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  • Os moradores da terra fazem as coisas ir de mal a pior
    Despertai! — 1982 | 22 de maio
    • ar, água e solo — e para as pessoas. Outros países estão também embaralhando novamente suas prioridades para colocar a economia à frente do meio ambiente.

      Contudo, no “Relatório Sobre o Estado do meio Ambiente do Mundo”, feito anualmente, o Programa das Nações Unidas Sobre o meio Ambiente afirmava que os danos da poluição nos países desenvolvidos custam mais do que a proteção do meio ambiente. O relatório indicava também a tendência — a relocalização de indústrias poluentes dos países desenvolvidos para os em desenvolvimento. Diz que os japoneses fazem isso. Também as indústrias norte-americanas, que representam perigo para o meio ambiente, estão sendo relocalizadas no México, no Brasil e em outros países em desenvolvimento.

      Não reflete isso a indiferença calejada para com o bem-estar das pessoas? Uma falta de preocupação pelos outros? Falta de amor ao próximo, mas apenas amor ao dinheiro? Um caso de lucros em precedência às pessoas? Uma ilustração de tal desconsideração pelos outros é a cidade de Cubatão, no Brasil. A indústria estrangeira tem poluído tanto a cidade que seus quatro rios estão mortos. Os peixes apanhados de um escoadouro oceânico nas proximidades são cegos ou malformados por terem ingerido mercúrio. Não há pássaros, não há borboletas, nem insetos de espécie alguma, e quando chove é uma chuva ácida. Muitos bebês nascem malformados ou mortos, muitos outros morrem no prazo de uma semana. Visto que tal poluição flagrante não é permitida em nações desenvolvidas, o diretor-chefe de uma das companhias de aço de Cubatão disse bem calejadamente que “a fundição de ferro é uma atividade mais conveniente para países do terceiro mundo”.

      Precisamos de um retorno aos antigos valores. O amor ao próximo é o único proceder prático. Cuidar do meio ambiente é para a nossa sobrevivência. Acontece com muita freqüência que, antes de se ver o perigo, o dano já foi causado. E, mesmo depois de ser visto o perigo, o dano continua a ser causado. A trama da vida está bem urdida. Ponha uns poucos em perigo e estará pondo em perigo a muitos. No começo, são apenas algumas borboletas, daí, somos nós. Todos ficam envolvidos eventualmente.

      “Será realmente necessário”, pergunta Romain Gary, “continuar a dizer que nenhum homem fica excluído? Quantos avisos precisamos? Quantas provas e estatísticas, quantas mortes, quanta beleza desaparecida, quantos ‘últimos espécimes’ nesses tristes zoológicos? . . . O coração ou fala ou não. . . . É um absurdo abarrotar nossos museus de arte, gastar bilhões em beleza e daí deixar que a beleza seja destruída injustificadamente em todo o seu vivo esplendor.” — Extraído da introdução do livro Vanishing Species.

      A pergunta de suma importância, porém, é: O que fará o Dono da terra quanto à poluição da terra que lhe pertence?

  • O que o dono da terra fará
    Despertai! — 1982 | 22 de maio
    • O que o dono da terra fará

      Coloque-se no lugar dele e pergunte-se: O que faria eu?

      O PRIMEIRO artigo desta edição fala de um lindo lar que você proveu para inquilinos que passaram a arruiná-lo. Sem dúvida, você os despejaria. Os artigos que se seguiram mostram alguns dos estragos que as pessoas fizeram na terra. Qual é

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