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  • Grande testemunho mundial em 1972!
    A Sentinela — 1973 | 15 de maio
    • ano do serviço de 1973 muitos considerem com oração a sua situação e achem possível entrar no serviço de pioneiro regular ou temporário. Se fizerem isso, ultrapassaremos as muitas horas dedicadas à pregação em 1971, quando se atingiu um auge. Embora tenhamos gasto 57.430 horas menos neste ano passado em comparação com o de 1971, certamente tivemos muito mais pessoas na obra da pregação e maior número de pessoas batizadas.

      9, 10. (a) Até que ponto abençoou Jeová esta obra de pregação nos últimos poucos anos? (b) Portanto que pergunta surge, com que resposta bastante óbvia?

      9 À base deste breve resumo do relatório de serviço de 1972 podemos ver que as testemunhas de Jeová, em toda a terra, certamente gozam da rica bênção do Deus em cujo nome preferem andar. (Miq. 4:5) Sem dúvida, Ele prospera a obra feliz em que estão empenhadas para o Seu louvor. Imagine só! Só nos últimos cinco anos, 680.871 pessoas dedicaram sua vida a fazer a suprema vontade Dele!

      10 Deseja apegar-se firmemente à verdadeira vida, a vida eterna numa terra paradísica? Então não demore em passar a associar-se com estes dedicados seguidores das pisadas do Senhor Jesus Cristo. Daí, junto com eles, poderá participar na adoração e no serviço de Jeová Deus.

  • Como a chefia celestial dirige uma congregação terrestre
    A Sentinela — 1973 | 15 de maio
    • Como a chefia celestial dirige uma congregação terrestre

      DEPOIS de Cristo Jesus ter morrido, ter sido ressuscitado e ter subido ao céu, quem assumiu a liderança do corpo de discípulos na terra?

      Não foi uma única pessoa. Jesus dissera antes aos seus discípulos que não deviam ser chamados “‘líderes’, pois o vosso Líder é um só, o Cristo”. (Mat. 23:10) Sim, embora Cristo Jesus ‘se assentasse à direita de Deus nos lugares celestiais’, ele foi feito “cabeça sobre todas as coisas para a congregação”. “Ele é a cabeça do corpo, a congregação.” — Efé. 1:20, 22; Col. 1:18.

      Mas como podia Cristo Jesus exercer a chefia desde o céu? Enviava regularmente mensagens por meio de anjos? Se não era assim, não precisava ele de algum homem, tal como Pedro, para ser seu representante principal, seu vigário (substituto), na terra?

      O registro bíblico mostra que, embora mensageiros angélicos levassem ocasionalmente instruções à jovem congregação cristã, este não era o meio principal pelo qual Jesus exercia a chefia. E embora certos apóstolos e discípulos de Jesus fossem designados para ministrar seus irmãos em determinada região, assim como Paulo, Pedro e outros, ainda assim não se designou nenhuma pessoa exclusiva para supervisionar a congregação em escala global.

      Mas, não figurou Pedro com destaque nos assuntos da congregação, tanto antes como durante e depois de Pentecostes de 33 E. C.? Sim, foi ele quem levantou a questão da substituição do Judas infiel, apresentando motivos bíblicos para isso perante os discípulos reunidos. Teve destaque especial em Pentecostes, e depois atuou mais de uma vez como porta-voz dos discípulos (às vezes junto com João) e evidentemente agiu como presidente em certas reuniões. (Atos 1:15-22; 2:14, 37; 4:8-20; 5:1-9, 27-32) Mas, tornou-se com isso o chefe visível da congregação? Ficaram os outros apóstolos e discípulos em toda a terra ainda todos sujeitos à sua designação e ao seu controle?

      Não, não foi assim. Por exemplo, não foi Pedro quem escolheu o substituto de Judas para o corpo dos apóstolos. Os reunidos escolheram dois candidatos, e Jeová Deus manifestou então a sua escolha. (Atos 1:23-26) O dinheiro contribuído não foi entregue a Pedro, mas depositado “aos pés dos apóstolos”. (Atos 4:34-37; 5:1, 2) Quando um problema sério ameaçava dividir a congregação, o corpo dos apóstolos fez a designação de homens para resolver o problema. (Atos 6:1-6) E depois de a obra evangelizadora de Filipe em Samaria ter produzido muitos discípulos, o relato em Atos 8:14, 15, nos diz: “Quando os apóstolos em Jerusalém ouviram que Samaria havia aceito a palavra de Deus, mandaram-lhes Pedro e João; e estes desceram e oraram para que recebessem espírito santo.” De modo que Pedro não agiu unilateralmente, como uma espécie de “príncipe dos apóstolos”, mas ficou ele mesmo sujeito à designação e direção do corpo apostólico. Nesta designação serviu como seu representante.

      CHEFIA EXERCIDA POR MEIO DO ESPÍRITO SANTO E DA PALAVRA DE DEUS

      Cristo Jesus prometera aos seus discípulos que lhes enviaria um “ajudador”. Era este algum homem? Não, mas era o espírito santo ou a força ativa de Deus, que os habilitaria a lembrar-se do que ele disse e fez, e que os guiaria em toda a verdade. (João 14:16, 17, 26; 15:26; 16:13) Dar-lhes-ia poder para realizar seu ministério designado. (Atos 1:4, 5, 8) Esta promessa foi cumprida, especialmente a partir de Pentecostes do ano 33 E. C. Jesus, como Superintendente da congregação cristã, empregou o espírito de Deus em sentido governamental, orientando a escolha de homens para missões especiais e para exercerem a supervisão nas congregações locais. (Atos 13:2-4; 20:28) Por meio dele indicou-lhes onde deviam concentrar seus esforços ministeriais na evangelização, tanto atuando-os como restringindo-os. (Atos 16:6-10; 20:22) Era tudo isso automático, sem esforço de sua parte? Não, embora aquele espírito pudesse ser obtido por todos eles como “dádiva gratuita” de Deus, em Pentecostes tiveram de ser batizados e foi preciso que os apóstolos depois lhes impusessem as mãos. Depois do batismo com espírito santo, estes cristãos ungidos queriam produzir os frutos do espírito santo. E por isso podiam pedi-lo a seu Pai celestial, podiam procurá-lo sinceramente. — Atos 2:38; Luc. 11:9-13.

      Mas, ter a orientação de Cristo por meio do espírito santo exigiu mais alguma coisa. Exigiu o contínuo reconhecimento da soberania de Jeová Deus e a submissão a ela. Como o apóstolo Pedro disse ao supremo tribunal judaico ou Sinédrio, Deus dá espírito santo apenas “aos que obedecem a ele como governante”. (Atos 5:32) Isto exige também o reconhecimento da chefia do Ungido de Deus, o Senhor Jesus, conforme se vê no caso de certos discípulos efésios, que só receberam o espírito santo quando “foram batizados no nome do Senhor Jesus”. (Atos 19:1-6) Significa também aderência de todo o coração à Palavra de Deus, que Jesus proclamou aos seus discípulos e na qual lhes ensinou ter absoluta confiança. Não deixar que esta Palavra reja a sua vida e suas decisões significaria resistir ao espírito santo. (Atos 7:51-53; 1 Tes. 4:8) Mas os discípulos, por se aproveitarem humilde e sinceramente destas provisões divinas, do espírito e da Palavra de Deus, podem

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