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  • Anciãos que presidem de modo excelente
    A Sentinela — 1976 | 1.° de fevereiro
    • sobre tais assuntos. Questões que não são de natureza confidencial, especialmente as que tratam do progresso da obra do Reino, consideradas ali, serão prontamente divulgadas à congregação pelos anciãos.

      16. Em vez de sempre aconselharem ou repreenderem pessoas, como podem os anciãos usar seu tempo para o bem da congregação?

      16 Os anciãos não devem pensar que precisam sempre dar logo conselhos ou repreensões aos outros, especialmente quando estes se saem razoavelmente bem. No entanto, podem conseguir muita coisa boa por serem amigáveis, bondosos, animadores, dando elogios e associando-se com todos na congregação. Um modo especialmente excelente de fazer isso é por meio de visitas amigáveis a publicadores, não apenas os recém-interessados ou os que consideram ser espiritualmente fracos, mas a todas as “ovelhas” do rebanho, inclusive os que se empenham na pregação por tempo integral. Estes também precisam do pastoreio, e poderiam desgarrar-se do rebanho se forem negligenciados. Portanto, os anciãos reconhecem a necessidade de aceitar suas responsabilidades quais pastores, conforme especificadas na Bíblia, e se desincumbirem delas.

      17. (a) Que qualidade é exigida nos tratos com outros? (b) Como podem os anciãos imitar o apóstolo Paulo conforme mostram a 2 Coríntios 12:15 e; 1 Tessalonicenses 2:8?

      17 Os anciãos ‘tornam-se pais por intermédio das boas novas’ por fazerem discípulos. Portanto, embora não se deixem apelidar de “Pai”, precisam ter a mesma paciência, perseverança e consideração como o chefe duma família. O pai duma família mostra amor aos sob os seus cuidados; não os exaspera, mas edifica. (1 Cor. 4:15; Mat. 23:9) Paulo era notável neste respeito, conforme mostram 2 Coríntios 12:15 e; 1 Tessalonicenses 2:8. Portanto, os anciãos não se importam de ser “incomodados”, importunados ou aproveitados. Como pastores, reconhecem que tudo isso faz parte de sua comissão. — João 21:15-17; 1 Ped. 5:2, 3.

      18. Devem os anciãos satisfazer-se com seu serviço atual, e o que constitui incentivo para eles?

      18 Será que não se precisa mais progredir ou melhorar depois de chegar ao cargo de ancião? Somos aconselhados a não pensar de nós mais do que o necessário, “de modo a ter bom juízo”. (Rom. 12:3) Portanto, todos os anciãos podem continuar a melhorar nesta qualidade primária, a saber, a capacidade de ensino acompanhada pela humildade. Crê o ancião que ele é eficiente e realizador? Então deverá esforçar-se a ter ainda maior eficiência no ensino. Sempre poderá também melhorar em mostrar humildade. Pela melhora da parte dos anciãos (e dos servos ministeriais, que procuram alcançar o cargo de superintendente), continuarão a progredir na sua capacidade de servir os interesses de seus irmãos, em harmonia com os requisitos de Jeová. Serão também uma bênção maior para os que agora se associam com a organização de Jeová e os que começam a entrar nela. A todos os que irrestritamente servem quais superintendentes do rebanho de Deus, dizemos: “Tornai-vos constantes, inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor.” — 1 Cor. 15:58.

  • Por que não são perdoáveis certos pecados?
    A Sentinela — 1976 | 1.° de fevereiro
    • Por que não são perdoáveis certos pecados?

      QUANDO o poeta alemão Heinrich Heine jazia no leito de morte e refletia na vida libertina que levara, consolou-se com a idéia: “Deus me perdoará. Este é o negócio dele.” Ao dizer isso, Heine apenas ecoava o que o poeta inglês Pope dissera um século antes: “Errar é humano; perdoar é divino.”

