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  • A preparação do Agente Principal da Regência Divina
    A Sentinela — 1973 | 15 de junho
    • 26. (a) Como manifestou Deus sua aceitação da apresentação que Jesus fez de si mesmo? (b) Até que ponto cumpriu Jesus, na carne, esta “vontade” divina?

      26 Jeová Deus manifestou que aceitava esta apresentação de seu Filho Jesus por derramar Seu espírito santo sobre o batizado Jesus e por deixar ouvir Sua voz desde o céu, dizendo: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” (Mat. 3:16, 17) Depois disso, João Batista anunciou o ungido Jesus como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (João 1:28-36; Atos 10:37, 38) Jesus cumpriu a vontade de Deus até o fim dos seus dias na carne, na terra. Durante a sua última noite na terra, no corpo humano natural, ele orou a Deus e disse: “Pai meu, se não é possível que isto se afaste de mim sem que eu o beba, realize-se a tua vontade.” (Mat. 26:39-44) Na tarde seguinte, por volta das três horas, quando Jesus estava pendurado na estaca de tortura, conforme nos diz João 19:30, “Jesus disse: ‘Está consumado!’ e, inclinando a cabeça, entregou o seu espírito”. (UM ed. ingl. 1971) Assim, segundo a vontade de Deus, o corpo de Jesus foi oferecido uma vez para sempre.

      27. (a) Que espécie de ressurreição teve Jesus Cristo, e por que? (b) Como veio então a obter posse de toda a humanidade, e o que aguarda os mortos?

      27 Em harmonia com esta oferta sacrificial de seu corpo humano perfeito, Jesus Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, no terceiro dia, não num corpo de sangue e carne, mas num corpo espiritual. (1 Ped. 3:18; 1 Cor. 15:42-45) No quadragésimo dia depois de sua ressurreição, Jesus subiu ao céu e apresentou ali a Deus o valor ou mérito de seu sacrifício humano a favor de toda a humanidade. Ele dissera na terra que viera “para ministrar e dar a sua alma como resgate em troca de muitos”. (Mat. 20:28) O apóstolo Paulo fala a respeito de Jesus como tendo “sofrido a morte, para que, pela benignidade imerecida de Deus, provasse a morte por todo homem”. Paulo fala também a respeito de “um homem, Cristo Jesus, o qual se entregou como resgate correspondente por todos”. (Heb. 2:9; 1 Tim. 2:5, 6) Jesus Cristo, apresentando assim a Deus o valor da vida de seu sacrifício humano, resgatou assim toda a humanidade, comprou-a, mesmo sem ela ter pedido isso. Por este motivo, sob o seu reino celestial, haverá uma “ressurreição tanto de justos como de injustos”. (Atos 24:15) Jesus Cristo é dono de todos eles.

      28. (a) O que se tornou assim o ressuscitado Jesus Cristo para com a salvação da humanidade? (b) De que coisa maior serve também como Agente Principal?

      28 Desta maneira, segundo a “vontade” divina, Jesus Cristo, o Filho de Deus, tornou-se o Agente Principal da salvação de toda a humanidade. Este é o entendimento que devemos ter de Hebreus 2:9, 10, que reza: “Observamos a Jesus, feito um pouco menor que os anjos, coroado de glória e de honra por ter sofrido a morte, para que, pela benignidade imerecida de Deus, provasse a morte por todo homem. Porque era próprio que aquele, para quem são todas as coisas e por intermédio de quem são todas as coisas, trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse por sofrimentos o Agente Principal da salvação deles.” E em Hebreus 5:9, 10: “E, depois de ter sido aperfeiçoado, tornou-se responsável pela salvação eterna de todos os que lhe obedecem, porque ele tem sido chamado especificamente por Deus como sumo sacerdote à maneira de Melquisedeque.” Ele mostrou-se digno de servir como Agente Principal da Regência Divina.

