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  • Como ser bem sucedido no serviço de pioneiro
    A Sentinela — 1971 | 15 de dezembro
    • 20. Que encorajamento temos para continuar na corrida como servos de Jeová?

      20 Quanto aos que estão no serviço de tempo integral como pioneiros ou missionários, no serviço de circuito ou de distrito, ou em Betel — qualquer que seja seu privilégio de serviço, não desista da corrida, pois o fim deste sistema de coisas se está aproximando. Olhe para Jeová, para ajudá-lo a se desviar das armadilhas e dos obstáculos que impedem os outros ao longo do caminho. Não está numa corrida para correr a milha em quatro minutos, mas está numa corrida cujo objetivo é a vida eterna. Portanto, não permita que alguma coisa ou alguém o desvie deste maravilhoso privilégio de serviço. Nem todos podem ser pioneiros, mas os que puderem, mantenham o passo e continuem na corrida. Lembre-se de que, no ministério, quer seja publicador de congregação, quer pioneiro, que a corrida não é dos ligeiros, dos jovens ou dos fortes, mas de todos os que confiam em Jeová. (Isa. 40:28-31) O que conta nesta corrida não é a velocidade, mas sim a perseverança. Animamos a todos os que puderem fazer isso, a não somente começar, mas, o que é mais importante ainda, a permanecer neste maravilhoso serviço de nosso Deus Jeová.

  • “Felizes os pacíficos”
    A Sentinela — 1971 | 15 de dezembro
    • “Felizes os pacíficos”

      Artigo que se destina a ser lido especialmente pelos pais com os filhos.

      CONHECE alguns garotos que sempre procuram agir como importantes e valentões? Gosta de estar com eles? Ou prefere antes estar com alguém que é pacífico?

      O Grande Instrutor sabe de que espécie de pessoas Deus gosta. Ele disse: “Felizes os pacíficos, porque serão chamados Filhos de Deus’.” Nós queremos ser este tipo de pessoas, não queremos? Queremos ser pacíficos. — Mat. 5:9.

      Mas, às vezes acontece que outros fazem coisas que nos zangam. E talvez pensemos em nos vingar deles. Isto aconteceu uma vez com os discípulos de Jesus.

      Estavam indo com Jesus para Jerusalém. Tendo percorrido certa distância, Jesus mandou alguns na frente, a uma aldeia, a fim de acharem um lugar onde pudessem descansar. Mas o povo ali não quis que ficassem. Aquela gente tinha uma religião diferente. E não gostavam de ninguém que fosse à Jerusalém para adorar ali.

      Se isso tivesse acontecido com você, o que teria feito? Teria ficado zangado? Teria querido vingar se deles?

      Isto foi o que os discípulos Tiago e João quiseram fazer. Por isso disseram a Jesus: ‘Quer que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?’ Mas Jesus lhes disse que não era direito tratar os outros assim. — Luc. 9:51-56.

      É verdade que algumas pessoas às vezes talvez sejam ruins para conosco. Outras crianças talvez não queiram deixá-lo brincar com elas. Podem até mesmo dizer: “Nós não queremos você aqui.” Quando acontece algo assim, pode fazer com que nos sintamos magoados, não pode? Talvez queiramos fazer algo para nos vingar deles. Mas devemos fazer isso?

      Vá pegar a sua Bíblia. Vamos procurar Provérbios, capítulo vinte e quatro, versículo vinte e nove. Ali está escrito: “Não digas: ‘Assim como ele me fez, assim vou fazer a ele. Pagarei de volta a cada um segundo a sua atuação.’”

      O que entende disso? Diz ali que não nos devemos vingar. Não devemos ser ruins para com alguém só porque ele foi ruim para conosco. Deus não quer que sejamos assim.

      Mas que fazer quando alguém procura brigar com você? Talvez o faça ficar zangado por chamá-lo de nomes feios. Pode zombar de você e dizer que você tem medo. Pode ser que chame a você de covarde. O que deve fazer então? Deve deixar-se envolver numa briga?

      Novamente, vamos ver o que a Bíblia diz. Procure Mateus, capítulo cinco, versículo trinta e nove. Jesus diz ali: “Não resistais àquele que é iníquo; mas a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.”

      O que queria Jesus dizer com isso? Queria dizer que, quando alguém lhe der um soco num lado da face, que deve deixar que lhe dê um soco no outro lado dela? Não, ele não quis dizer isso.

      Uma bofetada não é igual a um soco. É mais como um empurrão. A pessoa a dá por querer brigar. Quer que fiquemos zangados. E se nós nos zangarmos e a empurrarmos de volta, o que acontece? Provavelmente vamos ter que brigar.

