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    • PELEGUE

      [divisão; corrente]. Filho de Éber e pai de Reú, da linhagem que ia de Sem até Abraão, e, portanto, um antepassado bem antigo de Jesus. Pelegue viveu 239 anos (2269-2030 AEC) e deu origem a uma das setenta famílias pós-diluvianas. — Gên. 11:16-19; 1 Crô. 1:24-27; Luc. 3:35.

      Pelegue recebeu este nome porque “nos seus dias foi dividida a terra”. (Gên. 10:25; 1 Crô. 1:19) O conteúdo destes trechos não diz que tal divisão notável ocorreu por ocasião do nascimento de Pelegue, cem anos depois do Dilúvio, mas simplesmente “nos seus dias”. Caso tal nome lhe tenha sido dado por ocasião do seu nascimento, isto foi possivelmente profético da dispersão que se originou da confusão das línguas na Torre de Babel. — Gên. 11:1-9; compare com o nome Noé (que significa “descanso”), que também se revelou profético, Gênesis 5:29.

  • Peles
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    • PELES

      A pele é classificada como órgão do corpo, e, deveras, ela realiza muitas funções que contribuem para o bem-estar do corpo, incluindo a sua proteção, a regulagem da temperatura corpórea, e a eliminação de certos resíduos. A Bíblia menciona as afecções da pele (Lev. 13:1-46; 21:20; Deut. 28:27) e certos efeitos deteriorantes da doença e da inanição sobre a pele. — Jó 7:5; 30:30; Lam. 4:8; 5:10.

      De acordo com a Lei, as peles dos animais que tinham sido utilizados para certas ofertas pelo pecado eram queimadas fora do acampamento de Israel, ou fora da porta de Jerusalém. (Êxo. 29:14; Lev. 4:11, 12; 8:17; 9:11; 16:27; Heb. 13:11) O sacerdote recebia a pele do animal apresentado por um israelita como oferta queimada. — Lev. 7:8.

      Jeová proveu vestes de peles para Adão e Eva cobrirem sua nudez, depois de terem pecado. (Gên. 3:21) Peles não-curtidas eram usadas como vestes por alguns, notadamente por alguns profetas (2 Reis 1:8; Mat. 3:4), incluindo alguns falsos profetas. (Zac. 13:4) Peles de animais também serviam para sandálias (Eze. 16:3, 10), sacolas (1 Sam. 17:40), odres para água, leite, vinho, etc. (Gên. 21:14; Jos. 9:13; Juí. 4:19; Mat. 9:17), como peles de tambor, e, possivelmente, como base ressoadora do nével, ou “instrumento de cordas”. (Isa. 5:12) Utilizaram-se peles como coberturas para o tabernáculo. — Êxo. 25:2, 5; 26:14; 35:7, 23; 36:19.

      A pele de ovelha, de cabrito ou de bezerro também era empregada como material de escrita. — Veja PERGAMINHO.

      EMPREGO FIGURADO

      A respeito de Jó, Satanás disse a Jeová: “Pele por pele, e tudo o que o homem tem dará pela sua alma.” (Jó 2:4) Desta forma, o Diabo questionou a integridade do homem.

      O próprio Jó disse: “Eu escapo com a pele dos meus dentes.” (Jó 19:20) Isto se harmoniza com o fato de que o esmalte dos dentes é produzido por células epiteliais ou da pele. Uma possível leitura é: “E minha carne se torna sem pêlos em meus dentes.” (Compare com Jó 13:14.) Mas, aceitando-se a leitura usual, Jó provavelmente queria dizer que ele mal conseguira escapar da morte.

  • Pelicano
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    • PELICANO

      [Heb., qa’áth]. Entende-se, em geral, que o nome hebraico desta ave significa “o vomitador” (Heb., qoh’, “vomitar”). Os tradutores da Septuaginta grega e da Vulgata latina identificaram a palavra hebraica com o “pelicano”. Figura na lista das aves designadas “impuras” na Lei mosaica. — Lev. 11:13, 18; Deut. 14:11, 12, 17.