  • Sigamos o Agente Principal da Regência Divina
    A Sentinela — 1973 | 15 de junho
    • Sigamos o Agente Principal da Regência Divina

      1. (a) Por que não valia para com o novo pacto, para os judeus naturais, circuncisos, a decisão tomada pelos seus antepassados no monte Sinai? (b) A quem tinham de imitar estes judeus, e de que modo?

      PARA os judeus naturais, circuncisos, a situação não era mais a mesma depois de Jesus Cristo ter subido até a presença celestial de Jeová Deus e oferecido a ele o mérito precioso de seu sacrifício humano. Este foi o motivo de se cancelar o antigo pacto mosaico e de se validar um novo pacto, com o sangue do Filho de Deus, o Mediador deste pacto. A oportunidade de ser incluído neste novo pacto foi primeiro oferecida aos judeus naturais. Seus antepassados, quinze séculos antes, haviam declarado ao mediador Moisés: “Tudo o que Jeová falou estamos dispostos a fazer.” Mas isto não valeu para seus descendentes, no que se referia ao novo pacto. Para este último pacto, havia um novo mediador, maior do que Moisés, a saber, Jesus Cristo. Para serem aceitos no novo pacto, tinham de responder a este Mediador melhor e maior: “Tudo o que Jeová falou estamos dispostos a fazer e a ser obedientes.” Imitando o Agente Principal da Regência Divina, Jesus Cristo, o Mediador, estes judeus naturais tinham de se apresentar a Jeová, para fazer a sua vontade, conforme lhes era transmitida mediante este Mediador novo e maior.

      2. Segundo o que Pedro disse aos judeus em Pentecostes de 33 E.C., o que havia Deus feito com Jesus mudando a situação para aquelas judeus naturais?

      2 Deveras, havia surgido uma nova situação para os judeus naturais, e eles tinham de ajustar-se individualmente a ela. O apóstolo cristão Pedro salientou-lhes isto no dia festivo de Pentecostes, de 33 E. C., depois de Jeová Deus, por meio de Jesus Cristo, ter derramado o espírito santo sobre os seguidores fiéis do Agente Principal da Regência Divina. Depois de explicar o que havia ocorrido milagrosamente e o motivo disso, Pedro disse àqueles milhares de judeus reunidos: “Realmente, Davi não ascendeu aos céus, mas ele mesmo diz: ‘Jeová disse ao meu Senhor: “Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos como escabelo para os teus pés.”‘ Portanto, que toda a casa de Israel saiba com certeza que Deus o fez tanto Senhor como Cristo, a este Jesus, a quem pendurastes numa estaca.” — Atos 2:34-36.

      3. (a) Como se mostrariam estes judeus dignos de serem aceitos no novo pacto, conforme lustrado pelos seus antepassados no monte Sinai? (b) Depois de fazerem o que Pedro e os outros apóstolos lhes disseram o que indicaria que aqueles judeus haviam sido aceitos no novo pacto?

      3 Então, nesta nova série de circunstâncias, como declararam aqueles judeus ouvintes: “Tudo o que Jeová falou estamos dispostos a fazer”, mostrando-se assim dignos de ser aceitos no novo pacto! Fizeram isso pela aceitação de Jesus, que havia sido pendurado numa estaca, como seu Senhor e como o Cristo ou Messias de Jeová, bem como seu Mediador predito e prefigurado pelo profeta Moisés. Não podiam receber a salvação de nenhum outro modo. Milhares daqueles judeus sentiram-se compungidos no coração com o que ouviram Pedro dizer. Portanto, quando perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: ‘Irmãos, o que havemos de fazer?”, Pedro indicou-lhes o Agente Principal da vida, da parte de Deus, por dizer: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado no nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados, e recebereis a dádiva gratuita do espírito santo. Porque a promessa é para vós e para os vossos filhos, e para todos os que estão longe, tantos quantos Jeová, nosso Deus, chamar a si. . . . Sede salvos desta geração pervertida.” (Atos 2:37-40) Se depois de serem imersos em água recebessem a dádiva gratuita do espírito santo de Deus, mediante Cristo, significaria que foram aceitos no novo pacto.

