BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Ermo (Deserto)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ‘cidades santas um ermo, Sião um mero ermo, Jerusalém um baldio desolado’ (Isa. 64:10), seus pomares e seus campos cultivados assumindo todos um aspecto desértico. (Jer. 4:26; 9:10-12) Seus regentes principescos, que tinham sido como majestosos cedros duma floresta, seriam abatidos. (Jer. 22:6, 7; compare com Ezequiel 17:1-4, 12, 13.) Por outro lado, em retribuição ao seu ódio e à sua oposição ao arranjo do reino de Deus, as nações inimigas, tais como Babilônia, o Egito, Edom e outras, sofreriam similar experiência. Especialmente Babilônia foi destacada para tornar-se um “ermo árido e uma planície desértica”, desabitada, esquecida em sua desolação. — Jer. 50:12-16; Joel 3:19; Sof. 2:9, 10.

      Em contraste, a restauração de Judá, depois do exílio de setenta anos, seria como a conversão duma região desértica num jardim edênico, com pomares frutíferos e campos produtivos, regados por correntes e rios, tendo plantas juncosas, árvores folhosas e um espocar de flores, tudo o que faria parecer que a terra se regozijava. — Isa. 35:1, 2; 51:3.

      Indivíduos

      Referências similares a indivíduos mostram que tais profecias se aplicam primariamente de modo espiritual, em vez de literal. Assim, aquele que confia nos homens, em vez de em Jeová, é assemelhado a uma árvore solitária numa planície desértica, sem nenhuma esperança de ver o bem. Mas quem confia em Jeová é semelhante a uma “árvore plantada junto às águas”, frutífera, luxuriante, segura. (Jer. 17:5-8) Tais contrastes também ajudam-nos a formar um quadro mental do que constituía uma região desértica.

      “Ermo do mar”

      O “ermo [miãhbár] do mar”, em Isaías 21:1, tem sido entendido por alguns comentaristas como sendo uma expressão enigmática que se referia à parte S da antiga Babilônia. Quando os rios Eufrates e Tigre inundavam anualmente suas margens, esta região se tornava como que um “ermo do mar”. A Septuaginta grega omite a palavra para “mar” neste texto, e o consonantal Rolo de Isaías do Mar Morto pode ser interpretado como rezando “palavras”. Por causa disso, alguns sugerem a seguinte tradução de Isaías 21:1: “Palavras como ventos tempestuosos varrendo o Negebe, vindo do deserto, de uma terra terrível.” [The Interpreteis Bible (A Bíblia do Intérprete), Vol. V, p. 286] Se aceita, tal tradução poderia indicar que as “palavras” da “visão dura” (V. 2) contra Babilônia percorriam celeremente a mente do profeta como os ventos tempestuosos do deserto varriam o Negebe.

      Em Revelação (Apocalipse)

      No livro de Revelação, o deserto ou ermo é usado em sentido duplo: como representando isolamento e refúgio no que se refere a atacantes, no caso da mulher simbólica que dá à luz o menininho real (Rev. 12:6, 14); e como representando o habitat de animais selvagens, no caso da mulher simbólica, “Babilônia, a Grande”, que cavalga a fera (besta) de sete cabeças. — Rev. 17:3-6, 12-14.

  • Ermo De Judá
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ERMO DE JUDÁ

      Veja JUDÁ, ERMO DE.

  • Erva Salgada
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ERVA SALGADA

      Assim se traduz o termo hebraico mallúahh, mencionado uma única vez na Escritura como alimento ingerido por aqueles pouco estimados. (Jó 30:4) A palavra da língua original é considerada como um derivado duma raiz que significa “salgar”, e também tem sido traduzida “malvas” (AZ; ALA; IBB; VB) e “folhas amargas” (LEB). A tradução “malva” parece ter resultado da similaridade entre a palavra hebraica mallúahh e a palavra grega malákhe, a qual se crê esteja relacionada com o termo português “malva”. No entanto, em Jó 30:4, os tradutores da Septuaginta não usaram malákhe, e sim álima (“ervas salgadas”, a LXX de Bagster), e pensa-se que tanto álima como mallúahh se referem quer ao sabor salgado da planta, quer à região em que ela cresce.

      A planta sugerida mui freqüentemente como correspondendo a mallúahh da Bíblia é a “salgadeira” (Atriplex halimus). Este arbusto ramoso cresce comumente 30 a 90 cm, mas, nas praias do mar Morto, têm sido encontradas plantas que chegam a medir até 3 m. A planta possui folhas pequenas, grossas e de sabor ácido, e, na primavera setentrional, apresenta pequenas flores purpurinas. O ar do mar é vital para sua existência.

  • Ervas Daninhas (Joio)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ERVAS DANINHAS (JOIO)

      Em geral, plantas incomodativas que, aparentemente, não têm nenhum fim útil onde crescem. Ao passo que há peritos que se empenharam em ligar as várias palavras das línguas originais traduzidas “ervas daninhas” na Bíblia com plantas específicas, não é possível uma identificação segura.

      A palavra hebraica bo’sháh é considerada derivativa duma raiz que significa “feder”, e, por conseguinte, provavelmente abrange uma variedade de plantas malcheirosas, ‘ervas malcheirosas’. O fiel Jó, com efeito, declarou que, se seu proceder na vida não tivesse sido íntegro, então, ao invés da cevada, que crescessem as ervas malcheirosas. — Jó 31:40.

      Outro termo hebraico, hhóhahh, é entendido como designativo das plantas espinhosas em geral, as ervas espinhosas que crescem em solo cultivado e rapidamente se apossam duma terra desolada. (Jó 31:40; Isa. 34:13; Osé. 9:6) A mesma palavra aparece em Jó 41:2, onde a alusão parece ser a um espinho colocado nas guelras dum peixe para transportá-lo. Hhóhahh é também usado em sentido ilustrativo. (Cân. 2:2) Uma erva espinhosa na mão dum ébrio pode trazer danos a ele e a outros; assim acontece com pessoas tolas que usam erroneamente um provérbio, por não compreendê-lo. (Pro. 26:9) O Rei Jeoás, de Israel, comparou

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar