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A religião na arena políticaDespertai! — 1975 | 22 de maio
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Joanesburgo, África do Sul, disse em editorial:
“As igrejas precisam decidir qual é sua tarefa essencial. Se se propuserem a estabelecer um poder ou ‘reino’ secular, usarão as armas perigosas que acompanham isso. Mas, daí, têm de parar de fingir agir em nome daquele que disse: ‘Meu reino não é deste mundo’.” — 12 de abril de 1914.
As ações hipócritas e desprovidas de princípios dos clérigos fizeram bem poucos amigos verdadeiros para eles dentre os homens.
Ainda mais importante, o envolvimento da religião na política a tornou ‘inimiga de Deus’. (Tia. 4:4) Jesus sabia que seu reino era celeste e que, no devido tempo, poria termo a toda opressão e iniqüidade. Os fatos apontam que vivemos perto do tempo em que tal evento ocorrerá. — Dan. 2:44; Mat. 6:9, 10; capítulos 24 e 25.
No ínterim, disse Jesus, seus discípulos deviam ‘pagar a César as coisas de César, e pagar a Deus as coisas de Deus’. O apóstolo cristão, Paulo, também disse “Todo o mundo tem de obedecer às autoridades civis que se acham acima dele.” Naturalmente, se as “autoridades civis” mandaram os cristãos fazer algo que Deus disse ser errado, então os verdadeiros cristãos ‘obedecem a Deus como governante antes que aos homens’. (Mat. 22:21; Rom. 13:1, Translation in the Language of the People de C. B. Williams; Atos 5:29) Mas, “obedecer às autoridades civis” não permitiria que o cristão fosse revolucionário, permitiria?
O conceito bíblico tem o apoio da nítida declaração do livro Church and State in Scripture History and Constitutional Law (A Igreja e o Estado na História Bíblica e na Lei Constitucional), de James E. Wood Jr., E. Bruce Thompson, e Robert T. Miller (1958): “Jesus não era nenhum político revolucionário, e firmemente se recusou a ficar envolvido na revolução política, preferindo a morte à insurreição . . . Os escritos em existência de Paulo não contêm nenhum ataque direto ao governo imperial de Roma.”
Pense só: os resultados do envolvimento do clero na política parecem deploráveis para os humanos. Imagine quão repugnantes devem parecer para Deus, a quem os clérigos afirmam representar. Podemos ficar contentes, conforme a Bíblia nos diz, que toda essa religião falsa será destruída em breve para sempre por Deus. Por outro lado, a adoração verdadeira perdurará. — Mat. 7:15-20; Revelação, capítulos 17 e 18.
As testemunhas de Jeová são conhecidas internacionalmente como neutros para com os assuntos deste mundo. Realmente crêem nas palavras de Jesus: “Meu reino não faz parte deste mundo.” (João 18:36) Crê nelas?
Gostaria de ter parte, agora mesmo, em ajudar aqueles que são pisoteados — mas, fazê-lo dum modo que Deus aprova e que realmente dá certo?
Se assim for, visite um Salão do Reino das testemunhas de Jeová e aprenda sobre os cristãos que, na verdade, ‘não fazem parte deste mundo’.
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Igrejas latino-americanasDespertai! — 1975 | 22 de maio
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Igrejas latino-americanas
● O periódico Theology Today recentemente resumiu a condição das igrejas latino-americanas da cristandade. O quadro é sombrio: “As inscrições nos seminários caíram consideravelmente, os sacerdotes abandonam o ministério em tão grandes números que este é chamado de ‘profissão que desaparecerá’. Os conflitos e as tensões aumentam nas igrejas, à medida que os conservadores, os progressistas, os revolucionários, os denominacionalistas, os revivalistas, e os carismáticos dividem a comunidade cristã . . . Tanto a comunidade católica como a protestante estão envolvidas nesta crise.”
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