      A característica mais distintiva do pelicano é a grande bolsa guiar elástica que pende de seu longo bico. Esta bolsa é utilizada para a captura de presas. O pelicano alimenta seus filhotes por regurgitar do estômago alimento parcialmente digerido, até mesmo expelindo pequenos peixes inteiros quando as aves novas atingem suficiente tamanho. A ave-mãe abre o bico e permite que o filhote examine sua ampla garganta, à cata de alimento regurgitado. Assim, o nome hebraico se ajusta apropriadamente ao pelicano.

      O pelicano é uma das maiores aves, atingindo c. 1,50 m de comprimento e tendo asas de uma envergadura majestosa de até uns 2,40 m, ou mais. O bico amarelado é longo e adunco, e a bolsa guiar não é quase percebida, quando vazia. Pesadões em terra firme, os pelicanos são voadores fortes e graciosos, e sabe-se de casos em que chegaram até a construir ninhos a 97 km de seus locais de pesca. São exímios pescadores e suas patas palmadas lhes permitem executar manobras rápidas na água.

      Quando o pelicano está saciado de alimento, muitas vezes voa para um local isolado, onde assume uma postura melancólica, enfiando a cabeça entre os ombros e ficando tão imóvel que, de longe, pode ser confundido com uma pedra branca. Esta ave assume esta postura por horas a fio, deste modo se enquadrando na melancólica inatividade a que o salmista se refere quando ilustra a pungência de seu pesar por escrever que “pareço-me deveras ao pelicano do ermo”. (Sal. 102:6) O termo “ermo”, aqui, não se refere necessariamente a um deserto, mas simplesmente a uma área afastada das habitações humanas, talvez um pântano. Durante certas estações, os pântanos no vale setentrional do Jordão ainda são o lar de pelicanos.

      Assim, o pelicano demonstra nítida preferência por lugares não-cultivados, onde não será perturbado pelo homem. Ali faz seus ninhos, choca seus filhotes e se recolhe, depois de pescar. Devido a gostar de lugares isolados e desolados, a Bíblia emprega esta ave como símbolo da completa desolação. Para simbolizar a vindoura desolação de Edom, Isaías predisse que o pelicano ocuparia aquela terra. (Isa. 34:11) Sofonias profetizou que os pelicanos morariam entre os capitéis de Nínive, indicando a ruína e a ausência totais de representantes do gênero humano. — Sof. 2:13, 14.

  • Pêlo
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    • PÊLO

      Veja CABELO (PÊLO) .

  • Pelourinho
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    • PELOURINHO

      Este termo traduz o vocábulo hebraico tsinóq (Jer. 29:26; NM; nota da versão de Darby, em inglês), e parece designar um instrumento para prender o pescoço, e, talvez, também os braços. Mas é incerto o significado do termo hebraico.

  • Pendurar
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    • PENDURAR

      [do heb., taláh, “pendurar, suspender”; compare com seu emprego no Salmo 137:2; Isaías 22:24; Ezequiel 15:3]. Sob a Lei dada por Jeová a Israel, certos criminosos podiam ser pendurados numa estaca, depois de terem sido mortos como ‘amaldiçoados por Deus’, sendo expostos em público qual exemplo ou como advertência. O morto assim pendurado na estaca devia ser retirado dela antes do cair da noite, e então enterrado; deixá-lo na estaca durante a noite toda aviltava o solo dado por Deus aos israelitas. (Deut. 21:22, 23) Israel seguia esta regra, mesmo quando o executado não era israelita. — Jos. 8:29; 10:26, 27.

