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  • Como evitar o arrependimento
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
w70 1/5 pp. 284-286

Como evitar o arrependimento

SABE o que significa arrepender-se. É o desejo de que se pudesse fazer alguma coisa outra vez e diferente. É o pesar mental em vista de conduta ou negligência passada. Sente-se arrependido? Todos nós fizemos coisas que gostaríamos de fazer de novo e diferente.

Mas, pense por uns instantes em nosso Deus, Jeová, neste respeito. A Bíblia diz: “A Excelência de Israel não se mostrará falso e não terá lástima, pois ele não é homem para ter lástima.” (1 Sam. 15:29) Jeová não sente arrependimento. Quando ele olha para trás, não há lugar nem tempo, nos infindáveis milênios que já passaram, em que ele tivesse cometido um engano ou agido de modo imprudente, injusto ou desamoroso. Quando Jeová faz alguma coisa, esta está desde o início certa e nunca precisa ser mudada.

O mesmo não se pode dizer dos homens. Isto inclui todos os servos terrestres de Jeová, excluindo-se, naturalmente, o homem perfeito Jesus Cristo. — 1 Ped. 2:22.

EXEMPLOS DE ARREPENDIMENTO DE HOMENS

Por exemplo, houve o caso do servo de Deus, Moisés. Moisés teve de lidar quarenta anos com o povo rebelde de Israel. Esforçava-se com eles e às vezes contendia com eles, procurando ajudá-los a obter a aprovação de Jeová, para que pudessem entrar na Terra da Promessa. Por fim, após muitos anos de peregrinação no ermo, veio o tempo de entrarem na terra. Quanta alegria deve ter havido em Israel!

Mas, quando estavam para entrar, Jeová fez lembrar a Moisés e ao irmão dele, Arão, a seu próprio respeito: “[Tendes] faltado ao dever para comigo no meio dos filhos de Israel, junto às águas de Meribá de Cades, no ermo de Zim.” Por isso, Deus disse a Moisés: “Verás a terra à distância, mas não entrarás lá na terra que dou aos filhos de Israel.” (Deu. 32:49-52) Como Moisés deve ter-se lembrado com arrependimento da maneira em que tratara do assunto em Meribá! — Núm. 20:9-13.

Depois houve o caso do servo de Deus Davi, o qual, de modo impróprio, fez o censo de Israel. Ele teve de prestar contas disso e suplicou então a Jeová: “Pequei muitíssimo naquilo que fiz. . . . por favor, deixa passar o erro do teu servo; pois agi muito nesciamente.” (2 Sam. 24:10) É evidente que o coração de Davi estava cheio de remorso por causa daquilo que fizera. Seu erro fora deveras sério; com o tempo, resultou na perda de 70.000 vidas dentre o povo. (2 Sam. 24:15) Como se sentiria a respeito dum erro que por fim custasse a perda de 70.000 vidas?

O apóstolo cristão Pedro foi outro exemplo. Jesus, na noite antes de sua morte, fez uma predição ominosa a respeito de Pedro. “Esta noite”, disse Jesus, “antes de cantar o galo, repudiar-me-ás três vezes”. Pedro parecia indignar-se de que o Amo até mesmo sugerisse tal coisa! “Mesmo que eu tenha de morrer contigo, de modo algum te repudiarei”, protestou Pedro. — Mat. 26:34, 35.

Mas, os eventos rápidos daquela noite mudaram prontamente a situação para ele. Dentro de poucas horas, Pedro viu-se acusado perante homens que não compartilhavam a sua fé: “Este homem estava com Jesus, o nazareno.” Antes de se dar conta do que acontecia, dissera-lhes repetidas vezes: “Não conheço este homem!” Finalmente cantou o galo. O pleno peso do erro de Pedro recaiu sobre ele com impacto esmagador. Quebrantado de coração, “saiu e chorou amargamente”. (Mat. 26:70-75) Palavras dificilmente podem explicar o pesar que Pedro sentiu no arrependimento.

A lista poderia continuar. Dificilmente poderíamos mencionar um servo fiel de Deus, do passado, sem descobrir que ele teve razão pessoal para sentir-se arrependido. Sem dúvida, o mesmo se deve dar hoje. O que se dá no seu caso? De que é que está arrependido?

Pense no passado, digamos nos últimos cinco anos. Pode lembrar-se de coisas que aconteceram durante estes anos, das quais tem agora razão para se arrepender? Presumiu demais, assim como Moisés, sofrendo depois por causa disso? Ou, como no caso de Davi, resultaram as ações impróprias suas em prejuízo de outros? Comportou-se alguma vez como Pedro, deixando que o medo dos outros o induzisse ao proceder errado? Ou, no seu caso, talvez houvesse outras razões para se arrepender. Todos nós conhecemos o sentimento desagradável do arrependimento. A questão é: O que podemos fazer a respeito?

DEVEMOS FICAR PREOCUPADOS?

