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  • Como devem os homens tratar as mulheres?
    Despertai! — 1972 | 22 de novembro
    • leis de Deus, o que fazer, então? O princípio bíblico é: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.

      Assim, quando realmente estuda o que a Bíblia tem a dizer sobre como os homens devem tratar as mulheres, pode ver que Deus certamente colocou as mulheres numa posição de dignidade e de favor. Na verdade, a maioria dos homens deste mundo não se apegam às altas normas de Deus. Mas, isso não torna erradas tais normas. Antes, expõe a atitude errada de tais homens. E, algum dia, terão que prestar contas a Deus por isso.

      Os homens que são verdadeiros cristãos aceitam as normas de Deus. Se investigar as testemunhas de Jeová, verificará que fazem isso. Constantemente aprendem como aplicar estas normas em sua vida, com benefícios crescentes para eles mesmos e as mulheres com as quais lidam. E, quando suas esposas, mães e irmãs também têm a mesma alta estima pelas normas superiores de Deus, e desempenham corretamente seu papel, acham grande harmonia e felicidade. Nenhuma delas procura libertar-se disso, e não é por serem obrigadas a ficar sob tal arranjo, mas porque desejam ficar, verificando que é um modo muito superior de lhes trazer felicidade do que qualquer outro.

      Ainda assim, até mesmo homens é mulheres com compatibilidade precisam de libertação. Do quê? De um mundo cheio de ódio, crime, guerra, pobreza, doença e morte; de um mundo que tem causado tais injustiças, não só às mulheres, mas também aos homens e às crianças. Tornar-se-á uma realidade tal libertação?

  • A verdadeira libertação está próxima
    Despertai! — 1972 | 22 de novembro
    • A verdadeira libertação está próxima

      AS MULHERES realmente precisam de libertação, em muitos sentidos. Mas, os homens também precisam. O primeiro-ministro da Índia, Sra. Indira Gandhi, disse: “Os homens não estão mais libertos do que as mulheres.”

      A realidade é que a inteira família humana precisa de libertação. O Daily Star de Toronto, comentava:

      “A sensação de ser enlaçada e irrealizada não se limita à varoa. Vivemos numa sociedade massificada, industrializada em que muitas pessoas se sentem solitárias, sem raízes, irrealizadas e não tendo uma identidade satisfatória, e a oportunidade de usar plenamente suas capacidades.

      “As pessoas são tanto homens como mulheres. Apontar o casamento e o domínio masculino como as causas da infelicidade feminina é torcer cegamente e ignorar as realidades da vida no século 20.”

      A civilização industrial não se provou a bênção que muitos pensavam que seria. A maior parte dela resulta ser maldição. Produz grandes cidades com apinhados milhões de pessoas pululantes. Melhorou a qualidade da vida por meio de tais ‘selvas de concreto’ que impedem a visão do céu e a entrada do sol, e impedem que se vejam as árvores, e a grama e as colinas? Será melhora, quando as pessoas receiam andar à noite pelas ruas da cidade, e até mesmo à luz do dia, em certos lugares? O que dizer da poluição, e as condições agravantes do trânsito?

      Quão bom é o chamado ‘alto padrão de vida’ quando não pode realmente ser usufruído? Que prazer há em trabalhar, quando os empregos se tornam algo enfadonho e a pessoa se torna insignificante peça num gigantesco plano de produção em massa?

      Para onde quer que olhe, os homens e as mulheres, e as crianças, têm problemas graves dos quais precisam de libertação. Exemplificando, no país mais rico da terra, os Estados Unidos, cerca de um quarto de todas as pessoas com mais de sessenta e cinco anos são obrigadas a viver de renda que o Ministério do Trabalho considera em nível de pobreza. Muitas mais vêem-se obrigadas a subsistir de rendas não muito maiores. A todo o tempo, os preços sobem, e muitas senhoras casadas são obrigadas a trabalhar fora porque a renda de seus maridos não basta.

      Também, considere o seguinte relatório da revista Time: “Cerca de 300 milhões de pessoas no mundo têm deformações altamente visíveis, que provocam problemas emocionais não apenas nas vítimas, mas para a sociedade em torno delas.” E o que dizer dos mentalmente enfermos? O que dizer, também dos pobres e famintos do mundo, que constituem a maioria da família humana? Não precisam todos estes de libertação?

      Não há mais dúvida de que os homens, bem como as mulheres, tornaram-se vítimas do opressivo sistema de regência política, econômica e religiosa que tem dominado a terra. Tal sistema é o produto final do desejo do homem e da mulher de independência de Deus. Que tremendo fracasso resultou ser a regência humana que ignora a Deus! — Jer. 10:23.

      O que a terra precisa agora é que Deus remova o atual sistema e o substitua por seu próprio arranjo justo. Precisamos de sua perfeita sabedoria, justiça, amor e orientação para dirigir os assuntos humanos. Mas, será tal esperança apenas um sonho?

      Não, não é apenas um sonho! Por que não? Porque o limite de tempo de Deus para permitir a perversidade humana está chegando rápido a seu fim. Toda evidência, em cumprimento das próprias profecias registradas de Deus mostra que nos aproximamos do fim deste opressivo sistema de coisas.

      Em breve, quando o limite de tempo se esgotar, Deus asseverará seu poder onipotente e limpará a terra dos maus efeitos da regência humana. Daniel 2:44 prediz: “E nos dias daqueles reis o Deus do céu estabelecerá um reino que jamais será arruinado. E o próprio reino não passará a qualquer outro povo. Esmiuçará e porá termo a todos estes reinos, e ele mesmo ficará estabelecido por tempo indefinido.”

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