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Quando a energia elétrica falhaDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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ocorrido um grande desastre em sua localidade, e seu apartamento ou sua cidade estiver sendo evacuada, então não se demore em fugir junto com os demais.
Uma palavra de cautela. Nestes tempos críticos, tem havido um grande aumento do crime. Assim, não se arrisque. Fique longe das ruas escuras, se ocorrer um blecaute. Como diz a Bíblia, as pessoas que fazem coisas más amam a escuridão. — João 3:19-21.
Em suma, se faltar energia, não entre em pânico, mantenha seus sentidos, permaneça calmo, seja cauteloso, seja engenhoso, tirando máximo proveito das circunstâncias.
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Milhares são batizados cada semanaDespertai! — 1974 | 8 de setembro
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Milhares são batizados cada semana
AS TESTEMUNHAS cristãs de Jeová reconhecem que têm de pregar a outros. Levam a sério as palavras de Jesus Cristo: “Fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” — Mat. 28:19, 20.
No ano de serviço de 1973 (que foi de 1.º de setembro de 1972 a 31 de agosto de 1973), fizeram exatamente isso em 208 terras. Cada semana, as testemunhas de Jeová dirigiram mais de um milhão e duzentos mil estudos bíblicos com interessados, e continuam a fazê-lo. Em resultado de gastaram mais de 25 milhões de horas cada mês, dezenas de milhares foram ajudados a se tornar discípulos batizados de Jesus Cristo, capazes de ensinar a ainda outros. O ano de serviço de 1973 viu uma média de mais de 530 de tais novos discípulos serem batizados cada dia — cerca de 3.700 cada semana. O número total de batizados durante o inteiro ano de serviço foi de 193.990.
Abençoados os Esforços Corajosos
Esta obra de fazer discípulos amiúde exige coragem. Considere, por exemplo, o que aconteceu num povoado do sudeste da Nigéria, África:
Surgiu oposição à obra das testemunhas de Jeová. Fanáticos assassinaram um ministro “pioneiro especial” que devotava cerca de 150 horas cada mês a ajudar pessoas a entender melhor a Bíblia. A família de três Testemunhas, com as quais este ministro “pioneiro especial” morava, também foi assassinada. Por fim, os criminosos foram levados às barras da justiça, e doze pessoas foram executadas.
Ocorrendo tão trágicos acontecimentos em relação com sua obra, poder-se-ia concluir que as testemunhas de Jeová se esqueceriam por completo desse povoado. Mas, isso não se deu. Um jovem casal de Testemunhas se mudou para lá e começou a trabalhar ali, com genuíno interesse no povo daquela localidade. Dentro em pouco já dirigiam estudos bíblicos domiciliares e gastavam tempo adicional ensinando os analfabetos a ler e escrever. A atitude de muitos no povoado começou a mudar. Tornou-se necessário procurar um local para acolher os que desejavam assistir às reuniões de estudo da Bíblia.
Mais tarde, numa assembléia no ano de serviço de 1973, 20 pessoas desta área apresentaram-se para o batismo. Agora há mais de setenta que comparecem às reuniões das testemunhas de Jeová e compartilham a verdade bíblica com outros. Todos aguardam o tempo em que as quatro Testemunhas que foram assassinadas sejam trazidas de volta na ressurreição.
Mudanças no Seu Modo de Vida
Estas Testemunhas recém-batizadas e outros como elas tiveram de fazer mudanças em sua vida a fim de se ajustar aos elevados requisitos da Bíblia. Amiúde, tais mudanças envolviam seu inteiro modo de vida.
Tome-se o caso dum anterior comissário de polícia em Daomé, África. Era metodista mas respeitava as outras religiões, pois seu pai lhe ensinara a ouvir qualquer pessoa que viesse em nome de Deus. Assim, quando as testemunhas de Jeová o visitaram, escutou o que tinham a dizer e aceitou publicações bíblicas. Mais tarde, iniciou-se um estudo bíblico domiciliar.
Depois de comparecer a várias reuniões no Salão do Reino das Testemunhas de Jeová, este senhor decidiu que ele, também, gostaria de compartilhar com outros o que aprendera. Mas, quando se trouxe à atenção dele o requisito cristão de se ter apenas um cônjuge, ficou triste. Certa vez possuíra sete esposas, e cinco ainda estavam na casa de sua família.
Desejoso de agradar a Deus, começou a dar passos legais para ter só uma esposa. Visto estar unido em matrimônio legal com três esposas, precisava divorciar-se de duas delas. O divórcio em Daomé não é concedido prontamente, exceto por adultério, tentativa de envenenamento ou incompatibilidade. Assim, parecia que lhe seria dificílimo conseguir na justiça um divórcio legal das duas esposas secundárias O juiz que ouviu seu caso disse que o divórcio baseado nos motivos bíblicos apresentados não seria possível. Mas, o júri ficou favoravelmente impressionado com a sinceridade deste senhor e os fatos relatados da Bíblia. Por conseguinte, concedeu-lhe seus divórcios. Depois disso, embora mandasse embora suas anteriores esposas secundárias, continuou a sustentar a elas e aos filhos.
Depois de seu batismo como testemunha de Jeová, continuou a enfrentar grande oposição dos parentes, devido à sua recusa em seguir os costumes tribais e familiares relativos à adoração dos ancestrais e a religião fetichista. Era o chefe hereditário de sua família coletiva e, como tal, devia supostamente presidir a todas as cerimônias religiosas e familiares. Sem ele, os ritos religiosos não podiam ser realizados. Mas, apesar de muitos parentes evitarem associar-se com ele, e o considerarem repulsivo, manteve-se firme.
Usou sabiamente seu tempo para ensinar a Bíblia a seus 32 filhos. Sete deles já são agora Testemunhas batizadas e 23 deles se associam com a congregação. Sua única esposa legal assiste às reuniões das testemunhas de Jeová e, junto com ele, declara a mensagem da Bíblia a outros.
As pessoas mostram-se dispostas a abandonar, não só a poligamia e a adoração fetichista, mas também todas as demais práticas desaprovadas pela Palavra de Deus.
Observe ai experiência dum senhor em El Salvador. Relata ele:
“Por toda a minha vida, só pensei em mim mesmo. Desde minha primeira juventude em diante, dediquei-me a gozar a vida e tocar música. Em 1920, era cantor duma banda de marimba em El Salvador, chamada ‘Marimba Atlacatl’. Quando irrompeu a Segunda Guerra Mundial, excursionávamos pela Europa. Visto que a América Latina apoiava os Aliados, fomos depois lançados num campo de concentração na fronteira austríaca por quase dois anos.
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