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  • Crentes casados chamados à paz e à salvação
    A Sentinela — 1961 | 1.° de julho
    • judeu, conhecia assim desde a infância as escrituras sagradas que puderam torná-lo sábio para a salvação pela fé no Messias. (2 Tim. 3:14, 15; 1:5; Atos 15:4-18) Esta instrução religiosa domiciliar para Timóteo venceu a influência pagã de seu pai grego. Portanto, quando Paulo chegou pela primeira vez à cidade, Timóteo juntou-se à sua mãe e à sua avó judias em tornar-se cristão. Paulo podia assim falar de Timóteo como “verdadeiro filho na fé”, “amado filho”. — 1 Tim. 1:1, 2; 2 Tim. 1:1, 2, NTR.

      38. Qual foi a atitude de Eunice para com uma carreira missionária de Timóteo, e por que só então se fez a circuncisão em Timóteo?

      38 Quando Paulo voltou a visitar a cidade, verificou que Timóteo era “discípulo . . . do qual davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio”. A mãe de Timóteo, Eunice, naturalmente, concordou na carreira de missionário de seu filho, e seu pai pagão não o impediu; e por isso Paulo providenciou que Timóteo fosse com ele e com Silas. Para que os judeus daquela vizinhança não tivessem causa para tropeço quando lhes pregassem, Paulo circuncidou a Timóteo, que já era então moço; “porque todos sabiam que seu pai era grego”. (Atos 16:1-3, NTR) Se Eunice, sua mãe, conseguiu trazer seu marido grego pagão para o cristianismo, por continuar a viver com ele enquanto ele concordava com isso, não é conhecido. De qualquer modo, Paulo, pouco antes de seu martírio, escreveu a Timóteo uma última carta e falou nela da fé que habitava na sua mãe Eunice.

      39. Para que espécie de mulheres cristãs é Eunice exemplo? De que maneira trata o crente o cônjuge descrente como relativamente santificado e os filhos como santos?

      39 Eunice é assim um exemplo para as dedicadas crentes cristãs que estão casadas com um pagão ou com alguém dum sistema religioso diferente. A decisão do cônjuge descrente, de continuar a morar com a dedicada testemunha cristã de Jeová oferece uma excelente oportunidade ao crente, a saber, a de tentar, na associação mais íntima, “salvar” o cônjuge. O crente, portanto, precisa adotar um proceder positivo, a saber, tratar o cônjuge incrédulo como ‘santificado em relação’ ao crente. Isto significa que o crente precisa fazer tudo para o cônjuge descrente como se fosse ao próprio Senhor. O Senhor Deus é Pessoa santificada. (Efé. 6:7; Col. 3:22-24) Também os filhos menores, dependentes, do casal, precisam então ser considerados como “santos” e assim precisam ser tratados como puros. O crente seguirá o exemplo de Eunice e se esforçará a dar a tais filhos “santos” a instrução bíblica, para que continuem santos e talvez façam, por fim, a sua própria dedicação pessoal a Deus, por meio de Cristo. O que está envolvido não é só a salvação deles, mas também a do cônjuge incrédulo. Por isso é oportuno viver com ele.

      40, 41. (a) No caso em que o cônjuge descrente seja difícil de agradar, qual deve ser o proceder do crente? (b) Em harmonia com este princípio, que aconselhou Pedro às esposas cristãs que estão debaixo dum jugo desigual?

      40 Mesmo que o cônjuge seja opositor e difícil de agradar, o crente não deve sentir-se obrigado a deixá-lo. O crente deve suportar a perseguição e oposição, do mesmo modo como suporta a perseguição e oposição no território em que prega de casa em casa. Este proceder torna possível a salvação do cônjuge descrente. Este é o argumento do apóstolo Pedro ao escrever aos cristãos perseguidos. Pedro diz:

