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  • Porco (Suíno)
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    • compara a mulher exteriormente bela, mas que não é sensata.

      Ao passo que algumas outras nações não comiam carne de porco, para os gregos esta era uma comida requintada. Assim sendo, provavelmente como resultado da influência helenistica, na época do ministério terrestre de Jesus Cristo havia, pelo visto, um bom número de porcos na Palestina, especialmente na região da Decápolis. No país dos gadarenos havia, pelo menos, uma vara de cerca de 2.000 porcos. Quando Jesus permitiu que os demônios que ele expulsara entrassem nesta grande vara, todos os animais, até o último deles, lançaram-se num precipício e se afogaram no mar. — Mat. 8:28-32; Mar. 5:11-13.

      OS DEMÔNIOS EXPULSOS QUE ENTRARAM NOS SUÍNOS

      Não se pode atribuir a Jesus nenhuma falha por ter deixado que os demônios entrassem nos suínos, especialmente visto que certos fatores não expressos talvez estivessem bem possivelmente envolvidos, tais como se os donos dos suínos eram judeus, sendo assim culpados de desrespeitar a Lei. Não se exigia, naturalmente, que Jesus exercesse presciência quanto ao que os demônios fariam, uma vez entrassem nos animais impuros. E os demônios talvez quisessem apossar-se dos suínos a fim de derivar disso algum prazer sadístico desnatural. Também, poder-se-ia razoavelmente argüir que um homem vale mais do que uma vara de suínos. (Mat. 12:12) Ademais, todos os animais realmente pertencem a Jeová, por motivo de Ele ser seu Criador, e assim Jesus, como representante de Deus, tinha todo o direito de permitir que os demônios se apoderassem da vara de porcos. (Sal. 50:10; João 7:29) Entrarem os demônios nos suínos manifestava, de forma bem vigorosa, que tinham sido expulsos dos homens, tornando assim também bem evidente para os observadores o dano que advinha às criaturas carnais que se tornavam possessas de demônios. Demonstrava para tais observadores humanos tanto o poder de Jesus sobre os demônios como o poder demoníaco sobre criaturas carnais. Tudo isto pode ter-se enquadrado no propósito de Jesus e talvez explique a razão pela qual Jesus permitiu que os espíritos impuros entrassem nos suínos.

      EMPREGO ILUSTRATIVO

      A incapacidade dos suínos de reconhecer o valor de pérolas foi utilizada por Jesus ao ilustrar a insensatez de se partilhar coisas espirituais com aqueles que não têm nenhum apreço pelas idéias e pelos ensinos espirituais. (Mat. 7:6) E, na ilustração do filho pródigo, feita por Jesus, a degradação a que um rapaz tinha mergulhado foi acentuada por este ter de empregar-se como porqueiro, uma ocupação muitíssimo desprezível para um judeu, e por ele chegar até a desejar comer a dieta miserável destes animais. — Luc. 15:15, 16.

      O apóstolo Pedro comparou os cristãos que revertem a seu anterior proceder na vida a uma porca que retorna a seu lamaçal, depois de ter sido lavada. (2 Ped. 2:22) Não obstante, é evidente que, conforme relacionada com o porco, esta ilustração não visava ser aplicada além da aparência superficial das coisas. Em realidade, o porco, sob condições naturais, não é mais sujo do que os demais animais, embora se chafurde no lamaçal, de tempos a tempos, a fim de resfriar-se do calor do verão, e para remover parasitos externos de seu couro.

  • Porco-espinho
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    • PORCO-ESPINHO

      Grande roedor que se caracteriza por seus espinhos ou picos protetores. Existe considerável disputa quanto ao significado exato da palavra hebraica qippódh. Contudo, apesar dessa incerteza, existe boa base para se traduzir coerentemente qippódh quer como “porco-espinho” quer como “ouriço-cacheiro”, em vez de “abetouro”, ou “garça”. Tanto os léxicos antigos como os modernos geralmente alistam o “ouriço-cacheiro” ou “porco-espinho” como definindo qippódh em todos os casos. Estas traduções gozam do apoio da Septuaginta e da Vulgata, bem como da etimologia do hebraico, e das línguas aparentadas, tais como o aramaico, o árabe e o etíope. O fato de que tanto o porco-espinho como o ouriço-cacheiro assumem a forma duma bola quando em perigo se harmoniza com a raiz (que significa “ajuntar-se ou formar bola”) da qual se crê que qippódh se deriva.

