-
Palavras CruzadasDespertai! — 1984 | 8 de novembro
-
-
SOLUÇÕES NA PÁGINA 25
Soluções horizontais
1. COISA REPUGNANTE
8. DOMADA
9. ORPA
11. DIFAMADOS
13. APOLO
14. NAJA
15. GIOM
17. IDÉIA
21. ARMAS
24. ÓLEO
25. MEDA
26. MORAL
27. PENDURADO
28. MESA
30. CONFIA
32. SEM CONHECIMENTO
Soluções verticais
1. CIDADANIA
2. SIA
3. RUA LARGA
4. PÃO
5. NAAMANI
6. NINRODE
7. EGITO
10. RESEM
12. ACAIA
16. OEL
18. DOMAR
19. APAVORADO
20. MORDECAI
22. MORAREM
23. SALOMÃO
24. OS PÉS
26. MARES
29. ATÉ
31. NOÉ
-
-
“Será que meu filho é hiperativo?”Despertai! — 1984 | 8 de novembro
-
-
primeiros meses depois da concepção, quando se formam os órgãos principais, as emoções da mãe, tais como o medo ou stress e ansiedade incomuns, podem influir no desenvolvimento físico da criança.
A experiência inicial do parto duma criança também tem sido reputado importante fator na hiperatividade. Certo investigador-pesquisador escreveu: “Os riscos que confrontam o feto atingem um clímax nas horas de trabalho de parto. O nascimento é a experiência mais perigosa a que ficam expostos os indivíduos, em sua maioria.” Um parto complicado e arriscado, junto com a hipoxia, a deficiência de oxigênio, são considerados responsáveis pelos efeitos neuróticos mais sutis que talvez se apresentem na vida posterior, quando a pessoa se acha sujeita a stress adicional.
Bem, então, em relação aos danos cerebrais mínimos associados ao stress pré-natal, ou ao débito de oxigênio no parto, serão os medicamentos a resposta? É verdade que se utilizam estimulantes para controlar casos graves de hiperatividade. A respeito do emprego de medicação na hiperatividade, um painel de aconselhamento nos EUA, formado por 15 especialistas, “concordou que as medicações não ‘curavam’ esse quadro clínico, mas que a criança poderia tornar-se mais acessível aos esforços de educá-la e de aconselhá-la” No entanto, também concluíram que “medicamentos estimulantes só são benéficos em cerca da metade a dois terços dos casos em que se justifica o emprego de fármacos”. Por outro lado, o psicólogo James Swanson acautela que 40 por cento dos que sofrem de hipercinesia não deviam receber quaisquer fármacos. Por conseguinte, os pais precisam ser cautelosos de aceitar o tratamento medicamentoso que, na realidade, não é uma cura para a hiperatividade. Certo genitor cujo filho estava sendo tratado com medicamentos por seis meses, antes de passar a fazer uma dieta restrita, disse: “Compreendemos agora que os medicamentos não eram nenhuma vareta mágica que melhoraria a capacidade de aprendizagem de Ricardo. O que se precisava era uma dose pessoal de sacrifício de nosso tempo para ajudá-lo.”
A terapia comportamental, com ênfase no incentivo, no elogio e na recompensa quando se atingem alvos razoáveis, pode ser uma forma mais lenta, porém mais eficaz e duradoura de ajudar as crianças hipercinéticas. Uma atmosfera familiar propícia e a coerência por parte dos pais é essencial. Também importante é profundo amor pela criança, uma vez que, sem isso, qualquer terapia está fadada ao fracasso.
Em conclusão, pois, qual é a resposta? É seu filho hiperativo? Talvez seja. No entanto, assegure-se primeiro de que a suposta hiperatividade não é, com efeito, falta de disciplina. Experimente a disciplina firme e coerente, numa atmosfera doméstica amorosa e unida. Daí, certifique-se de que seu filho não subsiste duma dieta de alimentos sem valor nutritivo, ingerindo alimentos com corantes, sabores artificiais, e com alta dose de açúcar. Se tais métodos falharem, talvez sejam necessários exames médicos adicionais para determinar a causa exata da hiperatividade de seu filho.
-