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Quando é que a mulher cristã precisa cobrir a cabeça?A Sentinela — 1964 | 1.° de outubro
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que a espôsa desempenharia qualquer função de ensino ou oraria audìvelmente na presença do marido desassociado.
CONDUTA PARA COM O MARIDO DESCRENTE
14. (a) Ao ter de cobrir a cabeça em certas ocasiões, o que terá presente de modo especial a espôsa cristã quanto a manter-se atraente aos olhos de Jeová? (b) O que dizer do caso em que a conduta do marido não se harmonize com bons princípios?
14 A mulher que é um ministro fiel, espôsa de marido que não está na verdade, isto é, de um homem não-dedicado — circunstância esta que talvez exija que cubra a cabeça em certas ocasiões em que êle estiver presente — estará preocupada com que sua conduta se harmonize com êste sinal exterior de sujeição. Ser ela atraente aos olhos de Jeová não depende apenas de demonstração formal de sujeição, por meio de cobrir a cabeça, mas sim de ela se manter modestamente em sua posição de espôsa, sempre tendo “profundo respeito pelo seu marido”. (Efé. 5:24, 33) Mas, talvez pergunte, como pode a mulher ter profundo respeito pelo marido que segue um odioso proceder para com a verdade e para com a adoração de Jeová por parte da espôsa? Certamente não se poderá respeitar as opiniões do homem que sejam anti-Deus, ou suas palavras, quando forem blasfemas e até mesmo imundas. Todavia, até mesmo sob tais circunstâncias, por respeitar o cargo de direção que o marido deveria estar ocupando, é possível proceder de tal modo que evite qualquer rebelião contra o arranjo de Jeová. Em primeiro lugar, a mulher deve evitar falar detrimentosamente a respeito do marido, não importa quão ruim seja êle, quando ela estiver conversando com outras pessoas.
15. Que exemplo têm as mulheres dedicadas quanto a suportarem o mal?
15 O exemplo de Jesus conforta a mulher que talvez se encontre na situação de ser casada com um homem que seja difícil de tratar e que talvez seja até bruto em sua conduta. Note as palavras iniciais de Primeira de Pedro, capítulo 3: “Da mesma maneira vós, espôsas, estai sujeitas aos vossos próprios maridos.” De que maneira? Em primeiro lugar, Pedro tinha acabado de palestrar sobre o caso dos servos domésticos que sofriam injustamente por copiarem a Jesus, que nos deixou um modêlo de como proceder debaixo de sofrimento imerecido. Pedro escreve a respeito dêle: “Quando estava sendo injuriado, não injuriava em revide. Quando sofria, não ameaçava, mas encomendava-se àquele que julga justamente.” Portanto, as esposas que tenham de sofrer tratamento injusto podem fazê-lo, assim como se disse àqueles servos domésticos cristãos que o fizessem, e como Jesus o fez, encomendando-se a Jeová, quem, no devido tempo, recompensará a sua conduta fiel. — 1 Ped. 2:18-23.
16. (a) Que espécie de sujeição dos cristãos é que Pedro aborda, e com que conselho prestimoso? (b) Ao estar submissa de modo relativo ao marido, que duas coisas deve a espôsa cristã levar em consideração, e com que determinação?
16 Mas, a sujeição dos servos domésticos a seus senhores poderá às vezes incluir os “difíceis de agradar”. Êle diz então: “Porque, se alguém, por causa da consciência para com Deus, agüenta coisas penosas e sofre injustamente, isto é algo agradável. Pois, que mérito há nisso se, quando estais pecando e estais sendo esbofeteados, perseverais? Mas, se perseverais quando estais fazendo o bem e sofreis, isto é algo agradável a Deus.” (1 Ped. 2:18-20) Assim como se dá no caso dos servos domésticos, assim se dá no caso das espôsas, a sua sujeição é relativa, visto que a vontade de Deus e a consciência devem ser levadas em conta. Portanto, se o marido fôr difícil de agradar, chegando até o ponto de franca oposição à posição dela como cristã dedicada, ainda assim, a mulher que é um ministro fiel sempre se apegará à sua dedicação para fazer a vontade de Jeová. Ao mesmo tempo, ela procurará fielmente apegar-se à sua relação para com seu marido, como foi feito o arranjo por Jeová, muito embora isto seja dificílimo em certas ocasiões.
17. Por meio de que conduta é possível que o marido descrente seja ganho para a verdade?
17 Felizmente, nem todos os maridos são tão ruins assim. Mas, com muita freqüência, o marido parece que não tem nenhum interêsse pela verdade e não mostra nenhum desejo de dar qualquer passo a fim de se associar com a sociedade do Nôvo Mundo. E daí? Lembra-se do que já lemos em 1 Pedro 3:1, 2? “Vós, espôsas, estai sujeitas aos vossos próprios maridos, a fim de que, se alguns não forem obedientes à palavra, sejam ganhos sem palavra, por intermédio da conduta de [suas] espôsas, por terem sido testemunhas oculares de sua conduta casta, junto com profundo respeito.” Sim, o que poderá trazer tais maridos à verdade é a conduta das espôsas, a fiel submissão da espôsa, junto com profundo respeito. — 1 Cor. 7:16.
18. O que é que a espôsa cristã mantém pela sua fidelidade na sujeição como espôsa? Para quem será isto bênção especial?
18 Por causa de tal fidelidade, a espôsa cristã sempre manterá seus encantos espirituais aos olhos de Jeová e da congregação cristã. O homem dedicado que for casado com tal espôsa deverá apreciar muitíssimo tal bênção, pois ela é deveras a glória dêle. Se o marido dela ainda não aceitou a verdade, a espôsa cristã manterá sua conduta casta, junto com profundo respeito, pois isto talvez abra os olhos dêle para ver a excelente esposa que tem e talvez seja levado a aceitar a verdade. Que maravilhosa bênção isto será tanto para êle como para ela!
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A sua cobertura para a cabeça e as atividades congregacionaisA Sentinela — 1964 | 1.° de outubro
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A Sua Cobertura Para a Cabeça e as Atividades Congregacionais
1, 2. De que modo a cobertura para a cabeça realçará os encantos da mulher cristã? Que assuntos relacionados com se cobrir a cabeça serão agora considerados?
A COBERTURA para a cabeça, que fôr bem escolhida, realçará muito a beleza natural e os encantos da mulher. Quando fôr usada como símbolo da sujeição cristã, realçará os seus mais valiosos encantos espirituais. Ao passo que, por esta última razão, a mulher cristã não desejará usar, qual cobertura para a cabeça, nenhuma “criação” frívola e que chame a atenção, todavia, não há razão pela qual aquilo com que cobrirá a cabeça não possa contribuir ao mesmo tempo para melhorar a sua aparência, de modo modesto e que lhe caia bem.
2 No artigo anterior (parágrafo 3), foram mencionadas as três situações básicas que exigiriam que a mulher usasse uma cobertura na cabeça como sinal da sujeição cristã. A primeira delas já foi abordada cabalmente, de modo que podemos agora considerar as outras duas. Estas têm de ver com as atividades da mulher em relação com a congregação.
3. (a) Será necessário que uma irmã cubra a cabeça quando se acha no trabalho de casa em casa em companhia de um irmão? Por que se dá isso? (b) Mas, o que mais se deve ter presente?
3 Primeiro de tudo, consideremos o assunto do ponto de vista do ministério de campo das testemunhas de Jeová, de casa em casa, nas revisitas e ao dirigir estudos bíblicos domiciliares. Por exemplo, será necessário que a mulher cubra a cabeça ao se empenhar no ministério de
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