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  • Om
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    • o nome dessa cidade era escrito como iwnw, ao passo que os registros assírio-balônicos a mencionam como Anu ou Unu. Julga-se que o nome egípcio significa “cidade da coluna”, talvez se referindo aos obeliscos (colunas altas, que se vão afilando, encimadas por uma ponta em forma de pirâmide) pelos quais a cidade era famosa; ou esse nome pode relacionar-se à pedra sagrada (chamada de a benben) ligada à adoração de Rá (ou Re), o deus-sol. Os gregos chamavam a cidade de Heliópolis, que significa “Cidade do Sol”, devido a ser o principal centro da adoração egípcia do sol.

      Om surge pela primeira vez nos registros da Bíblia como a cidade de Potífera, sacerdote de Om, cuja filha, Asenate, foi dada como esposa a José. — Gên. 41:45, 50.

      O profeta Jeremias foi inspirado a predizer que o Rei Nabucodonosor venceria decisivamente o Egito e ‘destroçaria as colunas de Bete-Semes, que está na terra do Egito’. (Jer. 43:10-13) Bete-Semes corresponde de certo modo ao nome grego Heliópolis, e significa “Casa do Sol”. Por isso, a referência feita aqui é, provavelmente, à cidade de Om, e as “colunas” que deviam ser despedaçadas podem referir-se aos muitos obeliscos ao redor do templo do sol.

      A profecia de Ezequiel contém um aviso similar. (Eze. 30:10, 17) Aqui, a pontuação vocálica hebraica do nome varia da de Gênesis, de modo que o nome é literalmente “Aven” (Heb. , ’áwen). Alguns peritos sugerem que isto foi feito como um trocadilho, visto que Aven significa “iniquidade; idolatria” e Om era um centro de idolatria.

      Este pode também ser o caso de Isaías 19:18, onde o Texto Massorético se refere a uma das “cinco cidades da terra do Egito, falando o idioma de Canaã e jurando a Jeová”, como “A Cidade do Derrubamento [Heb. , ‘Ir ha-Héres]”. O Rolo do Mar Morto de Isaías apresenta ‘Ir ha-hhéres, que significa “Cidade do Sol”, apontando assim para Om (Heliópolis). Novamente neste caso talvez haja um trocadilho intencional, Héres (derrubamento) sendo substituído por Hhéres (outra palavra hebraica para “sol”, menos comum que shémesh), em vista da intenção de Jeová de destruir a idólatra cidade de Om. A paráfrase deste trecho do versículo, encontrada nos Targuns Aramaicos, reza: “(Cidade de) a Casa do Sol, que deve ser destruída.”

  • Ombro
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    • OMBRO

      Antigamente, como hoje em dia, era costumeiro levar cargas sobre os ombros. (Gên. 21:14; Êxo. 12:34) A Arca do pacto devia ser transportada, não sobre uma carroça, mas sobre os ombros dos levitas. (1 Crô. 15:15; Jos. 3:14, 15; 2 Sam. 6:3, 6-9, 13) Uma carga pesada sobre os ombros podia indicar opressão ou escravidão. (Sal. 81:5, 6; Isa. 10:27; 14:25; Mat. 23:4) Predisse-se que a tribo de Issacar ‘encurvaria seu ombro para levar fardos’. (Gên. 49:14, 15) Na história de Israel, esta tribo se mostrava disposta a assumir responsabilidades e realizar trabalho árduo. Ela forneceu muitos lutadores corajosos para o juiz Baraque e, mais tarde, forneceu o juiz Tola; também, no tempo de Davi, esta tribo supriu muitos homens sábios e valentes. — Juí. 5:13, 15; 10:1, 2; 1 Crô. 7: 1-5; 12:23, 32.

      Dizia-se que a autoridade ou responsabilidade pousava nos ombros da pessoa. A profecia de Isaías predisse que o domínio principesco viria a estar sobre os ombros de Jesus Cristo. (Isa. 9:6) Isaías disse ao infiel Sebna que Eliaquim o substituiria como mordomo da casa do rei, colocando Deus “a chave da casa de Davi” sobre o ombro de Eliaquim. Visto que uma chave, em tais casos, representava responsabilidade e autoridade, esta profecia talvez se relacione a Cristo receber a autoridade do Reino, conforme representada no pacto davídico. (Isa. 22:15, 20-22; Luc. 1:31-33; compare também com Revelação 3:7.) É interessante observar também que o peitoral de julgamento ficava pendurado nas peças seguras nos ombros das vestes do sumo sacerdote, o que evidentemente representava certas autoridades que dependeriam ou repousariam nos ombros do grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. — Êxo. 28:6, 7, 12, 22-28.

