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  • As muitas faces da Páscoa
    Despertai! — 1986 | 22 de março
    • Assim, poupam dessa água para seu dia de núpcias. Antes de se dirigirem para a igreja, borrifam-se mutuamente com ela. Almejam que ela traga boa sorte a seu matrimônio.

      Ao badalar dos sinos da igreja na manhã do domingo de Páscoa, os pais filipinos agarram seus filhos pequenos pela cabeça e os erguem do chão. Crêem que isso fará com que seus filhos fiquem altos.

      Sim, a Páscoa significa diferentes coisas para diferentes pessoas. Afirma o gerente duma fábrica de chocolates da África do Sul: “A Páscoa representa uma oportunidade de se obter mais lucros.” (Na Páscoa de 1985, sua empresa produziu mais de cinco milhões de ovos de chocolate!) Mesmo os comerciantes judeus, muçulmanos e hindus ali situados aproveitam a onda da Páscoa. Explicou um comerciante indiano que mora na África do Sul: “Os muçulmanos e os hindus não crêem em Jesus, todavia, alguns deles promovem a Páscoa e vendem pãezinhos com a cruz em cima e ovos de Páscoa.” Deveras, um lojista hindu admitiu: “Muçulmanos e hindus também compram ovos de Páscoa.”

      Recentemente, a Páscoa até assumiu um aspecto político, como oportunidade para protestos políticos.

      Os brasileiros descobriram nova vítima para malhar na Páscoa. Ao passo que, anteriormente, malhava-se um boneco de Judas Iscariotes, que traiu a Cristo, os jovens agora malham bonecos rotulados de “Inflação”.

      Inacreditavelmente, porém, todos estes diversificados costumes, tradições e práticas, segundo se crê, têm um objetivo comum — o de glorificar o ressuscitado Cristo Jesus. Mas será que o glorificam mesmo? E de onde vieram, originalmente, tais costumes?

  • A verdade sobre os costumes da Páscoa
    Despertai! — 1986 | 22 de março
    • A verdade sobre os costumes da Páscoa

      A pedra que veda o túmulo de Jesus é bem pesada. E as três mulheres que se movem pela escuridão, antes do alvorecer, não sabem como movê-la. Mas é compulsivo o desejo de realizar este último ato de amor para com seu Senhor morto. Com pedra ou sem ela, ternamente untarão o corpo tão cruelmente pregado na estaca, três dias antes! Trata-se dum gesto pequeno, porém de profundo amor.

      Aproximando-se do sepulcro situado num jardim, o problema da remoção da pedra apresenta-se maior do que nunca em sua mente. Mas, ao chegarem, ficam estupefatas de ver que a pedra havia sido rolada do lugar e o túmulo estava vazio! Explica um anjo, de vestes brancas: “Parai de ficar atônitas. Vós estais procurando Jesus, o Nazareno, que foi pregado numa estaca. Ele foi levantado, não está aqui.” — Marcos 16:1-6; João 20:1, 2.

      A RESSURREIÇÃO de Jesus Cristo é uma das crenças fundamentais do cristianismo. Disse o apóstolo Paulo: “Mas, se Cristo não foi levantado, a nossa pregação certamente é vã e a nossa fé é vã.” (1 Coríntios 15:14) Por conseguinte, não pareceria lógico que os cristãos comemorassem este grande evento?

      ‘Fazei Isso em Memória de Mim’

      Proclamou o Vaticano: “Toda semana, no dia em que chamou de dia do Senhor [domingo], [a Igreja] relembra a Sua ressurreição.” Adicionalmente: “Na suprema solenidade da Páscoa, ela também realiza uma comemoração anual da ressurreição.” — The Documents of Vatican II (Documentos do Vaticano II).

      Em parte alguma, todavia, indica a Bíblia que os primitivos cristãos observavam, seja um domingo semanal, seja uma Páscoa anual, para comemorar a ressurreição de Cristo. Na noite anterior à sua morte, Cristo ordenou uma celebração bem diferente. Serviu a seus discípulos uma refeição simples, composta de pão e vinho, e ordenou-lhes: “Persisti em fazer isso em memória de mim.” — Lucas 22:19.

      Assim, foi a sua morte que Jesus quis que fosse comemorada, e não a sua ressurreição. E com que freqüência? Jesus serviu esta refeição na noite da refeição da Páscoa judaica — uma celebração anual da libertação de Israel do Egito. (Mateus 26:19, 20, 26-28) Obviamente, Jesus tencionava substituir a Páscoa por esta refeição comemorativa anual. Nem a Páscoa, nem qualquer outra celebração similar, foi ordenada por Cristo. O historiador eclesiástico do quinto século, Sócrates, afirmou: “Os apóstolos não pensavam em designar dias festivos, mas em promover uma vida imaculada e piedosa.”

      Surge a Páscoa

      Tanto Jesus Cristo como o apóstolo Paulo predisseram que o cristianismo sofreria a infiltração de ensinos falsos. (Mateus 13:24, 25, 36-40; 2 Timóteo 4:3) Após a morte dos apóstolos de Jesus, arraigou-se a idéia de que seria apropriado fazer um jejum (conhecido agora como Quaresma), seguido por uma festa, na época da Páscoa. De alguma forma, veio a pensar-se nisto como um modo de se comemorar a ressurreição de Cristo.

      A Páscoa e Seus Costumes

      A ascendência da Páscoa como uma festa não se baseava assim na Bíblia. Efetivamente, há peritos que afirmam ser a própria palavra Páscoa, no caso da língua inglesa [Easter], de origem anglo-saxônica, referindo-se à primavera setentrional. Nessa estação, os antigos julgavam que o sol renascia, depois de meses de morte hibernal.a Outros termos para essa festa, tais como Pâques, ou Pasqua, derivam-se do antigo vocábulo hebraico pé·sach, ou “passar por alto” [em inglês, passover]. A cristandade argumenta que a Páscoa substitui esta festa judaica. Mas isto ignora que Jesus substituiu a Páscoa judaica, não pela Páscoa da cristandade, mas por sua ceia comemorativa.

      Por conseguinte, o historiador Sócrates concluiu: “Parece-me que a festa da Páscoa foi introduzida na igreja por causa de algum costume antigo, assim como muitos outros costumes foram estabelecidos.” A pletora de tradições pascais provém deveras de “algum costume antigo” — o costume de nações idólatras! O sacerdote católico Francis X. Weiser admitiu: “Algumas das tradições populares da Quaresma e da Páscoa remontam a antigos ritos em honra da natureza.” Estes ritos primaveris [hemisfério norte] visavam originalmente “afugentar os demônios do inverno [setentrional]”.

      Mas, não eliminou a Igreja tal paganismo de seus conversos? O livro Curiosities of Popular Customs (Curiosidades dos Costumes Populares) explica: “Era a invariável diretriz da Igreja primitiva dar um significado cristão a tais remanescentes cerimônias pagãs que não pudessem ser desarraigadas. No caso da Páscoa, a conversão foi especialmente fácil. A alegria diante do nascer do sol natural, e o despertar da natureza diante da morte do inverno [setentrional], tornaram-se a alegria diante do nascer do Sol da justiça, na ressurreição do Cristo do túmulo.”

      “Encantador”?

      No livro The Easter Book (O Livro da Páscoa), Weiser justifica tudo isto por dizer

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