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Carta da FilialNosso Ministério do Reino — 1974 | abril
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Carta da Filial
Prezados Co-publicadores:
“Agradecei a Jeová!” “Louvai a Jeová!” Quantas vezes o salmista usou estas expressões! Jeová certamente tem dado a todos nós motivo de render-lhe graças, honra e louvor. Pense só nas bênçãos, nos privilégios e na abundância de alimento espiritual que recebemos através das publicações, reuniões e assembléias. Assim, podemos enfrentar o futuro com confiança e manter firme a nossa esperança cristã. E o que podemos pagar de volta a Jeová como expressão de nossa gratidão e apreço por Sua bondade e benevolência? Que cada um de nós ‘seja vaso para uso honroso por Deus, preparado para toda boa obra’. — 2 Tim. 2:21.
Cada ano celebramos a comemoração da morte de Cristo. Fazemos isto em obediência à ordem de nosso Rei Jesus Cristo, de comemorar a sua morte, e por apreciarmos o resgate a provisão amorosa de Jeová. Somos gratos de que se nos revigoram a mente e o coração a respeito da importância do que Jeová Deus e Jesus Cristo fizeram a nosso favor. — 2 Cor. 5:14, 15; Heb. 9:14.
Mas, quão profundamente é a nossa própria vida afetada pela morte de Cristo, que comemoramos? Induziu-nos ela a fazermos mudanças? Visto que somos imperfeitos, precisamos continuamente fazer ajustes. O apreço do resgate deve influenciar profundamente tudo o que fazemos. Deve refrear-nos do proceder errado. Deve ser um estímulo para cultivarmos o maior amor aos nossos irmãos. E deve induzir-nos a fazer verdadeiro empenho de ajudarmos outros a tirar proveito da provisão de vida feita por Deus.
O mês de abril é uma época apropriada do ano para fazermos um esforço extra, a fim de ajudar as pessoas a quem se ensina a verdade vitalizadora da Palavra de Deus a participar conosco em dizer a outros o que Jesus tem feito pela humanidade. Cremos que estamos inculcando na mente de tais estudantes, semana após semana, a necessidade de partilhar com outros o que aprenderam da Bíblia. Têm eles fé suficiente em Jesus Cristo para fazer o que ele fez quando na terra, a saber, pregar a mensagem do Reino? Estão preparados e habilitados para participar na pregação das boas novas? Talvez já é tempo de convidá-los a acompanhá-lo e a observar seu ministério no campo. Quão felizes seremos se muitos mais de tais estudantes se aperceberem da proximidade do livramento e sentirem a urgência de participar na proclamação do Reino. (Luc. 21:28) É urgente pregar estas boas novas, antes de a grande tribulação vir sobre todas as nações.
Vivemos em tempos momentosos e perigosos, irmãos! Cada um de nós, individualmente, precisa permanecer dentro da congregação de Deus. Precisamos estudar juntos a Palavra de Deus, ajustando a nossa vida aos requisitos de Jeová. Devamos usar a nossa habilidade de falar para louvar a Jeová e para expressar agradecimentos de coração. Também, devemos fazer esforços diligentes para estimular outros a ter fé e a participar na adoração pura. Assim, cada um de nós, individualmente, será um vaso para uso honroso por Deus.
Aceitem o nosso amor cristão e os nossos melhores votos de felicidade.
Seus irmãos,
ESCRIT. DA SOCIEDADE, SÃO PAULO
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Sirvamos com o espírito de voluntariedadeNosso Ministério do Reino — 1974 | abril
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Sirvamos com o espírito de voluntariedade
1 Os servos de Jeová, neste tempo do fim, são descritos profeticamente como demonstrando o espírito de voluntariedade. (Sal. 110:3) Sabemos que Jeová sempre se agradou de serviço voluntário, de toda a alma. — 2 Cor. 9:7.
2 Mas, poderia-se perguntar: “Como podia Paulo dizer: ‘Ai de mim se eu não declarasse as boas novas’, e ao mesmo tempo fazer o seu serviço voluntariamente?” (1 Cor. 9:16) Paulo sabia o que diz Ezequiel 3:18 sobre a responsabilidade séria de se avisar os iníquos. Sabia que Jeová, por amor às pessoas, quer que sejam avisadas. Paulo certamente também amava as pessoas, não amava? E ele aceitou voluntariamente o ponto de vista de Jeová sobre a pregação das boas novas ao mundo da humanidade pecadora. Além disso, conforme mostra 1 Coríntios 9:17, realizava “espontaneamente” seu ministério, arcando com as suas próprias despesas.
3 É animador saber que tantos de nossos irmãos tenham arranjado voluntariamente seus assuntos para servir como pioneiros temporários, regulares e especiais. Durante o primeiro mês do ano de serviço, 1.930 puderam servir como pioneiros regulares e especiais, em outubro, 2.013, em novembro, 2.056 e em dezembro, 2.109. É elogiável que mais 1.350 serviram como pioneiros temporários em setembro. Mencionam-se estes algarismos para que se sinta de algum modo sob “compulsão” de ser pioneiro, mesmo que sua situação não permita que o seja? Não, mas, antes, são mencionados como encorajamento, para mostrar o que outros puderam fazer para ampliar sua contribuição para a obra de pregar o Reino e fazer discípulos. Reconhece-se que muitos têm família e outras responsabilidades, e que isso, no presente, possa impedir que sirvam como pioneiros temporários ou regulares. (Gál. 6:4; 1 Tim. 5:8) Não é animador saber, porém, que tantos de nossos irmãos puderam ampliar seus privilégios de serviço? Poderá fazer o mesmo?
4 Sermos motivados pela mesma “palavra de Deus” nos induz a pensar em meios de ampliar nossos privilégios de serviço de campo. (Heb. 4:12) Os mais jovens talvez possam servir como pioneiros temporários durante o período das férias escolares. Chefes de família talvez possam tirar tempo do serviço ou usar as noitinhas ou os fins-de-semana para servir como pioneiros temporários. Isto exige ajustes no seu programa normal de atividades, conforme se reconhece. Em algumas famílias talvez seja possível ajudar outros membros da família
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