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    Despertai! — 1984 | 8 de julho
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  • Por que “arranham” o céu
    Despertai! — 1984 | 8 de julho
    • de lojas, disse a respeito do Edifício Woolworth, de 60 pavimentos, de Nova Iorque, construído em 1913. (Com 241 metros, era o prédio mais alto do mundo.) “Eu queria construir algo maior do que qualquer outro empresário já tivesse feito. O Edifício Woolworth é o resultado.” Ao mesmo tempo, ele criou para si um nome ainda maior como homem de negócios. Entretanto, em 1930, sua “torre” foi ultrapassada no grupo de arranha-céus pelo Edifício Chrysler, de 77 pavimentos, que atingia 319 metros. O reinado do Chrysler logo foi abreviado por uma estrutura ainda maior, o Edifício Empire State, de 381 metros, concluído na cidade de Nova Iorque em 1931.

      Dois fatores principais influenciaram a proliferação mundial de arranha-céus: o desejo de explorar ao máximo o lote de terreno limitado; e, em algumas ocasiões, a necessidade psicológica de glorificação pessoal por parte dos apoiadores financeiros do projeto. Conforme declarou o escritor James C. Giblin: “Os projetos de arranha-céus em Nova Iorque também foram influenciados pelas ambições e pelos desejos das pessoas que financiavam os prédios. Estes donos de construtoras, industriais, e empresários queriam ver seus nomes ligados a prédios de aspecto magnífico que proclamassem sua opulência e seu poder para todos que os admirassem.”

      O Que Inspirava os Arquitetos?

      De onde tiraram sua inspiração os arquitetos modernos? Prossegue o sr. Giblin: “[Eles] imaginaram que o melhor modo de satisfazer a seus clientes era copiar idéias, para os projetos de seus arranha-céus, dos templos dos antigos gregos e romanos, e das grandes catedrais góticas da Europa Ocidental. Tais estruturas tinham sido construídas como monumentos a imperadores ou a deuses; por que não utilizá-los quais modelos para os arranha-céus que são monumentos aos milionários do século 20?”

      Curiosamente, diversos arranha-céus modernos têm sido chamados de catedrais. Para exemplificar, o Edifício Woolworth, notável exemplo da moderna arquitetura gótica, foi chamado por um clérigo de Catedral do Comércio. O arranha-céu da Universidade de Pittsburgh, EUA, também de estilo gótico, é conhecido como a Catedral da Erudição. E o autor Giblin sugere que o arranha-céu de 36 pavimentos do jornal Chicago Tribune [Tribuna de Chicago, EUA] poderia também ser chamado de Catedral do Jornalismo.

      Onde Se Ergueu o Primeiro Arranha-Céu Moderno?

      Onde e quando foi construído o primeiro arranha-céu moderno? Visto que o perfil mais famoso de arranha-céu acha-se em Manhattan, seria natural imaginar que Nova Iorque foi a primeira cidade a possuir um arranha-céu. No entanto, há três cidades norte-americanas que disputam tal “honraria” — Nova Iorque, Chicago e Minneapolis. Qual pode ser, legitimamente, a pretendente à coroa?

      Se a definição de um arranha-céu for a de qualquer prédio com mais de dez andares, então Nova Iorque ganharia, com o Prédio da “Equitable Life Assurance Society”, erguido em 1868-70. Mas, para os arquitetos e os engenheiros, um arranha-céu não é apenas um prédio que “arranha o céu”. O verdadeiro arranha-céu se baseia numa estrutura de ferro ou de aço, que era uma inovação revolucionária de projeto do século 19. Isso tornou possível prédios capazes de suportar grandes pesos e atingir grandes alturas. Por conseguinte, que cidade recebe o galardão?

      A resposta de peso é fornecida por Space, Time and Architecture (Espaço, Tempo e Arquitetura), pelo historiador de arte suíço, Sigfried Giedion: “É bem conhecido que o primeiro arranha-céu realmente construído . . . segundo os princípios modernos de edificação foi o prédio de dez pavimentos da “Home Insurance Company” de Chicago (1883-85).” Sim, Chicago foi a primeira cidade a possuir um genuíno arranha-céu.

      Agora parece existir uma disputa entre Chicago e Nova Iorque quanto a qual delas terá o prédio mais alto do mundo. Por longo tempo, Nova Iorque detinha esta distinção. Daí, em 1974, perdeu-a para o prédio “Sears Tower” (Torre da Sears) de Chicago. Mas, por quanto tempo? Será que alguém financiará a construção de um arranha-céu ainda mais alto em Nova Iorque? Se assim for, qual será o motivo? Será que outro arranha-céu realmente trará benefícios para Nova Iorque?

      Trazem Benefícios Para o Homem os Arranha-Céus?

      Isto leva a perguntas de ainda maior alcance. Será que os arranha-céus e os prédios altos realmente favorecem o homem simples das ruas? Conduz a bons relacionamentos humanos a existência de tantas pessoas apinhadas em áreas tão limitadas? O que dizer da sobrecarga aos sistemas de transporte público e as instalações sanitárias da cidade? Os riscos de incêndio são outro fator a ser levado em conta.

      Suscitam-se sérias dúvidas quanto à eficácia geral dos arranha-céus, especialmente por parte das pessoas preocupadas com as ameaças ao meio ambiente e à ecologia. Conforme Lewis Mumford se expressou: “Na realidade, o arranha-céu, do primeiro ao último, tem sido principalmente um obstáculo para o planejamento urbano inteligente e para o progresso arquitetônico. Seu principal emprego tem sido o de superpovoar os lotes de terreno em troca de vantagens financeiras particulares, não importa a que custo para a municipalidade, e fornecer custoso meio de publicidade e de anúncios.” Assim, a pergunta é válida: Por que “arranhar” o céu?

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