Muitos se preocupam. Mas, será o problema resolvido pela preocupação? Pedir desculpas ao ofendido talvez ajude a restabelecer as boas relações com ele. Mas a preocupação é só perda de tempo, e uma perda perigosa ainda por cima. Muitas vezes resulta na perda do sono, em úlceras e em sérias dificuldades, visto que a mente não se concentra no trabalho a fazer. Em vez de solucionar o problema, produz outros.

Quando alguém agiu de modo impróprio, talvez violando a lei de Deus ou desconsiderando o conselho de Sua Palavra, então deve procurar obter o perdão de Deus. Procedendo assim, deve aproveitar-se das provisões feitas por Deus. Jesus instruiu seus seguidores a orar a Deus pedindo perdão. (Mar. 11:24, 25) Não disse que eles seriam recompensados pela preocupação, mas sim por pedirem com fé. Jeová fez a provisão do perdão dos pecados daqueles que realmente se arrependem, que corrigem seu proceder e procuram humildemente seu perdão, à base do resgate. — Atos 3:19; 1 João 2:1, 2.

EVITAR O QUE CAUSA ARREPENDIMENTO

Nossa preocupação principal, agora, deve ser com o presente e o futuro. Precisamos manter o proceder de fidelidade que impeça quaisquer possíveis arrependimentos no futuro. Assim como olhamos para trás, para os últimos cinco anos, olhemos agora para a frente, para cinco anos no futuro. Será então 1975. Que arrependimentos teremos então? O que estamos fazendo agora mesmo, ou deixamos de fazer agora, que depois de anos gostaríamos de ter feito ou de ter feito diferente?

Jeová nos deu informações suficientes para que possamos saber definitivamente qual a tendência dos eventos futuros. A sua Palavra revela que, sem dúvida, nos aproximamos rapidamente do fim deste inteiro sistema iníquo de coisas. (Mat. 24:3-14; 2 Tim. 3:1-5; 1 João 2:17) O intenso ódio e a violência se tornarão ainda mais ardentes. O desrespeito pela lei se tornará pior. Prevalecerá antagonismo contra tudo o que for religioso. Este espírito se tornará tão forte, que por fim resultará na destruição de todo o império da religião falsa, Babilônia, a Grande. — Rev. 18:1-8.

Portanto, quando em breve chegar o fim deste sistema de coisas, qual será a nossa maior necessidade, o nosso bem mais valioso? Não será nosso dinheiro, nem os bens materiais. Não serão quaisquer elementos amistosos do mundo. Não, mas o nosso bem mais valioso e a nossa maior necessidade será a fé inabalável em nosso Deus, Jeová.

Precisamos ter a absoluta certeza, no coração e na mente, de que Jeová realmente vive e de que tudo o que a Bíblia diz a Seu respeito é veraz. Teremos de ter firme convicção de que nossa salvação é garantida, mesmo que o Diabo consiga tirar-nos a vida. Neste tempo, se houver quaisquer dúvidas na sua mente, quaisquer fraquezas na sua fé, se não estiver absolutamente convencido de que aquilo em que crê é verdadeiro, vai ter alguma coisa de que se arrepender. Será difícil, senão impossível, permanecer firme sem tal fé.

A atividade mais urgente em que precisamos empenhar-nos agora é a de edificar, fortalecer e firmar a nossa fé. Como sempre, Jeová fez provisões para tal necessidade. Todo o necessário para a edificação da fé se encontra nas atividades diárias da congregação cristã. A fé é edificada pela oração persistente, pelo estudo diário da Palavra de Deus, pela associação com outros de fé igual, pela freqüência fiel às reuniões e pela participação regular no ministério.

O povo de Jeová seria muito imprudente se negligenciasse tais provisões vitais. Quão tolo seria considerar a oração como apenas necessária em tempos de necessidade urgente! Que erro seria considerar o estudo da Palavra de Deus como estafa a ser evitada! Quão pouco perspicaz seria considerar a necessidade de se evitarem as associações mundanas como restrição injusta! Quão imaturo seria considerar as reuniões como de pouca importância no horário das nossas atividades semanais! Que falta de apreço demonstraríamos se participássemos apenas irregularmente no ministério!

Até que ponto está envolvido neste programa? Participa fielmente ou está apenas ocasionalmente presente? É apoiador ativo ou espectador desinteressado? Preocupa-se principalmente com os interesses pessoais e o empenho neles? Baseados naquilo que aprendemos da Palavra de Deus, podemos avaliar que aqueles que agora negligenciam suas necessidades espirituais desejarão certo dia que não o tivessem feito. Estão criando razões para arrependimento.

Não queremos ter estes arrependimentos. O apóstolo Paulo aconselha-nos sabiamente quando nos exorta: “Faze o máximo para te apresentar a Deus aprovado, obreiro que não tem nada de que se envergonhar [isto é, nada de que se arrepender], manejando corretamente a palavra da verdade.” (2 Tim. 2:15) Deixe-se guiar pela “palavra da verdade”. Aplique seus princípios em todos os assuntos da vida. Mantenha os olhos fixos na maravilhosa esperança que traz à sua atenção. Por fazer isso, poupar-se-á muitíssimas experiências que só lhe causariam arrependimento.

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