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  • Deus demonstra benevolência ao fazer vigorar a justiça

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  • Deus demonstra benevolência ao fazer vigorar a justiça
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1972
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Deus demonstra benevolência ao fazer vigorar a justiça

UM DOS profetas de Deus, que recebeu uma visão da execução divina do julgamento contra opressores corrutos e perversos, e idólatras, pediu a Deus: “Durante a agitação, que tu te lembres de ter misericórdia.” (Hab. 3:2) Outro profeta, observando em visão profética a destruição da iniqüidade por Deus, entre o próprio povo professo de Deus, Israel, clamou: “Ai! Senhor Jeová! Arruínas a todos os que restam de Israel, derramando o teu furor sobre Jerusalém?” — Eze. 9:8.

Ambos estes profetas expressaram-se assim porque sabiam que Jeová era Deus de amor e misericórdia, assim como o amigo de Deus, Abraão, havia dito a Jeová, ao falar sobre o julgamento de Sodoma: “É inconcebível a teu respeito que atues desta maneira para entregar à morte o justo junto com o iníquo, de modo que se dê com o justo o que se dá com o iníquo! É inconcebível a teu respeito.” Sim, Abraão sabia que era completamente contrário aos princípios de Jeová destruir o justo. — Gên. 18:25.

Abraão, bem como Ezequiel, receberam a resposta de que Deus seria criterioso no seu julgamento e que os que não mereciam ser destruídos seriam poupados. No fim foi assim.

Estas ocasiões nos oferecem uma visão da personalidade de Deus. Ele declarou a Moisés: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade, preservando a benevolência para com milhares, perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição.” (Êxo. 34:6, 7) Jeová, na sua majestade e dignidade como Soberano supremo, precisa manter a lei e a ordem no universo. Não pode tolerar a violação da lei. Contudo, provê misericórdia e livramento para os que desejam fazer o que é direito.

Jesus Cristo aconselhou os seus discípulos: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.” (Mat. 5:44, 45) Deus dá a todos plena oportunidade para mostrarem o que realmente desejam no coração. Permite que todos respirem o mesmo ar, comam o mesmo alimento, observem a sua bela criação e escolham o caminho que querem tomar.

CADA UM É RESPONSAVEL PELO PROCEDER QUE ESCOLHE

É somente direito e justo que cada um, tendo a liberdade de escolher o direito ou o errado, ‘coma dos frutos do seu caminho’. (Pro. 1:31) Ninguém pode de direito acusar Deus de injustiça quando alguém sofre calamidade por causa de sua própria transgressão deliberada. Deus dá bondoso aviso, para que se possa evitar o desastre. Ele diz ao jovem: “Alegra-te, jovem, na mocidade, e faça-te bem o teu coração nos dias da tua idade viril, e anda nos caminhos de tou coração e nas coisas vistas pelos teus olhos.” Sim, o jovem tem liberdade de fazer isso; Deus não o impedirá. “Mas”, acrescenta Deus, “sabe que por todos estes o verdadeiro Deus te levará a juízo. Portanto, remove de teu coração o vexame e afasta de tua carne a calamidade; pois a juventude e o primor da mocidade são vaidade.” — Ecl. 11:9, 10.

Deus não obriga ninguém a servi-lo. Mas quando alguém adota um proceder mau ou acompanha um sistema de coisas corruto, ele mesmo está participando da maldade. Ou quando permanece afiliado a uma organização, religiosa, política ou comercial, que vitupera a Deus e assim torna seus membros tacitamente participantes na desonestidade ou imoralidade, então deve esperar ter de prestar contas a Deus pelo seu proceder.

Isto não significa que não haja perdão para aquele que foi assim, mas que chega a reconhecer a sua própria imperfeição, seus atos errados ou seu proceder errado. Ele se pode desviar deles e receber perdão à base da provisão que Deus fez do sacrifício resgatador de Cristo. A penalidade pelo pecado não é desconsiderada ou passada por alto de modo injusto por Deus, mas satisfazem-se plenamente os requisitos da justiça à base da vida humana perfeita de seu próprio filho, dada em sacrifício pelos pecados. O apóstolo Pedro disse: “[Cristo] mesmo levou os nossos pecados no seu próprio corpo, no madeiro, a fim de que acabássemos com os pecados e vivêssemos para a justiça.” Por meio desta provisão de resgate, Deus pode ser “justo, mesmo ao declarar justo o homem que tem fé em Jesus”. — 1 Ped. 2:24; Rom. 3:26.

ADVERTÊNCIA E PACIÊNCIA

De modo que Deus é amoroso para com a sua criação e deseja-lhe o melhor. É vagaroso em irar-se, vagaroso em executar a justiça para com os que praticam o mal, na esperança de que se arrependam. (2 Ped. 3:9) Deus usa de notável paciência para com os que escolhem não servir a ele. A alguns que afirmavam servir a Deus, mas que praticavam coisas erradas, o apóstolo Paulo escreveu, apelando: “Desprezas as riquezas de sua benignidade, e indulgência, e longanimidade, por não saberes que a qualidade benévola de Deus está tentando levar-te ao arrependimento?” — Rom. 2:4.

Mas não se pode permitir que a iniqüidade floresça indefinidamente. Ela precisa ser eliminada a favor da paz e da ordem no universo, para o alívio e a felicidade dos que desejam viver em paz com seu próximo. Portanto, os iníquos precisam ser removidos. “O iníquo é resgate para o justo; e quem age traiçoeiramente toma o lugar dos retos”, diz o escritor inspirado em Provérbios 21:18.

Dito de outro modo, o preço duma vida pacífica e feliz dos de mentalidade correta, na terra, é a remoção dos que não querem viver honesta e pacificamente, e que causam dano ao seu próximo. É conforme disse o profeta de Jeová: “Ainda que se mostre favor ao iníquo, ele simplesmente não aprenderá a justiça. Na terra da direita ele agirá injustamente e não verá a alteza de Jeová” — Isa. 26:10.

Quando Deus finalmente agir, será imparcial em fazer vigorar suas leis justas. Sua ira é controlada e ele executará apenas os que merecem morrer. (Pro. 2:21, 22) Sua guerra não é igual às guerras das nações, que matam indiscriminadamente tanto os bons como os maus. Podemos ter a certeza de que Deus, “o Juiz de toda a terra”, fará o que é direito e que, ao destruir alguém este realmente não quer a justiça. (Gên. 18:25; Pro. 21:10) 13]Este não tem lugar para ela no seu coração.

PAI AMOROSO

Que outra espécie de deus desejaria alguém por Deus? Nós apreciamos os pais que disciplinam seus filhos para o bem deles, e que ainda assim os amem e lhes provêem todas as boas coisas necessárias. O apóstolo disse a concristãos:

“Costumávamos ter pais, que eram da nossa carne, para nos disciplinar, e nós os respeitávamos. Não nos sujeitaremos muito mais ao Pai de nossa vida espiritual para vivermos? Pois eles costumavam disciplinar-nos por alguns dias, segundo o que lhes pareciam bom, mas ele o faz para o nosso proveito, para participarmos de sua santidade. É verdade que nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois do fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela.” — Heb. 12:9-11.

Concordemente, cabe-nos dirigir-nos a Deus como a um Pai amoroso, aprender dele, ser corrigidos por ele e harmonizar nosso proceder com a sua Palavra escrita. Ele prepara hoje as pessoas para a vida numa nova ordem justa, que prevalecerá na terra inteira para a felicidade e o bem-estar de todos. Poderá aproveitar-se agora desta oportunidade, assim como todos os outros.

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