BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Decápolis
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • 18 cidades como fazendo parte da “Decápolis”, o que pode indicar que o nome passou a ser usado em sentido geral e que o número de cidades variava. Alguns peritos prefeririam incluir Abila, alistada por Ptolomeu, em lugar de Rafana, entre as dez originais. Parece evidente, de qualquer modo, que a região da Decápolis não tinha limites precisos e definidos e que a autoridade das cidades da Decápolis não se estendia a todo o território abrangido, mas limitava-se apenas ao distrito de cada cidade individual.

      O MINISTÉRIO DE JESUS E A DECÁPOLIS

      Embora pessoas da Decápolis estivessem entre as multidões que afluíram para ouvir o ensino de Jesus na Galiléia (Mat. 4:25), não existe menção específica de que tenha devotado tempo a qualquer uma de suas cidades helenísticas. Jesus realmente entrou na região da Decápolis durante seu ministério na Galiléia quando cruzou o mar da Galiléia e entrou no país dos gerasenos (ou gadarenos, segundo Mateus 8:28). (Mar. 5:1) Ali, porém, após ter expulsado demônios e permitido que entrassem numa manada de porcos, resultando na destruição da manada, as pessoas da cidade e da zona rural próximas suplicaram a Jesus que “saísse dos seus distritos”. Ele aquiesceu, mas certo homem a quem livrara da possessão demoníaca obedeceu à instrução de Jesus de ir dar testemunho a seus parentes e proclamou na Decápolis as obras curativas de Jesus. — Mar. 7:32–8:9.

  • Decepamento (Da Vida)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DECEPAMENTO (DA VIDA)

      [do heb., karáth]. Em Israel, quando usado em relação a uma punição pela violação da Lei, este termo significava um decepamento fatal. Alguns peritos rabínicos crêem que se tratava apenas da expulsão da congregação de Israel, embora divirjam muito de opinião. The Pentateuch and Haftorahs (O Pentateuco e as Haftorás), editado por J. H. Hertz (Soncino Press), diz, na página 493: “Na maioria dos delitos mencionados, a pena prescrita é a morte. No caso dos demais, os réus eram expulsos da comunidade e presumivelmente do país, visto que sua presença pervertia a nação.” O Chumash, de Soncino, do Dr. A. Cohen, comenta sobre Levítico 23:29, 30, que diz: “Toda alma que não se atribular neste mesmo dia terá de ser decepada do seu povo. Quanto a qualquer alma que fizer qualquer sorte de obra neste mesmo dia, terei de destruir esta alma dentre o seu povo.” Fornece a opinião do rabino Abraham Ibn Ezra: “Existe uma diferença entre esta [última] punição e o ‘decepamento’, mas, sou incapaz de explicá-la.” A opinião do rabino Rashi é também fornecida: “Subentende-se que por ‘decepamento’ se queira dizer ‘estar perdido’ (mas, de modo recuperável).”

      Por examinar os textos nas Escrituras que alistam os delitos para os quais esta pena é cominada, pode-se determinar que se relaciona com a pena de morte, executada quer pelas autoridades em Israel, quer pelo próprio Deus. Os crimes para os quais é prescrito o decepamento são os de natureza mais séria. (Êxo. 31:14; Lev. 7:27; 18:6, 22, 23, 29; 20:3-6; 22:3, 4, 9; 23:28-30; Núm. 4:15, 18, 20; 15:30, 31; veja também Êxodo 30:31-33, 38.) O escritor da carta aos Hebreus evidentemente tinha em mente a declaração em Números 15:30: “A alma que fizer algo deliberadamente . . . essa alma terá de ser decepada dentre seu povo”, quando disse: “Qualquer homem que tiver desconsiderado a lei de Moisés morre sem compaixão, pelo testemunho de dois ou três.” (Heb. 10:28) Jesus usou esta expressão ao definir a punição para os “cabritos” simbólicos: “Estes partirão para o decepamento [Gr., kólasin] eterno, mas os justos, para a vida eterna.” (Mat. 25:46) O contraste aqui é entre a vida e a morte. Se Mateus escreveu o seu Evangelho originalmente no hebraico, conforme se crê, neste caso provavelmente usou uma forma da palavra hebraica karáth nesta passagem.

  • Décima Parte
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DÉCIMA PARTE

      Veja DÍZIMO.