      4. O que significava, então, o batismo em água daqueles judeus?

      4 Então, o que simbolizou seu batismo em água? Visto que seu batismo devia ser “no nome de Jesus Cristo” e visto que seria precedido pelo seu arrependimento para com Jeová Deus, simbolizou que se apresentavam a Deus para fazer a sua vontade. Fazerem a vontade dele incluía aceitar a Jesus Cristo como o “Senhor” dado por Deus e como seu “Cristo” ou Messias dado por Deus.

      5, 6. (a) Por meio de quem receberiam o perdão de seus pecados, e quais eram os seus pecados que precisavam então ser perdoados? (b) Segundo Hebreus 9:14, em que resultaria para eles o perdão de seus pecados?

      5 Sem aceitarem a Jesus Cristo como “tanto Senhor como Cristo”, não poderiam obter “o perdão de [seus] pecados”. Estes pecados que Deus lhes perdoava então por meio de Jesus Cristo não eram pecados cometidos contra o pacto da Lei mosaica. Aquele pacto com o Israel natural já havia passado, já havia sido cancelado, e já se havia mediado o prometido novo pacto, por meio do Mediador melhor, Jesus Cristo. Portanto, os pecados de que precisavam arrepender-se para com Deus eram principalmente seus pecados contra Deus, por terem participado em pendurar o Filho dele, Jesus Cristo, num madeiro, bem como de seus pecados em geral. Receberem o perdão dos pecados por parte de Deus, mediante Cristo, resultaria em obterem uma boa consciência. Sobre isso lemos:

      6 “Quanto mais o sangue do Cristo, o qual, por intermédio dum espírito eterno, se ofereceu a Deus sem mácula, purificará as nossas consciências de obras mortas, para que prestemos serviço sagrado ao Deus vivente?’’ — Heb. 9:14.

      7. Em harmonia com os termos do novo pacto, o que se prometia a respeito dos pecados, e por meio de quem foram aqueles judeus batizados aceitos neste pacto?

      7 Este perdão dos pecados, que resulta numa boa consciência para com Deus, fora prometido por Ele nos termos do novo pacto. Quando Jeová predisse o novo pacto, por meio do profeta Jeremias, ele encerrou esta profecia por dizer: “Porque perdoarei seu erro e não me lembrarei mais do seu pecado.” (Jer. 31:31-34) Séculos depois, quando o apóstolo Paulo escreveu aos hebreus cristianizados, que eram descendentes naturais de Abraão, o “amigo de Jeová”, ele citou a profecia de Jeremias e prosseguiu: “‘Porque serei misericordioso para com as suas ações injustas e de modo algum me lembrarei mais dos seus pecados.’ Ao dizer ‘um novo pacto’, tornou obsoleto o anterior. Ora, aquilo que se torna obsoleto e fica velho está prestes a desaparecer.” (Heb. 8:12, 13) Portanto, segue-se logicamente que os três mil judeus que se arrependeram e que foram batizados no nome de Jesus Cristo, recebendo a dádiva gratuita do espírito santo, foram aceitos no novo pacto por meio do ‘mediador melhor’, Jesus Cristo. — Atos 2:41.

      8, 9. Alguns dias depois, no templo, a quem indicou Pedro aos judeus, e o que disse que eles precisavam fazer, com que resultado para eles?

      8 Alguns dias depois daquele acontecimento em Pentecostes, Pedro e João encontravam-se no templo em Jerusalém. Dirigindo-se à multidão reunida em volta deles, Pedro salientou novamente aos judeus o Agente Principal da regência divina. Pedro salientou também a necessidade que eles tinham de se arrepender e ser convertidos,

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