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  • O fascinante pombo
    Despertai! — 1978 | 22 de maio
    • por toda a vida. Juntos, começam a construir um ninho, e se revezam nele. Depois que põe dois ovos, a fêmea os choca por toda a noite, continuando até por volta das 9,30 horas. Em seguida, é a vez do macho, concluindo seu turno de incubação por volta das 14 horas.

      Após cerca de dezoito dias e meio, os pombinhos recém-incubados, conhecidos como borrachos, saem para serem alimentados por ambos os genitores. Tanto a pomba como o pombo produzem no papo o “leite de pomba”, substância nutritiva que é regurgitada e passada de boca a boca pelos genitores aos filhotes. O “aleitamento” continua por cerca de duas semanas e, então, a dieta dos borrachos se torna a mesma que a dos pais.

      Natureza Confiável

      Por causa da aparência e disposição branda e quieta da pomba, tem-se tornado conhecida como “a ovelha do mundo das aves”. Sua natureza confiável a torna fácil de treinar e de ser apreciada. Visto que esta mesma disposição confiável poderia torná-la presa fácil, Jesus apropriadamente equilibrou suas palavras quanto a se ser “inocentes como pombas” com o conselho de se ser “cautelosos como as serpentes”. — Mat. 10:16.

      Espécies de Pombos

      Há centenas de variedades de pombos. De interesse especial para nós são as seguintes três categorias: (1) os pombos-correios, (2) os pombos artísticos e (3) os pombos ornamentais.

      Como o nome subentende, o pombo-correio ou residente é criado para usar seu instinto de voltar para casa. À velocidade de mais de um quilômetro e meio por minuto, esta ave, quando solta em território desconhecido, dá uma ou duas voltas e então parte em direção ao ninho, voando a distâncias de até uns 800 quilômetros. Como é que o pombo consegue realizar esse feito de descobrir seu ninho a tão grandes distâncias continua sendo um mistério.

      O pombo-correio foi inicialmente criado no início dos anos 1800, na Bélgica, e, até os dias atuais, as provas de pombos são ali um esporte nacional. É tão difundido lá que, para cada oito casas, há um pombal. Infelizmente, relacionado às provas de pombos, sobressai a cobiça humana, visto que tais atividades estão ligadas à jogatina. A fim de fazer as aves voarem mais rápido, noticia-se que, na Alemanha, criadores de pombos interrompem o acasalamento pouco antes de seu clímax e então levam o macho até o local onde é solto para a prova.

      Nos Estados Unidos, mais de 20.000 pessoas criam cerca de um milhão de aves para provas de corridas. Recente artigo de jornal mencionava um columbófilo que pagou Cr$ 391.000,00 por um pombo. Por quê? Tal senhor desejava ter em seu pombal uma raça campeã.

      Além de para provas, o instinto de retorno destes pombos ao seu lar tem sido empregado para transmitir mensagens. Antes do advento do telégrafo, o pombo-correio servia bem para levar as cotações da bolsa de valores de um lado para o outro do Canal da Mancha, de Londres a Antuérpia. Soube-se de um pombo ter entregue uma mensagem a mais de 1.600 quilômetros, embora 160 quilômetros seja, geralmente, aceito como a distância máxima que se devia tentar.

      Pombos artísticos situam-se, essencialmente, em quatro grupos. O primeiro grupo, os “Rollers” (rolantes) e os “Flying Tumblers” (pombos-cambalhotas), são deveras fascinantes de se observar. Quando soltos, um bando de mais ou menos vinte ascendem em formação e então realizam um ato preciso. Voarão em formação dum “8”, a favor e contra o vento. Na intercessão do número, todas as aves darão cambalhotas para trás. Saindo da cambalhota em uníssono, continuam em formação de “8” até que lhes seja dado o sinal para voltar a seus ninhos.

      Os “Tipplers” (meneadores) e “Highfliers” (estratosféricos) são dotados de tremenda resistência. Sabe-se que tais aves permanecem no ar por mais de dezenove horas e atingem altitudes que as fazem parecer simples pontículos, quando vistas com binóculos.

      “Parlor Tumblers” (volteadores) propiciam muitas horas de diversão, ao fazerem suas acrobacias no chão. Tais aves dão um passo para a frente e, então, metem a cabeça entre as patas, rodopiando dois passos para trás.

      O verdadeiro senhor do espetáculo é o “Swing Pouter” (pombo-de-papo-de-vento). Esta ave de colorido brilhante enche o papo e então, com as asas erguidas bem acima da cabeça, lança-se sobre seus admiradores. Em seguida o pombo-de-papo-de-vento voa para o alto, batendo ruidosamente as asas. Pareceria que a ave procura chamar atenção para si mesma.

      Pombos ornamentais, como as flores, parecem infindáveis em variedade, colorido e matizes. O prazer se deriva de se contemplar sua delicada beleza. Talvez seja um arranjo especial de penas, um colorido ornato ou um formato ímpar.

      Necessidade de Equilíbrio

      Ao passo que se pode derivar certo prazer em criar pombos, envolve deveras substancial soma de dinheiro abrigar e alimentar tais aves. Nos EUA, cinqüenta pombos talvez exijam uma despesa mensal de uns Cr$ 600,00 a Cr$ 700,00 só para rações. Há também o trabalho envolvido. Para prevenir doenças, os pombais precisam ser mantidos limpos e secos. Os aparelhos usados para dar de beber e comer às aves também precisam ser conservados limpos. Para facilitar isto, o pombal precisa ser devidamente esquematizado. A limpeza do pombal é uma necessidade absoluta, visto que se sabe que os pombos são transmissores de doenças fatais para os humanos.

      Uma criação saudável também exigiria o isolamento, por certo tempo, das aves doentes e recém-adquiridas. Isto pode impedir que transmitam doenças ao restante do bando.

      Através dos séculos, os pombos trouxeram deleite a muitas pessoas. Até mesmo o leitor talvez se surpreenda de poder chegar bem perto dessas aves essencialmente selvagens, sem que elas alcem vôo. E que prazer se deriva de observar os trejeitos dos pombos artísticos! O fascínio aumenta mais com as realizações dos pombos-correios e a beleza delicada dos pombos ornamentais. Deveras, o pombo é uma ave interessante, fascinante.

  • Utilização da gordura
    Despertai! — 1978 | 22 de maio
    • Utilização da gordura

      Os vôos de longa distância das aves são famosos. Mas como podem as aves voar tão grandes distâncias sem fazer paradas? De que vivem, uma vez que os cientistas concluem que uma ave em vôo utiliza seis a oito vezes mais calorias do que uma ave em repouso?

      Basicamente, o combustível para tais vôos é a gordura. Antes da emigração, a ave passa por uma alteração metabólica; assim começa a estocar grandes quantidades de gordura. No caso de uma toutinegra aninhada pouco antes de seu longo vôo sobre a água, a metade do peso da ave era gordura estocada. Assim, tais aves migratórias, ao alçarem vôo, estão bojudas com camadas de gordura, o “combustível” para seu vôo.

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