      À base das inferências tiradas de Isaías 14:23 e de Sofonias 2:14 a respeito da desolação das cidades de Babilônia e de Nínive, alguns suscitam a objeção de que o porco-espinho (ou o ouriço-cacheiro) não poderia ser o animal tencionado, visto que tal criatura não freqüenta banhados de juncos, nem pode cantar ou subir até o topo de colunas. No entanto, segundo Isaías 14:23, não seriam os banhados de juncos, e sim a cidade de Babilônia que se tornaria o habitat dos porcos-espinhos. É interessante que certo explorador das ruínas de Babilônia relatou ter encontrado “quantidades de espinhos de porcos-espinhos”. Similarmente, a referência a uma voz “cantando na janela” na desolada Nínive pode aplicar-se a qualquer ave que pudesse empoleirar-se numa janela deserta, ou até mesmo ao som do vento, e não precisa aplicar-se necessariamente ao porco-espinho. (Sof. 2:14) Quanto a ‘passar’ o porco-espinho “a noite entre os seus capitéis [a parte mais elevada das colunas]”, é preciso lembrar que o quadro representado é o de uma cidade em ruínas. Assim sendo, certamente é possível que as colunas sejam aqui consideradas como estando caídas ao solo.

  • Pórfiro
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    • PÓRFIRO

      Uma espécie de pedra geralmente vermelho-escura, púrpura ou às vezes verde, que contém cristais de feldspato. Junto com o mármore e a pérola, foi empregada para pavimentar o palácio persa em Susã, nos dias do Rei Assuero. — Ester 1:6.

  • Portal
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    • PORTAL

      A entrada para um aposento, uma casa ou algum outro prédio. Consiste em: (1) a verga ou lintel, uma barra horizontal de madeira ou de pedra que se estende pelo alto da abertura da porta, e que suporta o peso da estrutura acima da porta; (2) as duas ombreiras eretas da porta, uma de cada lado do portal, em que repousa a verga; (3) a própria porta; (4) o limiar ou soleira da porta. — Êxo. 12:7, 22, 23.

      A porta era geralmente feita de madeira, e muitas portas giravam sobre gonzos ajustados nos encaixes da verga, e da soleira. (Pro. 26:14) Os gonzos da porta eram amiúde de madeira. As portas das casas medianas eram pequenas, e não muito ornadas.

      Para o limiar geralmente se utilizava madeira ou pedra. As portas das casas ou portões eram, às vezes, trancadas por meio de barras ou traves de madeira ou de ferro (Isa. 45:2; Deut. 3:5; 2 Crô. 8:5; 14:7), geralmente afixadas dum modo que permitia deslizarem em encaixes das ombreiras das portas ou portões. Utilizavam-se, até certo ponto, aldravas de metal, mas a Bíblia não afirma especificamente que os hebreus as usavam. Para despertar os ocupantes duma casa, a pessoa batia à porta da casa ou do portal. — Cân. 5:2; Atos 12:13.

  • Porta-lume
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    • PORTA-LUME

      Veja INCENSÁRIO (PORTA-LUME).

  • Porta, Portão
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    • PORTA, PORTÃO

      A Bíblia menciona vários tipos diferentes de portas e portões: (1) o portão do acampamento (Êxo. 32:26, 27), (2) o portão da cidade (Jer. 37:13), (3) o portão do pátio do tabernáculo (Êxo. 38:18), (4) “os portões do Castelo que pertence à casa” (Nee. 2:8), (5) as portas ou portões do templo (Atos 3:10), e (6) a porta duma casa. — Atos 12:13, 14.

