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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • que sejam ensinadas a segui-lo, e a não se desviarem para os campos de milho, desprovidos de cerca, que jazem tão tentadoramente de ambos os lados. Qualquer ovelha que assim se desvie certamente se meterá em dificuldades. O pastor solta um grito estridente, de vez em quando, para lembrar-lhes a sua presença. Elas conhecem a voz dele e continuam a segui-lo; mas, se um estranho as chamar, elas param logo, erguem a cabeça, alarmadas, e, se isto se repetir, elas se viram e fogem, porque não conhecem a voz dum estranho. Não se trata dum costume fantasioso duma parábola; é a pura verdade. Já fiz repetidas vezes esta experiência. O pastor vai à frente, não apenas para indicar o caminho, mas para certificar-se de que seja transitável e seguro.”

      Ao anoitecer, o pastor trazia os animais de novo para o aprisco, onde se colocava à porta e contava as ovelhas, à medida que passavam por baixo de seu cajado ou de suas mãos. — Lev. 27:32; Jer. 33:13.

      UMA VIDA RIGOROSA

      A vida do pastor não era fácil. Ele ficava exposto ao calor e ao frio, bem como a noites insones. (Gên. 31:40; Luc. 2:8) Correndo perigo pessoal, ele protegia o rebanho de predadores, tais como leões, lobos e ursos, bem como de ladrões. (Gên. 31:39; 1 Sam. 17:34-36; Isa. 31:4; Amós 3:12; João 10:10-12) O pastor tinha de impedir que o rebanho se espalhasse (1 Reis 22:17), procurar as ovelhas perdidas (Luc. 15:4), carregar os cordeiros fracos ou cansados em seu seio (Isa. 40:11), e cuidar dos animais doentes e feridos, enfaixando os membros fraturados e friccionando os ferimentos com azeite. (Sal. 23:5; Eze. 34:3, 4; Zac. 11:16) Tinha de exercer cuidado ao pastorear ovelhas que amamentavam. (Gên. 33:13) Diariamente, em geral por volta do meio-dia, o pastor dava água ao rebanho. (Gên. 29:3, 7, 8) Caso se desse água dos poços aos animais, era necessário encher de água as covas no solo ou calhas. (Êxo. 2:16-19; compare com Gênesis 24:20.) Às vezes, nos poços, havia encontros desagradáveis com outros pastores. — Gên. 26:20, 21.

      O pastor tinha direito a um quinhão dos produtos do rebanho (1 Cor. 9:7), e, amiúde, seu salário era pago em animais (Gên. 30:28, 31-33; 31:41), embora às vezes também o fosse em dinheiro. (Zac. 11:7, 12) Ele talvez tivesse de compensar perdas (Gên. 31:39), mas, sob o pacto da Lei, não se exigia nenhuma compensação para um animal despedaçado por uma fera. — Êxo. 22:13.

      O que tem sido dito sobre o pastor pode, em geral, ser aplicado ao boieiro. No entanto, esta atividade não se restringia a cuidar de ovelhas e de cabritos. Havia também condutores de gado bovino, de jumentos, de camelos e de suínos. — Gên. 12:16; 13:7, 8; Mat. 8:32, 33.

      EMPREGO FIGURADO E ILUSTRATIVO

      Jeová é um Pastor que cuida amorosamente de suas ovelhas, isto é, de seu povo. (Sal. 23:1-6; 80:1; Jer. 31:10; Eze. 34:11-16; 1 Ped. 2:25) Jesus Cristo, seu Filho, é o “grande pastor” (Heb. 13:20) e o “pastor principal”, sob cuja direção os superintendentes das congregações cristãs pastoreiam o rebanho de Deus de modo voluntário, altruísta e anelante. (1 Ped. 5:2-4) Jesus referiu a si mesmo como o “pastor excelente”, alguém que realmente sente compaixão pelas “ovelhas” e demonstrou isto por entregar sua alma em favor delas. (João 10:11; veja Mateus 9:36.) Mas, conforme predito, o golpear o “pastor excelente” fez com que o rebanho se espalhasse. — Zac. 13:7; Mat. 26:31.