      41 “Que os servos domésticos estejam em sujeição aos seus amos, com a plena medida do temor, não só aos bons e razoáveis, mas também aos difíceis de contentar. . . . se, quando estais fazendo o bem e sofreis, o suportais, isto é uma coisa agradável a Deus. De fato, fôstes chamados para este proceder [de sofrimento injusto], porque até Cristo sofreu por vós, deixando-vos modelo para seguirdes de perto as suas pisadas. . . . Do mesmo modo vós, espôsas, estai em sujeição aos vossos próprios maridos [baals, Bíblia hebraica], de modo que, se quaisquer deles não forem obedientes à palavra, sejam vencidos, sem palavra, por meio da conduta de suas espôsas, por causa de terem sido testemunhas oculares de vossa conduta casta, junto com profundo respeito [para com os maridos]. E não seja o vosso adôrno o externo trançar do cabelo e o de usar ornamentos de ouro ou de trajar mantos [cujo adôrno externo não irá ganhar os maridos que ainda não são obedientes à Palavra de Deus], mas seja ele [seu adôrno] a pessoa secreta do coração, na vestimenta incorrutível do espírito quieto e manso, que é de grande valor aos olhos de Deus. Pois assim, também, anteriormente, as mulheres santas que esperavam em Deus costumavam adornar-se, sujeitando-se aos seus próprios maridos, assim como Sara costumava obedecer a Abraão, chamando-o de “senhor”. E vós [espôsas] vos tornastes seus filhos, desde que continueis a fazer o bem e não temais nenhuma causa de terror [para com seus maridos].” — 1 Ped. 2:18 a 3:6, NM.

  • Separação e divórcio por causa da paz
    A Sentinela — 1961 | 1.° de julho
    • Separação e divórcio por causa da paz

      1. Se, apesar de tudo, o descrente prefere afastar-se e viver separado, que deve fazer o cônjuge crente?

      HÁ INÚMEROS casos em que os crentes dedicados e batizados têm obedecido ao conselho do apóstolo Paulo e têm continuado a viver com os cônjuges descrentes, tendo por fim tido a alegria de ‘salvar’ seu cônjuge. Mas, o que se pode dizer do crente que usa o espírito de Deus e suporta a perseguição e oposição no esforço de manter unido o matrimônio, mas cujo cônjuge ainda acha isso desagradável e por fim se separa, quer por viver de modo independente, em outra parte, quer por meio dum divórcio ou dum desquite? Paulo responde: “Mas, se o incrédulo começa a apartar-se, que se aparte; o irmão ou a irmã não está em servidão sob tais circunstâncias, mas Deus vós chamou à paz.” — 1 Cor. 7:15, NM.

      2. Quando ocorre a separação, há razões bíblicas para um divórcio, a ser seguido por um novo casamento com outra pessoa?

      2 Nos interesses de sua própria paz cristã, o crente pode deixar o cônjuge incrédulo afastar-se e viver separado. O incrédulo que se afasta não pode casar-se de novo, do mesmo modo como o cristão que se afasta não o pode fazer: “Se, porém, se apartar realmente, que fique sem casar, senão, que se reconcilie com o marido.” (1 Cor. 7:11, NM) O crente abandonado não tem base bíblica para procurar um divórcio legal, isto é, apenas à base do abandono ou da incompatibilidade religiosa. Se obtiver um divórcio, não está biblicamente livre para se libertar do celibato legal insatisfatório por se casar de novo. O próprio Jesus Cristo disse que não está livre, nas seguintes palavras:

      3. Que disse Jesus sobre o assunto, segundo Mateus 19:3-9?

      3 “Vieram a ele fariseus, resolvidos a tentá-lo, dizendo: ‘É lícito ao homem divorciar-se de sua esposa. por qualquer motivo?’ Em resposta ele disse: ‘Não lestes que quem os criou fê-los no princípio macho e fêmea, e disse: “Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe,, e se apegara a sua esposa, e serão os dois uma só carne”? Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus juntou, não o separe o homem.’ Disseram-lhe: ‘Por que, então, prescreveu Moisés que se desse certificado de repúdio e que se divorciasse dela?’ Ele lhes disse: ‘Moisés, em consideração da dureza de vossos corações, vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas não foi assim desde o princípio. Eu vos digo que qualquer que se divorciar de sua esposa, a não ser por motivo de fornicação, e se casar com outra,

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