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  • É a “igualdade” a verdadeira solução?
    Despertai! — 1976 | 8 de agosto
    • Isa. 33:24) Gostaria de saber mais sobre tais arranjos divinos? As Testemunhas de Jeová ficarão felizes de dirigir um estudo bíblico gratuito com o leitor, em sua casa, ou em qualquer outro local conveniente, a fim de ajudá-lo a aprender sobre essa regência livre de injustiças.

  • Antibióticos — espada de dois gumes
    Despertai! — 1976 | 8 de agosto
    • Antibióticos — espada de dois gumes

      A PENICILINA, o primeiro e mais amplamente usado antibiótico, foi descoberta lá em 1928 pelo bacteriologista inglês Alexander Fleming. Mas, ele e seus colaboradores tiveram de enfrentar muitos obstáculos, e, assim, não foi senão na Segunda Guerra Mundial que finalmente veio a ser reconhecida pelo seu valor no combate às infecções.

      Os resultados da penicilina foram tão notáveis que foi chamada de droga “milagrosa” ou “maravilhosa”, e, desde então, descobriram-se muitos outros antibióticos, tanto orgânicos como sintéticos. Não resta dúvida de que tais antibióticos; como a penicilina, realizaram grande bem, salvaram muitas vidas, abreviaram o período de recuperação de muitas vítimas de acidentes ou de doenças.

      Mas, o uso de antibióticos não tem sido uma bênção inquestionável. Por que não? Por causa da própria natureza dos antibióticos. O próprio nome deve constituir um aviso, pois provém de dois radicais: anti, que significa “contra” e bio, que significa “vida”. Assim, um antibiótico é um agente contrário à vida, isso é, um matador. Matador de quê? De germes, bactérias, micróbios, razão pela qual o termo “antimicrobianos” parece ser preferido na literatura médica em inglês. Diz-se que os “antimicrobianos” contêm “toxicidade”, isso é, caraterísticas venenosas, bem como outras potencialidades prejudiciais, em adição às qualidades terapêuticas.

      Assim, o Dr. Robert C. Zurek escrevendo em Discases of Medical Progress (Doenças do Progresso Médico), declara: “Sempre que utilizamos um agente antimicrobiano, brandimos uma espada de dois gumes. Corremos um risco calculado.” Isto é, o médico espera ‘matar certos micróbios sem prejudicar as células do corpo.

      Mas, será que a classe médica avalia plenamente isto, para não se mencionar o público em geral? Pelo que parece, não avalia, pois, conforme declara o Dr. E. D. Adams no prefácio do compêndio supracitado, “administram-se com freqüência drogas . . . pelo que parece sem considerar suas inquietantes e, por vezes, perigosas, potencialidades. Só é preciso mencionar, por exemplo, o amplo uso de antibióticos para infecções triviais das vias respiratórias superiores e comparáveis pequenas enfermidades — hábito que parece persistir, apesar das exortações de muitas autoridades habilitadas, de que tais agentes são, via de regra, ineficazes em tais casos”.

      Uma comissão do Departamento de Saúde, Educação e Bem-Estar Social dos EUA revelou que, em certo estudo de 1.045 pacientes, 340 recebiam antibióticos, mas apenas 13 por cento deles (ou cerca de 45) realmente deveriam receber

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