      Na Bíblia, o termo “pastores” às vezes denota os governantes e os líderes dos israelitas, tanto os fiéis como os infiéis. (Isa. 63:11; Jer. 23:1-4; 50:6; Eze. 34:2-10; compare com Números 27:16-18; Salmo 78:70-72.) Similarmente, o termo “pastores” se aplicava a líderes de outras nações. (Jer. 25:34-36; 49:19; Naum 3:18; compare com Isaías 44:28.) Em Jeremias 6:3, os “pastores” parecem representar os comandantes dos exércitos invasores. A presença de pastores, junto com seus rebanhos, consta de um quadro de restauração (Jer. 33:12), ao passo que se predisse que a desolação da cidade de Babilônia seria tão completa que ‘nem sequer um pastor deixaria seu rebanho deitar-se ali’. — Isa. 13:20.

      Em Revelação 12:5, o ‘pastorear’ das nações com uma vara de ferro significa a destruição delas. — Compare com Salmo 2:9; veja OVELHA; OVELHAS, APRISCO DAS.

  • Pastor, Sacola De
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    • PASTOR, SACOLA DE

      Veja ALFORJE.

  • Pasur
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    • PASUR

      [o que resta em volta].

      1. Um príncipe que fez parte da delegação do Rei Zedequias, enviada para indagar de Jeremias a respeito do futuro de Jerusalém. (Jer. 21:1, 2) Pasur também solicitou ao rei a permissão de colocar Jeremias na cisterna. (Jer. 38:1, 4, 6) Nestes dois trechos, Pasur é chamado de “filho de Malquias [Malquijá]”. A família de sacerdotes que voltou do exílio babilônico abrange um elo similar em sua genealogia: “Pasur, filho de Malquijá”. (1 Crô. 9:12; Nee. 11:12) Caso o príncipe Pasur tenha sido deveras um sacerdote, ele talvez seja aquele de quem os “filhos de Pasur” derivaram seu nome. — Esd. 2:38.

      2. Um sacerdote, “filho [ou descendente] de Imer, . . . o comissário que liderava na casa de Jeová”. Pasur, objetando às profecias de Jeremias, golpeou-o e o colocou no tronco, libertando-o no dia seguinte. Como resultado disso, Jeová, mediante Jeremias, predisse o cativeiro e a morte em Babilônia para Pasur, e, de conformidade com isso, mudou o nome dele de Pasur para “Horror ao redor’’ (Heb., Maghóhr missavív) (Jer. 20:1-6), expressão que ocorre várias vezes neste livro. — Jer. 6:25; 20:3, 10; 46:5; 49:29.

  • Pátara
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    • PÁTARA

      O porto marítimo da Lícia, onde o apóstolo Paulo e seus associados, provavelmente em 56 EC, transferiram-se para um barco que velejava para a Fenícia. (Atos 21:1, 2) Pátara acha-se atualmente representado pelas ruínas antigas do povoado de Gelemish, na montanhosa costa SO da Ásia Menor, e situa-se a vários quilômetros a E do estuário do rio Xanto (Coca). Servia como porto de escala para navios procedentes da Itália, do Egito, da Síria e de outros lugares, e era o principal porto que servia às cidades ao longo do vale fluvial do Xanto.

  • Patmos
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    • PATMOS

      Ilha para onde o apóstolo João foi exilado, “por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus”. (Rev. 1:9) Enquanto estava ali, ele recebeu a Revelação (Apocalipse). De acordo com a tradição antiga, João, tendo sido condenado a morar na ilha de Patmos no décimo quinto ano do reinado de Domiciano (c. 95 EC), foi liberto depois da morte daquele governante.

      Situada no mar de Icária (parte do Egeu), c. 56 km a O da Ásia Menor, Patmos se posicionava a menos de 240 km de todas as sete congregações às quais se dirige especificamente Revelação, capítulos 2 e 3. Esta pequena ilha vulcânica (tendo c. 14 km de comprimento e 8 km de largura) possui um perfil litorâneo muito irregular, e é rochosa, sendo bem desprovida de vegetação. Mas, atualmente, cultivam-se ali trigo, azeitonas e uvas. Pelo visto, em virtude de seu isolamento, Patmos, junto com outras ilhas do Egeu, serviam como ilha penal.

