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  • Alexandre, o Grande, e o simbolismo bíblico
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
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w77 15/11 pp. 681-682

Alexandre, o Grande, e o simbolismo bíblico

A BÍBLIA está cheia de simbolismos, especialmente nas suas partes proféticas. Esses simbolismos transmitem prontamente informações aos leitores e ouvintes. Também, as representações pictóricas, vívidas, costumam ser lembradas melhor do que a mera relação de fatos. Outro benefício dos símbolos é que se pode apresentar muita informação em termos simples.

Um caso pertinente é o livro de Daniel, que está cheio de simbolismos. Por exemplo, a Potência Mundial Grega ou Greco-Macedônia é ali retratada como bode e como leopardo alado, de quatro cabeças. A consideração cuidadosa deste simbolismo revela quão apropriado é. Ao mesmo tempo, impressiona a maneira espantosa em que se cumpriu a profecia bíblica.

Lançada no papel de bode, a Potência Mundial da Grécia é descrita do seguinte modo: “Eis que vinha um bode dos caprídeos desde o poente sobre a superfície de toda a terra, e ele não tocava na terra. E quanto ao bode, havia entre os seus olhos um chifre proeminente. E ele foi chegando ao carneiro dos dois chifres [representando a Medo-Pérsia, conforme se torna evidente em Daniel 8:20], que eu vira estar de pé diante do curso de água; e vinha correndo em direção a ele em seu poderoso furor. E eu o vi atingir o carneiro, e começou a mostrar amargura para com ele, e passou a golpear o carneiro e a quebrar-lhe os dois chifres, e mostrou-se não haver poder no carneiro para se manter de pé diante dele. De modo que o lançou por terra e o pisoteou, e o carneiro não mostrou ter alguém que o livrasse da sua mão. E o bode dos caprídeos, da sua parte, assumiu ares de grandeza, em extremo; mas, assim que se tornou forte, foi quebrado o grande chifre, e passaram a subir de modo proeminente quatro em lugar dele, em direção aos quatro ventos dos céus.” — Dan. 8:5-8.

Com relação ao Império Medo-Persa, a Grécia estava ao oeste. De modo que era do oeste ou do “poente” que o bode grego avançou para o leste. Com velocidade relâmpago, ‘não tocando na terra’, o Império Greco-Macedônio se expandiu. Alexandre, o Grande (ou: Magno), levou apenas sete anos de luta para estender seu domínio sobre a Ásia Menor, o Egito; a Síria, o vasto Império Medo-Persa e até mesmo sobre partes da Índia. Não é de se admirar que o Império Greco-Macedônio também seja retratado nas Escrituras como leopardo alado. (Dan. 7:6) O poderoso “carneiro” medo-persa ficou impotente diante do bode grego, atacante.

A descrição do “chifre proeminente” ou “grande” ajusta-se bem a Alexandre, o Grande. Ele era a ponta-de-lança agressiva na enorme conquista territorial. Pouco depois de sua morte, aos trinta e três anos de idade, quatro ‘chifres’ ou governantes obtiveram o controle sobre partes do vasto domínio de Alexandre.

Cerca de vinte e dois anos depois de o “chifre grande”, Alexandre, ter sido “quebrado” na sua morte, quatro de seus generais já estavam plenamente firmados em poder. Seleuco Nicátor governou a Mesopotâmia e a Síria. Cassandro teve controle sobre a Macedônia e a Grécia. O Egito e a Palestina compunham o domínio de Ptolomeu Lago. Lisímaco teve domínio sobre a Trácia e a Ásia Menor. De modo que o poderoso império construído por Alexandre, o Grande, passou a assumir o aspecto dum leopardo de quatro cabeças, conforme descrito em Daniel 7:6: “Depois disso continuei observando, e eis aqui outro animal, semelhante a um leopardo, mas tinha quatro asas de criatura voadora nas suas costas. E o animal tinha quatro cabeças e foi-lhe dado domínio.”

Deveras, a profecia de Daniel, a respeito do Império Grego, especialmente com relação a Alexandre, o Grande, teve notável cumprimento. Isto é reconhecido já por muito tempo. Josefo, historiador judaico do primeiro século, relatou que Alexandre esteve em Jerusalém e se lhe mostrou ali a profecia de Daniel. Josefo escreveu sobre a reação do conquistador: “Quando se lhe mostrou o livro de Daniel, no qual este havia declarado que um dos gregos destruiria o império dos persas, acreditou que ele mesmo fosse o indicado.” Embora muitos duvidem de que isso tenha ocorrido, o fato de que Josefo mencionou esta tradição confirma que Alexandre, o Grande, foi encarado como tendo cumprido a profecia.

A Bíblia é deveras exata em apresentar os acontecimentos no Império Grego, sob a figura dum bode e dum leopardo alado, de quatro cabeças. Este é apenas um dos muitíssimos exemplos que ilustram a maneira em que as Escrituras usam símbolos. O estudo de tal simbolismo profético pode ser tanto recompensador como fortalecedor da fé. Se quiser ser ajudado neste respeito, as Testemunhas de Jeová, na sua vizinhança, terão prazer em auxiliá-lo num estudo da Bíblia.

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