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  • O escravo que não perdoava

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  • O escravo que não perdoava
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1971
w71 15/8 pp. 486-487

O escravo que não perdoava

Artigo que se destina a ser lido especialmente pelos pais com os filhos.

JÁ LHE aconteceu que alguém lhe fez um mal? Feriu ele a você ou lhe disse algo grosseiro? Você se sentiu magoado, não se sentiu?

Quando acontece algo assim, deve tratar o outro do mesmo modo grosseiro em que ele o tratou? O que acha?

Muitas pessoas, quando alguém as fere, logo lhe retribuem do mesmo modo. Mas Jesus disse que isso não é bom. Ele ensinava que devemos perdoar aos que nos fazem o mal.

Mas que dizer quando alguém é muitas vezes ruim ou grosseiro conosco? Quantas vezes devemos perdoar-lhe? Isto era o que o apóstolo Pedro queria saber, certo dia. Por isso perguntou ao Grande Instrutor: ‘Preciso perdoar-lhe tantas quantas sete vezes?’

Jesus não disse a Pedro que sete vezes bastariam. Ele disse: ‘Deve perdoar-lhe setenta e sete vezes’, se alguém pecar contra você tantas vezes.

Esta é uma porção de vezes que se deve perdoar a outro! Ora, nós nem nos lembramos de tantos males ou de tantas coisas ruins feitos a nós, não é? E era isto o que Jesus queria demonstrar. Devemos perdoar aos outros vez após vez. Não devemos tentar lembrar-nos de quantos males os outros nos fizeram. Se eles pedirem que sejam perdoados, devemos perdoar-lhes.

Jesus queria mostrar aos seus discípulos quão importante era que se perdoasse. Por isso, depois de ter respondido à pergunta de Pedro, ele contou aos seus discípulos uma história. Quer ouvi-la?

Havia uma vez um rei. Era um bom rei. Era muito bondoso. Emprestava dinheiro até mesmo aos seus escravos quando estes precisavam de ajuda.

Mas veio então o dia em que o rei quis seu dinheiro de volta. Por isso chamou os seus escravos que lhe deviam dinheiro e pediu que lhe pagassem. Ora, trouxeram um homem que devia ao rei sessenta milhões em moedas de dinheiro! Esta era uma porção de dinheiro. É mais dinheiro do que eu já tive em toda a minha vida.

O escravo havia gasto o dinheiro do rei e não tinha nada com que lhe pagar de volta. Por isso, o rei deu ordens para que este escravo fosse vendido. O rei mandou também que se vendesse a esposa e os filhos do escravo, e tudo o que o escravo possuísse. Daí, com o dinheiro recebido da venda, devia-se pagar ao rei. Como acha que o escravo se sentiu então?

O escravo se sentiu muito mal. Por isso se lançou logo aos pés do rei e inclinou-se com a face por terra. ‘Por favor, não faça isso comigo’, rogou ao rei. Dê-me mais tempo. E eu pagarei de volta tudo o que lhe devo.’ Se você tivesse sido aquele rei, o que teria feito com o escravo?

O bom rei teve pena de seu escravo. Por isso disse ao escravo que ele não precisava pagar de volta nada daquele dinheiro. Não precisava pagar de volta nem mesmo uma só daquelas sessenta milhões de moedas! Quão feliz deve ter ficado aquele escravo!

Mas o que fez o escravo então? Saiu e se encontrou com outro escravo que lhe devia apenas cem moedas. Isto não era muito dinheiro em comparação com os sessenta milhões. O homem agarrou o seu co-escravo pelo pescoço e começou a estrangulá-lo. E disse-lhe: ‘Pague de volta aquelas cem moedas que me deve.’

Pode imaginar alguém fazer isso? O rei havia perdoado muita coisa ao escravo. E agora este deu meia-volta e exigiu que um co-escravo lhe pagasse de volta cem moedas. Isto não era bondoso.

Pois bem, o escravo que lhe devia apenas cem moedas era pobre. Não podia restituir o dinheiro na hora. Por isso se prostrou aos pés de seu co-escravo e rogou: ‘Por favor, dê-me mais tempo e eu pagarei de volta o que lhe devo.’ Devia o homem ter dado mais tempo ao seu co-escravo? O que teria feito você?

Ora, aquele homem não era bondoso, assim como o rei tinha sido. Queria ser pago naquele instante. E visto que seu co-escravo não podia fazer isso, mandou que fosse lançado na cadeia. Ele certamente não perdoava.

Outros escravos presenciaram tudo isso. Não gostaram disso. Tinham pena do escravo que foi encarcerado. Por isso foram e o contaram ao rei.

O rei tampouco gostou do que tinha acontecido. Ficou muito zangado com o escravo que não perdoava. Por isso o chamou e lhe disse: ‘Escravo mau, não lhe perdoei o que me devia? Portanto, não devia você ter perdoado ao seu co-escravo?’

Devia ter aprendido uma lição do bom rei. Mas não a havia aprendido. Por isso, o rei mandou então que o escravo que não perdoava fosse lançado na cadeia até que pagasse de volta os sessenta milhões em moedas de dinheiro. Naturalmente, na cadeia não podia ganhar o dinheiro que tinha de restituir. Por isso ficaria ali até morrer.

Depois de Jesus terminar de contar esta história, ele disse aos seus seguidores: ‘Do mesmo modo lidará também com vocês o meu Pai celestial, se não perdoarem de coração cada um ao seu irmão.’ — Mat. 18:21-35.

Acontece que todos nós devemos muito a Deus. Toda coisa boa que temos veio da parte de Deus. Nossa vida vem de Deus, mas, visto que fazemos coisas erradas, ele a poderia tirar de nós. Nunca, em toda a nossa vida, poderíamos ganhar dinheiro suficiente para pagar a Deus o que lhe devemos.

Comparado com o que nós devemos a Deus, os outros nos devem muito pouco. O que eles nos devem, é como as cem moedas que um escravo devia a outro. Mas o que nós devemos a Deus é como os sessenta milhões em moedas que o escravo devia ao rei.

Deus é muito bondoso, e ele nos perdoará o que lhe devemos. Mas ele fará isto só se crermos no seu Filho Jesus e se perdoarmos aos outros que nos fazem um mal. Isto é algo em que pensar, não é?

Portanto, quando alguém faz a você algo de ruim, mas depois diz que está arrependido, o que vai fazer? Vai perdoar-lhe? E o que fará se isto acontecer muitas vezes? Ainda vai perdoar-lhe?

Se nós fôssemos aquele que pede perdão, gostaríamos que o outro nos perdoasse, não gostaríamos? Devemos fazer o mesmo a ele. Não devemos apenas dizer que lhe perdoamos, mas devemos realmente perdoar-lhe do coração. Ao fazermos isso, mostramos realmente que somos seguidores do Grande Instrutor.

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