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Nova luz sobre a lepraDespertai! — 1978 | 8 de junho
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é agora empregada para controlar reações agudas em varões leprosos, sob tratamento intensivo. A rifampicina, antibiótico ativo contra a tuberculose, também tem sido empregada no tratamento da hanseníase. Esta droga atua mais rápido do que as sulfonas, e tem sido usada na Malásia para tratar pessoas resistentes às sulfonas.
Atitudes e Serviços Atuais
Graças aos êxitos obtidos com várias drogas, e à melhor compreensão da própria doença, não é mais compulsório o isolamento numa instituição. Em Trinidad, já há alguns anos modificou-se a diretriz de confinamento compulsório. Os pacientes se movimentam à vontade, misturando-se com o público. De início houve objeções a isto, porém, visto que não irrompeu nenhuma epidemia de hanseníase, tais objeções foram silenciadas. Os que permanecem na instituição usualmente se acham nos estádios avançados da doença, contraída antes da introdução das novas drogas de tratamento dessa doença. A atitude mudada para com a doença tem tornado a vida muito mais feliz para os hansenianos. Em resultado, as pessoas se mostram mais dispostas a fazer um diagnóstico de seu caso.
Há serviços auxiliares ligados ao tratamento da doença. Ortopedistas especiais são empregados para ajustar sapatos. É importante que os sapatos sejam confortáveis e inflijam o mínimo de danos aos pés, amiúde ulcerados e insensíveis à dor. Fisioterapeutas são usados para exercitar os dedos, artelhos e membros atingidos. Isto serve para impedir as deformações e reabilitar as juntas lesadas. Convocam-se cirurgiões-ortopedistas especializados para cuidar das deformações complicadas dos membros. Cirurgiões-oftalmologistas, empenham-se em consertar pálpebras de músculos oculares que ficaram defeituosos. Cirurgiões plásticos muito podem fazer para corrigir as deformações faciais. Empregam-se assistentes sociais para encontrar novos casos e para trazer para tratamento as pessoas que negligenciam suas necessidades. A Associação de Assistência aos Hansenianos de Trinidad e Tobago cuida das necessidades sociais dos pacientes. Dá atenção à sua moradia, procura empregos para eles e, de outros modos, ajuda-os em seus múltiplos problemas como, por exemplo, o de cuidar da educação de seus filhos.
Experiência de Pacientes
Nova luz sobre a lepra certamente torna melhores e mais felizes as perspectivas e o quinhão do hanseniano. Não mais as pessoas bem-informadas se afastam da presença dele, como se tivesse a peste. Ademais, seu futuro não é considerado desesperador, e não é relegado à margem da sociedade. Ele, também, pode obter tratamento e assistência médica úteis, comparáveis aos disponíveis para as pessoas que padecem de outras moléstias. Junto com outros humanos, pode levar uma vida normal, integrada. Caso queira, pode assimilar conhecimento do Grande Médico, Jeová Deus, que curará de forma permanente todas as nossas doenças, fazendo-o por meio do seu Reino, às mãos de seu Filho, Jesus Cristo. — Rev. 21:4, 5.
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O ‘período emocional’ mais importanteDespertai! — 1978 | 8 de junho
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O ‘período emocional’ mais importante
QUAL é o mais importante período da vida emocional de um bebê? “As primeiras horas da própria vida” responde certo médico, referindo-se ao período logo após o nascimento. Enfocando a tendência de alguns hospitais de levarem embora o bebê, tirando de junto da mãe, após o parto, ele acrescenta: “Os efeitos emocionais de tal separação tanto para a mãe como para o bebê podem ser maiores do que os riscos de danos causados num leito hospitalar [devido a germes indesejáveis].” Suas observações têm o apoio de muitas pesquisas feitas a respeito de humanos e de animais, que sugerem fortemente ser necessário um íntimo contato físico entre a mãe e o filho logo depois do nascimento deste.
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