos danos cerebrais mínimos associados ao stress pré-natal, ou ao débito de oxigênio no parto, serão os medicamentos a resposta? É verdade que se utilizam estimulantes para controlar casos graves de hiperatividade. A respeito do emprego de medicação na hiperatividade, um painel de aconselhamento nos EUA, formado por 15 especialistas, “concordou que as medicações não ‘curavam’ esse quadro clínico, mas que a criança poderia tornar-se mais acessível aos esforços de educá-la e de aconselhá-la” No entanto, também concluíram que “medicamentos estimulantes só são benéficos em cerca da metade a dois terços dos casos em que se justifica o emprego de fármacos”. Por outro lado, o psicólogo James Swanson acautela que 40 por cento dos que sofrem de hipercinesia não deviam receber quaisquer fármacos. Por conseguinte, os pais precisam ser cautelosos de aceitar o tratamento medicamentoso que, na realidade, não é uma cura para a hiperatividade. Certo genitor cujo filho estava sendo tratado com medicamentos por seis meses, antes de passar a fazer uma dieta restrita, disse: “Compreendemos agora que os medicamentos não eram nenhuma vareta mágica que melhoraria a capacidade de aprendizagem de Ricardo. O que se precisava era uma dose pessoal de sacrifício de nosso tempo para ajudá-lo.”

      A terapia comportamental, com ênfase no incentivo, no elogio e na recompensa quando se atingem alvos razoáveis, pode ser uma forma mais lenta, porém mais eficaz e duradoura de ajudar as crianças hipercinéticas. Uma atmosfera familiar propícia e a coerência por parte dos pais é essencial. Também importante é profundo amor pela criança, uma vez que, sem isso, qualquer terapia está fadada ao fracasso.

      Em conclusão, pois, qual é a resposta? É seu filho hiperativo? Talvez seja. No entanto, assegure-se primeiro de que a suposta hiperatividade não é, com efeito, falta de disciplina. Experimente a disciplina firme e coerente, numa atmosfera doméstica amorosa e unida. Daí, certifique-se de que seu filho não subsiste duma dieta de alimentos sem valor nutritivo, ingerindo alimentos com corantes, sabores artificiais, e com alta dose de açúcar. Se tais métodos falharem, talvez sejam necessários exames médicos adicionais para determinar a causa exata da hiperatividade de seu filho.

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