  • Patros
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    • PATROS

      [talvez, a Terra Meridional]. Patros é regularmente ligado ao Egito (Heb., Mitsráyim). (Eze. 30:13, 14) A maioria das autoridades conectam o nome de Patros com o vocábulo egípcio p;-t;-rsy (cuja pronúncia real é desconhecida), termo que, evidentemente, designava o Egito Superior. O Egito Superior em geral designa a região do vale do Nilo que vai de um ponto um tanto ao S de Mênfis até Siene (a moderna Assuã), na primeira catarata do Nilo. Há peritos, contudo, que preferem incluir um “Médio Egito” nesta região, e crêem que Patros se relaciona mais de perto com Tebaida, isto é, a região do Egito Superior em torno da antiga cidade de Tebas, a c. 482 km ao S da região do Delta do Egito Inferior. O texto em Isaías 11:11, que prediz o retorno dos exilados israelitas do ‘Egito (Mizraim), Patros e Cus’, pareceria corroborar a localização de Patros em alguma parte do Egito Superior, com Cus (Etiópia) ladeando-o ao S. Certa inscrição assíria do Rei do Rei-Hadom fornece um alinhamento similar, referindo-se a “Musur, Paturisi e Cus”.

      Ezequiel 29:14 chama Patros de ‘terra da origem [dos egípcios]’. O conceito tradicional egípcio, conforme narrado por Heródoto (História, Livro II, seções 4, 15, 99, Clássicos Jackson), aparentemente corrobora isto, ao tornar o Egito Superior, e especialmente a região de Tebas, a sede do primeiro reino egípcio, sob um rei a quem Heródoto chama de “Menes”, nome não encontrado nos registros egípcios. Diodoro Sículo (primeiro século AEC), registra um conceito similar (I, 50). A tradição egípcia esboçada por estes historiadores gregos pode ser tênue eco da verdadeira história apresentada na Bíblia a respeito de Mizraim (cujo nome veio a representar o Egito) e seus descendentes, incluindo Patrusim. — Gên. 10:13, 14.

      Após a desolação de Judá, efetuada por Nabucodonosor, um restante dos judeus fugiu para o Egito. Entre os lugares alistados em que eles moravam acham-se Migdol, Tafnes, Nofe (todos sendo cidades do Egito Inferior) e a “terra de Patros”. (Jer. 44:1) Aqui se empenharam em adoração idólatra, resultando na condenação deles por parte de Jeová, e no aviso de uma vindoura conquista do Egito por parte de Nabucodonosor. (Jer. 44:15, 26-30) A evidência de papiros do século V AEC mostra uma colônia judaica localizada bem no extremo S do antigo Egito, em Elefantina, junto a Siene.

  • Paulo
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    • PAULO

      [pouco]. Um israelita da tribo de Benjamim, e um apóstolo de Jesus Cristo. (Efé. 1:1; Fil. 3:5) Embora talvez tivesse tanto o nome hebreu de Saulo como o nome romano de Paulo desde a infância (Atos 9:17; 2 Ped. 3:15), este apóstolo pode ter escolhido ser conhecido por seu nome romano em vista de sua comissão de declarar as boas novas aos não-judeus. — Atos 9:15; Gál. 2:7, 8.

      Paulo nasceu em Tarso, cidade destacada da Cilícia. (Atos 21:39; 22:3) Seus pais eram hebreus, e, evidentemente, aderiam ao ramo farisaico de judaísmo. (Atos 23:6; Fil. 3:5) Ele era cidadão romano de nascimento (Atos 22:28), seu pai talvez tenha sido agraciado com tal cidadania por Júlio César graças a serviços prestados durante a guerra do Egito. É provável que Paulo tenha aprendido do pai a profissão de fabricante de tendas. (Atos 18:3) Em Jerusalém, porém, ele foi instruído pelo erudito fariseu Gamaliel, o que sugere que Paulo pertencia a uma família de destaque. (Atos 22:3; 5:34) Quanto às línguas, Paulo era versado pelo menos em grego e hebraico. (Atos 21:37-40) Na época em que viajou como missionário, Paulo não era casado. (1 Cor. 7:8) Durante este período geral, se não já antes disso, ele possuía uma irmã e um sobrinho que moravam em Jerusalém. — Atos 23:16-22.

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