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  • Por que permite Deus que os justos sofram?
    A Sentinela — 1972 | 15 de fevereiro
    • renunciando à sua fé, o que se negaram firmemente a fazer. Outras nações, em tempos mais recentes, procuraram fazer com que levassem cartões de identidade Política, em violação de sua neutralidade cristã e de sua consciência, o que se negaram firmemente a fazer. Por causa disso, sofreram a mais severa perseguição, mas, como povo, não violaram sua integridade a Deus.

      18, 19. (a) Qual é a sua atitude nos países comunistas? (b) O que lhes tem sucedido em algumas das novas nações Africanas? Qual foi o resultado disso?

      18 Atualmente, por causa de sua neutralidade e de sua atitude intransigente a favor dos princípios cristãos, as testemunhas de Jeová em países comunistas e em países não-comunistas amiúde são encarceradas. Por exemplo, na Polônia comunista, no julgamento de uma Testemunha, o promotor fez a seguinte declaração: “As testemunhas de Jeová minam a atual ordem social. Não vão às urnas, recusam-se a fazer a continência à bandeira e não servem no exército. As testemunhas de Jeová transtornam a ordem atual tanto quanto fizeram os primeiros cristãos. O imperador romano não podia tolerar isso e assim as testemunhas de Jeová tampouco podem ser toleradas hoje.” Em suma, sua queixa foi de que estas pessoas são intoleráveis porque guardam a lei de Deus.

      19 Nos países que supostamente garantem o direito da adoração livre de Deus, as testemunhas de Jeová têm sido privadas destes mesmos direitos. São proscritas na China Vermelha. São proscritas na Rússia e em todos os países dominados pelos comunistas. Algumas das novas nações da África têm perseguido vergonhosamente as testemunhas de Jeová por causa de sua neutralidade cristã. Mas até mesmo nestes países a adoração de Deus floresce apesar da perseguição.

      EM BREVE ACABARÁ O SOFRIMENTO

      20. Qual é a determinação e a convicção das testemunhas de Jeová?

      20 Apesar da perseguição que lhes é movida, as testemunhas de Jeová, não importa onde morem no mundo, estão decididas a ser homens de paz. Nelas já se cumpriu a profecia de Isaías. Forjaram “das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. . . . nem aprenderão mais a guerra”. (Isa. 2:4) Confiam em que Jeová Deus, em breve, acabe velozmente com toda a iniqüidade, na sua guerra do Armagedom. (Rev. 16:13-16) Confiam em que o amor de Deus fique vindicado. Estão convencidas de que a questão da soberania universal e da veracidade da Palavra de Deus seja resolvida para todo o sempre, para a satisfação de todos os que vivem no universo. É por isso que as testemunhas de Jeová estão plenamente persuadidas de que a permissão do mal e da perseguição serve para um fim meritório, resultando na vindicação da Palavra e do nome de Deus.

      21. O que demonstrou a permissão da iniquidade?

      21 O tempo que Deus concedeu para que a iniqüidade se desenrole já foi suficiente para os iníquos demonstrarem suas más intenções, a fim de ‘encherem a medida de seus pecados’. (1 Tes. 2:16) Salientou que a Palavra de Deus é veraz, no sentido de que os sistemas existentes no mundo são cruéis e impiedosos, e não merecem existir. Sua própria corrução e inépcia demandam que Deus os julgue de modo justo e os destrua. E com este julgamento se alegrarão todos os que amam a justiça! — 1 Ped. 4:15-19.

      22. Para que fim serviu a perseguição, e que pergunta resta a ser respondida?

      22 A perseguição concedeu também a todos os homens a oportunidade de demonstrarem o que realmente são, se são ou não crentes em Deus e na sua Palavra, a Bíblia. Pelo modo em que os homens e as nações têm regido e têm tratado o povo de Deus, eles se marcaram indelevelmente como pró ou contra Deus. (Mat. 25:40, 45) A perseguição tem provado além de dúvida que Deus é amor e que ele é paciente com a humanidade, não desejando que ninguém seja destruído, mas que “toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento exato da verdade”. (1 Tim. 2:3, 4) A perseguição prova também que os cristãos amam a humanidade, por suportarem o mal para levar esta mensagem de salvação a ela. A única pergunta que resta é: Do lado de quem estará na questão, quando Deus finalmente levar a luta ao fim dramático na batalha do Armagedom, agora tão próxima? Verificar-se-á que é alguém que mantém a integridade? Interesse-se nesta pergunta agora, porque seu destino eterno depende disso.

  • Feliz é quando for perseguido
    A Sentinela — 1972 | 15 de fevereiro
    • Feliz é quando for perseguido

      “Felizes os que têm sido perseguidos por causa da justiça, porque a eles pertence o reino dos céus.” — Mat. 5:10.

      1, 2. Que advertência deu Cristo aos seus seguidores, e como se cumpriram suas palavras na vida das testemunhas de Jeová?

      OS LÁBIOS de nenhum outro homem jamais exigiram de seus seguidores tal serviço como fizeram os lábios de Jesus Cristo. O Primeiro Ministro Winston Churchill, da Grã-Bretanha, no início da Segunda Guerra Mundial, advertiu o seu povo de que devia esperar “sangue, trabalho, lágrimas e suor”. Mas Cristo fez uma advertência mais sombria. Seus seguidores podiam esperar ser perseguidos, entregues aos tribunais das sinagogas, arrastados perante reis e governadores, e que alguns deles seriam mortos. “Sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome”, disse Jesus. “Se alguém quer vir após mim negue-se a si mesmo e apanhe a sua estaca de tortura, e siga-me continuamente. Pois, todo aquele que quiser salvar a sua alma, perdê-la-á; mas todo aquele que perder a sua alma por minha causa, achá-la-á.” — Luc. 21:12-17; Mat. 16:24, 25.

      2 Estas palavras caracterizam bem a vida dos cristãos a partir do primeiro século. Hoje em dia, presenciamos seu cumprimento na vida das testemunhas de Jeová em volta do mundo. Elas foram proscritas em muitas nações. Sofreram feroz perseguição. Milhares de lares delas foram incendiados e centenas de seus Salões do Reino foram demolidos. Suas mulheres foram brutalmente espancadas e seus homens morreram de espancamentos ou por serem mortos diretamente. Seus filhos lhes foram arrancados injustamente. Isto porque insistem em adorar a Deus do modo como Jesus e seus apóstolos fizeram, isto é, por se manterem neutras nos assuntos políticos deste mundo. — João 17:16; Tia. 1:27.

      3. (a) Que atitude das testemunhas de Jeová para com a perseguição tem espantado os espectadores? (b) Que perguntas sobre a perseguição merecem ser feitas, e por quê?

      3 Contudo, tal perseguição não as amargura contra Deus ou contra seus perseguidores. Não se levantaram em revolta contra seus perseguidores nem lhes retribuíram mal por mal, tampouco o farão. Nem fez a perseguição com que as testemunhas de Jeová deixassem de servir a Deus, tampouco o fará. Os espectadores ficaram espantados com a atitude das testemunhas de Jeová para com a perseguição e seus perseguidores. Alguns se perguntaram por que elas não são mais agressivas, mais vingativas, suscitando perguntas sérias, tais como: Qual deve ser a atitude do cristão para com a perseguição? Como a encara você,

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