  • Decisões Judiciais
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DECISÕES JUDICIAIS

      Julgamento feito por uma (ou mais) autoridade(s). (2 Sam. 8:15; 1 Reis 3:16-28; 10:9; 2 Reis 25:6; 2 Crô. 19:8-10) Jeová Deus, qual Juiz, Legislador e Rei (Isa. 33:22), deu à nação de Israel um extensivo código de leis. Suas decisões em assuntos jurídicos forneceram diretrizes para decidir os assuntos que envolviam os indivíduos, bem como as questões internas e externas do país. — Veja TRIBUNAL DE JUSTIÇA; LEI; CAUSA JURÍDICA (PROCESSO LEGAL).

      Muitas dessas decisões judiciais foram fornecidas à nação de Israel no monte Sinai. (Nee. 9:13) Às vezes, porém, certas situações exigiam uma decisão judicial especial. Por exemplo, no caso do manassita Zelofeade, que ao morrer deixou apenas filhas, surgiu a questão de se elas deveriam receber uma herança. Jeová então tomou uma decisão que resolveu o caso e depois disso serviu qual estatuto para lidar com situações semelhantes. (Núm. 27:1-11; 36:1-12; veja também Levítico 24:10-16.) Similarmente, uma decisão judicial feita por Davi a respeito da distribuição de despojos de guerra estabeleceu um precedente legal. — 1 Sam. 30:23-25.

      Por classificar como delitos capitais certos atos comuns, porém extremamente prejudiciais, as decisões judiciais divinamente fornecidas destacavam-se como ímpares entre as leis das nações contemporâneas. Os povos vizinhos praticavam a bestialidade, a sodomia, o incesto e outras práticas degradantes que eram prejudiciais ao bem-estar mental, físico e espiritual. (Lev. 18:6-30; 20:10-23) Portanto, as decisões judiciais de Jeová, se obedecidas, teriam dignificado a nação de Israel. Com a bênção de Jeová, a estrita fidelidade de Israel aos seus mandamentos teria resultado em benefícios tangíveis, fazendo com que outras nações exclamassem: “Esta grande nação é indubitavelmente um povo sábio e entendido.” (Deut. 4:4-6) Visto que elas constituíam realmente uma bênção para Israel (Lev. 25:18, 19; Deut 4:1; 7:12-15; 30:16), não é de surpreender que o salmista orasse para que se lhe ensinasse as decisões judiciais de Jeová. (Sal. 119:108) Ele as prezava tanto que louvava a Jeová por suas decisões judiciais sete vezes por dia (Sal. 119:164), chegando mesmo a levantar-se à meia-noite para agradecer a Deus por elas. — Sal. 119:62.

      Contudo, embora boas, justas e santas, as decisões judiciais da Lei serviram meramente qual tutor que conduzia a Cristo e foram substituídas pelo novo pacto. (Rom. 7:12; Gál. 3:24; Heb. 8:7-13) Assim, é de esperar que a obediência às ordens ou decisões judiciais associadas ao novo pacto resulte em bênçãos muito maiores do que aquelas que o Israel natural gozou sob a Lei. — João 13:34, 35; 1 Cor. 6:9-11; 1 Ped. 1:14, 15, 22, 23; 2:9, 10; 1 João 5:3.

  • Declarar Justo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • DECLARAR JUSTO

      Em muitas traduções, esta expressão bíblica é traduzida por “justificar”, e a forma substantivada por “justificação”. As palavras originais (dikaióo [verbo] e dikaioma, dikaiosis [substantivos]) nas Escrituras Gregas Cristãs, onde se encontra a mais completa explicação do assunto, basicamente transmitem a idéia de ‘absolver ou inocentar de qualquer acusação’, ‘julgar inocente’ e assim ‘exculpar ou declarar e considerar justo.’ —Arndt and Gingrich’s A Greek-English Lexicon of the New Testament and Other Early Christian literature, pp. 196, 197; Liddell and Scott’s A Greek-English Lexicon, p. 354; Edward Robinson’s A Greek and English Lexicon of the New Testament, pp. 184, 185.