      Os dois filhos e os cinco netos de Saul, os quais Davi entregou aos gibeonitas para serem executados, não foram enterrados antes do anoitecer. Foram deixados expostos desde o começo da colheita de cevada (por volta de fins de abril) até à vinda da chuva, evidentemente depois de se completar a época da colheita. O motivo de se permitir que os gibeonitas seguissem um proceder diferente, neste caso, parece ter sido o de que o Rei Saul cometera um pecado nacional ao ter matado alguns gibeonitas, violando assim o pacto feito por Josué com os gibeonitas, muitos anos antes. (Jos. 9:15) Deus havia feito então que a terra sofresse uma fome durante três anos, como evidência de sua ira. Assim, os cadáveres dos pendurados na estaca ficaram expostos até que Jeová indicou que seu furor já se havia apaziguado, acabando o período de estiagem por mandar uma chuva torrencial. Davi mandou então que os ossos desses homens fossem enterrados, após o que “Deus se deixou suplicar a favor da terra”. — 2 Sam. 21:1-14, veja PREGAR (PENDURAR) NA ESTACA.

  • Penhor (Caução)
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    • PENHOR (CAUÇÃO)

      Um objeto de propriedade pessoal, tal como um anel ou uma roupa, entregue pelo devedor a seu credor como garantia de pagamento futuro duma dívida. Os regulamentos da Lei mosaica a respeito de penhores protegiam os interesses dos membros empobrecidos e indefesos daquela nação. Mostravam que Deus avaliava as dificuldades enfrentadas pelos pobres e pelas viúvas.

      Caso um homem pobre entregasse sua roupa exterior como garantia ou penhor dum empréstimo, o credor não devia ficar com ela de um dia para o outro. (Êxo. 22:26, 27; Deut. 24:12, 13) O pobre bem provavelmente usaria sua veste exterior como coberta à noite; caso se visse privado dela, talvez passasse frio. Ignorar uma pessoa a esta lei a caracterizaria como uma pessoa gananciosa e sem coração. (Jó 22:6; 24:9) Todavia, durante a apostasia de Israel, alguns não só se apoderavam das roupas dos pobres como penhores, mas também as usavam durante suas festas da religião falsa. — Amós 2:8.

      Não devolver uma “coisa tomada em penhor” foi alistado, em Ezequiel 18:10-13, junto com o roubo e o derramamento de sangue, como coisas que se juntavam para provar que um pecador impenitente merecia a morte. Por outro lado, o iníquo que abandonasse seus pecados por, entre outras coisas, “restituir a própria coisa penhorada” iria ‘positivamente continuar vivendo’. (Eze. 33:14-16) Era também proibido tomar, como penhor, um moinho manual ou sua mó superior, pois o pão era geralmente assado todo dia, e apoderar-se dos implementos necessários para moer o cereal significaria apoderar-se de “uma alma” ou vida. — Deut. 24:6.

      Protegiam-se especialmente as viúvas, uma vez que elas, como é provável, amiúde não teriam ninguém para defendê-las ou ajudá-las. A Lei proibia que, sob qualquer pretexto, alguém se apoderasse, em penhor, da roupa duma viúva. — Deut. 24:17; compare com Jó 24:3.

      Também, não era permitido entrar na casa dum homem para apoderar-se de um item penhorado. O devedor devia trazer o penhor para seu credor, do lado de fora da casa. (Deut. 24:10, 11) Desta forma sustentava-se a inviolabilidade do domicílio daquele homem, e ele podia conservar seu respeito próprio, o que dificilmente ocorreria se o credor se sentisse à vontade para entrar sem convite na casa daquele homem. Assim, além da compaixão e da generosidade (Deut. 15:8), as leis sobre os penhores incentivavam o respeito pela pessoa e pelos direitos dos outros.

      EMPREGO ILUSTRATIVO

      Deuteronômio 15:6 indicou, como sinal da bênção de Deus, terem os judeus suficientes meios para ‘emprestar sob caução a muitas nações’.

      Caso alguém ‘desprezasse a palavra’, deixando de restituir o empréstimo, ele perderia aquilo que tinha dado em penhor; de modo similar, aquele que tivesse a obrigação de obedecer o mandamento de Deus, mas que não cumprisse sua obrigação, sofreria perda. — Pro. 13:13.

      As Escrituras Hebraicas repetidas vezes aconselharam a não se ser fiador dum estranho, desta forma prometendo pagar a dívida daquela pessoa, caso ela não o fizesse.

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