      Jesus não quis que seus seguidores agissem assim. Por isso disse que, se alguém nos esbofetear, não devemos esbofeteá-lo em revide. Não devemos ficar zangados e começar a brigar. Se fizéssemos isso, mostraríamos que não somos melhores do que aquele que começou a briga.

      Quando começa alguma dificuldade, o melhor é afastar-se. O outro talvez empurre mais algumas vezes. Mas provavelmente vai parar então. Quando você se afastar, não quer dizer que é fraco. Mostra que é forte a favor do que é direito.

      Mas, o que devemos fazer quando vemos outros brigar? Devemos ir lá e tomar partido?

      A Bíblia nos diz o que é direito. Procure Provérbios, capítulo vinte e seis, versículo dezessete. Diz ali: “Como alguém que agarra as orelhas de um cão é aquele que, estando de passagem, fica furioso com uma altercação que não é dele.”

      O que aconteceria se pegasse as orelhas dum cão? Causaria dor ao cão e ele tentaria mordê-lo, não é? Quanto mais o cão quisesse livrar-se, tanto mais apertaria as orelhas dele. E o cão ficaria tanto mais excitado. Se o soltar, é provável que o morda fortemente. Mas pode ficar varado e segurar-lhe as orelhas para sempre?

      Pois bem, esta é a espécie de dificuldade em que nos podemos meter se nos intrometermos numa briga entre outros. Talvez não saibamos quem começou a briga ou por que brigam. Alguém talvez seja espancado, mas pode ser que ele tenha roubado alguma coisa do outro. Se o ajudássemos, estaríamos ajudando um ladrão. Isto não seria bom, seria? Por isso, o que deve fazer quando vê uma briga? Se acontecer na escola, pode ir contar isso a um professor. Se acontecer longe da escola, pode ir chamar um policial.

      Mesmo quando os outros querem brigar, nós podemos ser pacíficos. Eles talvez queiram brigar. Mas nós podemos mostrar que somos fortes a favor do que é direito.

  • Quem eram os hititas?
    A Sentinela — 1971 | 15 de dezembro
    • Quem eram os hititas?

      OS HITITAS são identificados num livro antigo que faz remontar a história da humanidade à sua própria origem. Este livro, a Bíblia, revela que eles eram os descendentes do bisneto de Noé, Hete. Visto que Hete era filho de Canaã e neto de Cã, os hititas eram cananeus. — Gên. 10:1, 6, 15.

      Mesmo antes de o patriarca Abraão se mudar para Canaã, em 1943 A. E. C., os hititas já estavam bem radicados ali. Sabe-se que viviam na região montanhosa do sul da Palestina, mais especificamente em Hébron e nas suas vizinhanças. (Gên. 15:18-20; 23:2-20) Séculos depois, ainda podiam ser encontrados morando nas regiões montanhosas, mas a extensão de seu território não é descrita com precisão na Bíblia. — Núm. 13:29; Jos. 11:3.

      Dentre os cananeus, aparentemente apenas os hititas mantiveram destaque e força como nação por um período bastante longo após a conquista israelita. (1 Reis 10:29) São mencionados nas Escrituras como tendo reis e poderio militar ainda no reinado do Rei Jeorão, de Israel (c. 917-905 A. E. C.). (2 Reis 7:6) Entretanto, as conquistas sírias, assírias e babilônicas do país aparentemente destroçaram seu poder.

      Em vista do destaque dos hititas nos tempos antigos, seria de esperar que os achados arqueológicos fornecessem pormenores adicionais. Diversas obras de referência indicam que isto se dá, e que a arqueologia, de fato, vindicou o testemunho bíblico a respeito da existência dos hititas. Isto suscita a pergunta: Baseia-se a evidência arqueológica num alicerce sólido, ou está sujeita a dúvidas?

      As referências a “Hatti”, nos textos cuneiformes assírios, costumam situá-la na Síria ou na Palestina, e, portanto, pode referir-se aos hititas bíblicos. A base do nome “Hatti”, certos eruditos, porém, foram além dos textos cuneiformes assírios e procuraram relacionar os hititas do registro bíblico com um império que tinha a sua capital na Ásia Menor, muito ao norte e ao oeste da terra de Canaã.

      Em Bogazkoy (antigamente chamada Hattusas), local de que se pensava ter sido a capital deste império, foram descobertos muitos textos antigos. Baseados na similaridade do som das palavras “Hattusas” e “Hatti”, alguns eruditos chamaram a língua de certos textos descobertos em Bogazkoy de “hatiano” ou “hitita”. Segundo a teoria moderna, os primitivos habitantes da região foram vencidos por conquistadores que trouxeram uma língua diferente. Esta língua usava escrita cuneiforme. Mais tarde ainda, outra língua, usando escrita hieroglífica, sobrepôs-se à escrita cuneiforme. Sugeriu-se que as três línguas diferentes representam três grupos demográficos.

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