      Depois de abençoar os filhos de José, Efraim e Manassés, disse Jacó a José: “Deveras te dou uma lombada [lit. ombro, de terra] mais do que a teus irmãos”, desta forma designando José como o possuidor dos direitos de primogênito. (Gên. 48:22; compare com Deuteronômio 21:17; 1 Crônicas 5:1, 2.) Moisés disse sobre Benjamim, quando abençoou os filhos de Israel: “O amado de Jeová resida em segurança junto dele, . . . e ele tem de residir entre os seus ombros.” (Deut. 33:12) Isto parece referir-se a que os reis da linhagem de Davi teriam sua sede governamental no território de Benjamim. A mesma palavra hebraica empregada aqui para ‘ombro’ é traduzida “flanco” ou “encosta”, em Josué 15:8 (NM; PIB, Vozes), falando-se duma encosta da colina em que Jerusalém então se situava. — Veja outros exemplos em Êxodo 27:14, 15; Números 34:11; Josué 15:10; 1 Reis 6:8; Ezequiel 25:9.

      “Dar um ombro obstinado” representa opor resistência ao conselho e à lei de Deus (Nee. 9:29; Zac. 7:11), ao passo que servir “ombro a ombro” indica a unidade de ação. — Sof. 3:9.

  • Ômer I
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    • ÔMER I

      Uma medida para secos que corresponde ao coro e equivale a dez batos ou a dez efas. (Eze. 45:11, 14) Baseado no volume estimativo do bato, tem-se computado o efa como equivalente a 22 litros. O ômer, por conseguinte, seria igual a 220 litros, e o meio-ômer (Osé. 3:2) a 110 litros. No deserto, os cobiçosos israelitas juntaram codornizes miraculosamente providas em tão grande número que “quem recolhia menos ajuntou dez ômeres” (220 decalitros). (Núm. 11:32) As Escrituras também mencionam o ômer como medida para a cevada, a semente e o trigo. — Lev. 27:16; Isa. 5:10; Eze. 45:13.

  • Ômer, Ii (Gômor)
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    • ÔMER, II (GÔMOR)

      Medida para secos equivalente a um décimo dum efa. (Êxo. 16:16, 18, 22, 32, 33, 36) Calcula-se o efa como equivalente a 22 litros, à base da evidência arqueológica relativa à capacidade da medida correspondente para líquidos, o bato. (Compare com Ezequiel 45:10, 11.) Um gômor (ômer, ALA; VB) por conseguinte, equivaleria a 2,2 litros.

      Uma comparação do texto hebraico de Êxodo 29:40 com o de Números 28:5 revela que a “décima parte” significa um décimo do efa, ou um gômor. Isto provê a base para se traduzir a expressão hebraica ‘décima parte’ como “um décimo de um efa” ou algo similar. — Núm. 15:4, ALA; IBB; MC; NM; PIB; VB.

  • Onã
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    • ONÃ

      [vigoroso]. Um dos filhos de Judá, o seu segundo com a filha cananéia de Sua. (Gên. 38:2-4; 1 Crô. 2:3) Depois de Er — o irmão mais velho de Onã — que não tinha filhos, ter sido morto por Jeová por praticar o erro, Judá disse a Onã que realizasse o casamento de cunhado com Tamar, esposa de Er. Se tivessem um filho, este não seria o fundador da família de Onã, e a herança de primogênito lhe pertenceria como herdeiro de Er; ao passo que, caso não houvesse herdeiro, Onã obteria a herança para si mesmo. Quando Onã teve relações sexuais com Tamar, ele “desperdiçou o seu sêmen na terra”, em vez de inseminá-la. Não se tratava dum ato de masturbação por parte de Onã, pois o relato diz que “quando teve relações com a esposa de seu irmão” ele desperdiçou seu sêmen. Pelo visto, era um caso de “coitus interruptus” (coito interrompido), em que Onã propositalmente impediu que sua ejaculação penetrasse no canal genital de Tamar. Devido a esta desobediência a seu pai, à sua cobiça e ao seu pecado contra o arranjo divino do casamento, e não pelo abuso de si, Onã, que também não tinha filhos, foi morto por Jeová. — Gên. 38:6-10; 46:12; Núm. 26:19.