      CONSTRUÇÃO

      As cidades geralmente possuíam tão poucas portas quantas possível, uma vez que estas eram os pontos vulneráveis de suas fortificações, algumas cidades só possuindo uma única porta. Quando havia muros internos e externos, havia, naturalmente, portas em cada muro. Os portões primitivos eram em forma de L, a fim de dificultar a entrada do inimigo. Mais tarde, depois de ser introduzido o carro ou carruagem (c. século XVIII AEC), as portas da cidade possuíam uma entrada reta e direta. Em algumas ruínas escavadas, a porta da cidade se compõe de uma entrada, flanqueada por torres quadradas que dão para um vestíbulo de c. 15 a 20 m de comprimento. A passagem através do vestíbulo era ladeada por até seis pilastras, o que estreitava a passagem em três lugares. Em certos casos, talvez houvesse dois ou três conjuntos de portas menores para estas portas profundas. Pequenos aposentos encerrados pelos muros do vestíbulo eram utilizados como alojamento para a guarda. No templo visionário de Ezequiel, os portões dispunham de saletas para a guarda. (Eze. 40:6, 7, 10, 20, 21, 28, 29, 32-36) Algumas portas possuíam um teto sobre o vestíbulo, e algumas tinham vários pavimentos, conforme se evidencia pelas escadas encontradas dentro delas. — Compare com 2 Samuel 18:24, 33.

      Escavaram-se antigas cidades-fortalezas que apresentavam pequenas poternas ou portas laterais. Estas se achavam, às vezes, no fundo dum antemuro, e permitiam o fácil acesso dos habitantes da cidade durante os tempos de paz. Em épocas de sítio, aparentemente, elas eram usadas como portas de incursão, através das quais os defensores podiam lançar-se ao ataque contra os sitiantes e, ao mesmo tempo, receber o fogo de cobertura de seus camaradas colocados sobre os muros.

      As portas dos portões duma cidade eram geralmente de madeira recoberta com placas de metal; de outra forma, o inimigo poderia atear fogo nelas. Algumas talvez fossem feitas de ferro, como se dava nos dias dos apóstolos. (Atos 12:10) Os portões da cidade de Babilônia, segundo se afirma, possuíam portas de cobre e barras de ferro. (Isa. 45:2; compare com Salmo 107:2, 16.) Algumas portas possuíam evidentemente trancas de madeira. (Naum 3:13) Encontraram-se certos povoados da Síria que possuíam portas maciças de pedra, feitas de um único bloco de pedra com vários centímetros de espessura e c. 3 m de altura, girando em pivôs na parte de cima e de baixo. O feito de Sansão, de pegar as portas do portão de Gaza, junto com suas duas ombreiras e sua tranca, e levá-las para o cume do “monte que está defronte de Hébron” não foi, em vista de tais fatores, algum feito insignificante. Naturalmente que foi realizado por meio do poder energizante do espírito de Jeová. Juí. 16:3.

      FUNÇÃO

      Os portões eram centros de assembléias públicas e da vida pública. Perto dos portões geralmente havia locais amplos, tais como a praça pública situada diante do Portão das Águas em Jerusalém. (Nee. 8:1) Havia uma eira à entrada do portão de Samaria. (1 Reis 22:10) Os portões, ou portas, eram os centros de notícias da cidade, não só devido à chegada de viajantes e de comerciantes, mas também porque quase todos os trabalhadores entravam e saiam pelo portão a cada dia, especialmente os que trabalhavam nos campos. Assim, o portão era o local para se encontrar outras pessoas. (Rute 4:1; 2 Sam. 15:2) Os mercados estavam localizados ali, alguns portões de Jerusalém recebendo os nomes dos itens ali vendidos (para exemplificar, o Portão do Peixe). (Nee. 3:3) Nos portões da cidade, os anciãos da cidade realizavam julgamentos.

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