      É verdade que Jeová Deus se agrada em perdoar. Neste respeito, o profeta Miquéias escreveu: “Quem é Deus como tu, perdoando o erro e passando por alto a transgressão do restante da sua herança? Certamente não se aferrará à sua ira para todo o sempre, pois se agrada na benevolência.” Moisés e Davi atestaram similarmente a disposição de Deus, de perdoar. — Miq. 7:18; Êxo. 34:6, 7; Sal. 103:2, 3.

      Mas não devemos concluir destes textos que Deus se agrada tanto na misericórdia, que esteja disposto a perdoar todos os pecados, não importa de que natureza. Por que não? Porque Jeová não é só Deus de amor, mas também de sabedoria e justiça. Perdoar ele todos os pecados não seria nem sábio, nem justo, e as leis de Deus são exatamente isso, para que haja paz e ordem no seu universo.

      Perdoar Deus todos os pecados significaria que ele estimula o pecar. De fato, tornaria suas leis fúteis, sem significado e inúteis. Por quê? Por exemplo, se todos os que violassem as leis do trânsito fossem clementemente perdoados, então, por que incomodar-se em fazer tais leis?

      Jeová Deus deu ao homem livre-arbítrio; quer dizer, deu-lhe a capacidade de distinguir entre fazer o que é certo, por obedecer à lei de Deus, e fazer o que é errado, por desobedecer a ela, fazendo ambas as coisas com a liberdade de escolha. No entanto, a liberdade de escolha também vinha acompanhada da prestação de contas, pelas ações praticadas. Este é o motivo pelo qual Jeová Deus, ao falar com Moisés sobre a Sua grande benevolência e Sua disposição de perdoar, passou a dizer, “mas de modo algum isentará da punição”. Jeová, porém, não se referia ali à punição da destruição eterna. — Êxo. 34:7.

      No entanto, o apóstolo João diz que há pecados que ‘incorrem na morte’, quer dizer, que merecem a destruição eterna, e que seria fútil que outros orassem pelo perdão de tais pecados. (1 João 5:16, 17) O que governa se certo pecado é perdoável ou não? Sua natureza e as circunstâncias. Entre os pecados que Jeová, sem dúvida, não perdoou estavam os de Adão e Eva. Como prova do apreço deles, Deus deu-lhes uma ordem simples; não deviam comer do fruto de certa árvore; e advertiu-os das conseqüências, se comessem dela. Foram criados perfeitos em mente e corpo. Desobedeceram deliberada e propositalmente. Não podiam nem alegar ignorância, como o apóstolo Paulo pôde fazer mais tarde, nem afirmar a herança da imperfeição e da tendência ao pecado, como o Rei Davi pôde fazer. Portanto, que base havia para perdoar os pecados de Adão e Eva? Absolutamente nenhuma!

      Sem dúvida, um dos exemplos mais notórios dum pecado imperdoável foi o de Judas Iscariotes. Judas havia acompanhado Jesus por dois anos ou mais, havia ouvido Jesus ensinar, havia-o visto realizar milagres e sabia que Jesus era o Filho de Deus. Também deve ter notado que todo o grupo dos evangelizadores era sincero, honesto e altruísta. No entanto, apesar de tudo isso, Judas era hipócrita, ladrão deliberado e proposital. E ele traiu Jesus não só por ganância, mas também por despeito, porque Jesus aprovara ser ungido com ungüento caro. Ficou vexado porque este uso do dinheiro para o ungüento o privou da oportunidade de furtar, visto que era o tesoureiro do grupo dos discípulos de Jesus. Tendo assim endurecido o coração, fora longe demais para expressar qualquer arrependimento a Deus, longe demais para pedir perdão divino. Por estes motivos, Jesus chamou-o de “filho da destruição”. — Mat. 26:6-16; João 12:1-8; 17:12.

      Entre outros pecados que não eram perdoáveis estavam os dos escribas e fariseus, ao perseguirem Jesus e o mandarem matar. Podiam ver, à base do que Jesus ensinava e dos milagres que realizava, que fora enviado por Deus. (João

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