  • Onesíforo
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    • ONESÍFORO

      [o que traz lucro]. Um cristão mencionado na segunda carta de Paulo a Timóteo. (2 Tim. 4:19) Em contraste com outros no distrito da Ásia que se desviaram de Paulo, Onesíforo permaneceu como apoiador leal dele, e, quando Paulo se achava em Roma, Onesíforo o procurou diligentemente, apesar dos riscos que correu. Não ficou envergonhado das cadeias de Paulo, mas prestou um bom serviço ao apóstolo, como fizera em Éfeso. Paulo apreciava grandemente esta lealdade, e orava para que Onesíforo e sua casa obtivessem a misericórdia de Jeová. — 2 Tim. 1:15-18.

      Ter Paulo enviado saudações à família de Onesíforo, em vez de ao próprio Onesíforo (2 Tim. 4:19), não indica, necessariamente, que ele não mais estivesse vivo, embora isso pudesse ser verdade. Talvez simplesmente estivesse longe da família nessa ocasião, ou, talvez, até mesmo estivesse incluído nas saudações gerais enviadas à sua família de crentes.

  • Onésimo
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    • ONÉSIMO

      [proveitoso, útil]. Um escravo fugitivo a quem Paulo ajudou a se tornar cristão. Onésimo tinha sido um servo de Filêmon, cristão colossense, mas tinha fugido de Colossos para Roma. Pode ser que tenha até roubado de seu amo para fazer tal viagem. (Col. 4:9; Filêm. 18) É bem possível que tenha conhecido Paulo, ou pelo menos tenha ouvido falar dele, através de Filêmon; pois, embora não tenha sido especificamente mencionada nenhuma visita de Paulo a Colossos, nas viagens missionárias, Paulo deveras viajou por aquela área geral e estava familiarizado com Filêmon. (Atos 18:22, 23; Filêm. 5, 19, 22) De qualquer forma, de algum modo não especificado, Onésimo se tornou associado de Paulo em Roma e logo se tornou cristão. (Filêm. 10) Em grande contraste com sua anterior inutilidade a Filêmon como escravo, tornou-se então utilíssimo a Paulo como ministro, um “fiel e amado irmão” a quem Paulo chama de “as minhas próprias ternas afeições”. — Col. 4:9; Filêm. 11, 12.

      Todavia, Onésimo ainda era um escravo fugitivo e a ordem social daqueles dias obrigava Paulo a mandá-lo retornar a seu amo, embora com relutância, em vista de quão bom companheiro Onésimo se tornara. O apóstolo, contudo, não tinha meios de obrigar Onésimo a retornar, de modo que isso dependia, e resultaria, da própria disposição de Onésimo de ir. Ao enviar Onésimo, Paulo fez arranjos para que Tíquico o acompanhasse, e para que os dois levassem uma carta e um relatório a Colossos. (Col. 4:7-9) Em aditamento, Paulo entregou a Onésimo a sua carta para Filêmon, muito embora só fosse num período bem adiantado de seu encarceramento que Paulo esperava ser liberto e aguardava visitar Filêmon pessoalmente. (Filêm. 22) Esta última carta poderia ser denominada uma carta de reapresentação e de recomendação de Onésimo, na qual Paulo assegurava a Filêmon o bom ministério cristão e a nova personalidade de Onésimo, e em que Paulo suplicava que o reencontro dos dois fosse mais o de dois cristãos do que o de um escravo e seu amo. Paulo solicitava que qualquer dívida ainda restante de Onésimo para com Filêmon fosse debitada na conta do apóstolo. (Filêm. 12-22) Incidentalmente, na carta aos colossenses que Onésimo e Tíquico estavam levando, Paulo tratava de princípios cristãos que governavam

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