      Assim, o apóstolo Paulo fala de Deus como sendo “mostrado justo [forma de dikaióo]“ em suas palavras e vencendo ao ser julgado por difamadores. (Rom. 3:4) Jesus disse que “a sabedoria é provada justa pelas suas obras”; e que, ao prestarem contas no Dia de Juízo, os homens seriam “declarados justos [forma de dikaióo]” ou condenados pelas suas palavras. (Mat. 11:19; 12:36, 37) A respeito do humilde coletor de impostos que orou de modo arrependido no templo, Jesus disse que ele “desceu para sua casa provado mais justo” do que o jactancioso fariseu que orava na mesma ocasião. — Rom. 6:7, 23.

      Além de tais usos, no entanto, as palavras gregas são usadas para se referir a um ato de Deus por meio do qual alguém é considerado inculpe. — Atos 13:38, 39.

      NA CONGREGAÇÃO CRISTA

      Com a vinda do Filho de Deus qual prometido redentor, veio a existir um novo fator sobre o qual Deus poderia basear seu modo de lidar com seus servos humanos. Os seguidores de Jesus Cristo que são chamados para serem seus irmãos espirituais, com a perspectiva de serem co-herdeiros com ele no reino celestial (Rom. 8:17), são primeiro declarados justos por Deus à base de sua fé em Jesus Cristo. (Rom. 3:24, 28) Este é um ato judicial de Jeová Deus; portanto, diante dele qual Juiz Supremo, ninguém pode “levantar acusação” contra seus escolhidos. (Rom. 8:33, 34) Por que Deus age assim em relação a eles?

      Em primeiro lugar, porque Jeová é perfeito e santo (Isa. 6:3), assim, em harmonia com sua santidade, aqueles a quem ele aceita como seus filhos precisam ser perfeitos. (Deut. 32:4, 5) Jesus Cristo, o principal Filho de Deus, deu prova de ser perfeito, “leal, cândido, imaculado, separado dos pecadores”. (Heb. 7:26) Seus seguidores, entretanto, são escolhidos dentre os filhos de Adão, o qual, por causa do pecado, gerou uma família imperfeita, pecaminosa. (Rom. 5:12; 1 Cor. 15:22) Assim, conforme mostra João 1:12, 13, os seguidores de Jesus, para começar, não eram filhos de Deus. Graças à sua bondade imerecida, Jeová Deus planejou um processo de “adoção”, por meio do qual ele aceita tais favorecidos e os traz a um relacionamento espiritual como parte de sua família de filhos. (Rom. 8:15, 16; 1 João 3:1) Conseqüentemente, Deus estabelece a base para a admissão ou a adoção deles na qualidade de filhos por declará-los justos por meio do mérito do sacrifício de resgate de Cristo, no qual exercem fé, inocentando-os de toda culpa devida ao pecado. (Rom. 5:1, 2, 8-11; compare com João 1:12.) Eles são, portanto, “contados” ou “creditados” como sendo pessoas completamente justas, todos os seus pecados sendo perdoados e não imputados contra eles. — Rom. 4:6-8; 8:1, 2; Heb. 10:12, 14.

      Embora gozem a condição de pessoas justas perante Deus, esses cristãos não são dotados de perfeição real ou literal na carne. (1 João 1:8; 2:1) Em vista da perspectiva de vida celestial para esses seguidores de Cristo, tal perfeição literal num organismo carnal realmente não é necessária agora. (1 Cor. 15:42-44, 50; Heb. 3:1; 1 Ped. 1:3, 4) No entanto, por terem sido declarados justos, tendo-lhes sido “contada” ou “creditada” a justiça, os requisitos para a justiça de Deus são satisfeitos, e ele introduz estes adotados no “novo pacto”, validado pelo sangue de Jesus Cristo. (Luc. 22:20; Mat. 26:28) Esses filhos espirituais adotados no novo pacto que ê feito com o Israel espiritual são ‘batizados em Cristo’, tendo, no fim, uma morte semelhante à dele. — Rom. 6: 3-5; Fil. 3:10, 11.

      Jesus Cristo, após seu proceder fiel até a morte, foi “vivificado no espírito”, recebeu a imortalidade e a incorrupção. (1 Ped. 3:18; 1 Cor. 15:42, 45; 1 Tim. 6:16) Foi assim “declarado [ou pronunciado] justo em espírito” (1 Tim. 3:16; Rom. 1:2-4) e sentou-se à mão

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar