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  • Divulgação alegre das boas novas
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
    • que facilmente nos enlaça”, disse o apóstolo Paulo. (Heb. 12:1; Tia 1:5-7) Acredita você realmente nas “boas novas do reino”? Está convencido de que o reino de Deus, em breve, exterminará o velho sistema iníquo, junto com todos os que se apegarem a ele, e que introduzirá as condições maravilhosas que tanto almejamos? Alguns publicadores permitiram que se desenvolvesse neles uma dúvida, e, em resultado disso, perderam a alegria. Mas, se você realmente crer nas promessas de Deus — e se mantiver clara a sua visão — isto o ajudará a divulgar alegremente as boas novas.

      7 Contudo, conforme já mencionado, a indiferença das pessoas e até mesmo a oposição aos nossos esforços de evangelização sufocam a alegria de alguns publicadores. O que podem fazer tais publicadores para manter viva a sua alegria?

      COMO MUITOS CONSERVAM A ALEGRIA

      8 Muitos conservam sua alegria por refletirem regularmente nas maravilhosas verdades bíblicas que possuem, e em quão vital é que outros as ouçam. (Jer. 15:16) Imagine: “Os que não obedecem às boas novas acerca de nosso Senhor Jesus”, diz a Bíblia “serão submetidos à punição judicial da destruição eterna”. (2 Tes. 1:6-9) Eles precisam receber repetidas oportunidades de aceitar a mensagem do Reino. Por quê? Por que a maioria em que reagem constitui a própria base em que Deus os julgará, quer como dignos da vida quer como próprios para a destruição. (1 Tim. 4:16) Quando reconhecemos este fato, não podemos ficar alegres ao perseverarmos em levar a informação que pode preservar a vida a pessoas semelhantes a ovelhas?

      9 Podemos ficar alegres, se tivermos genuíno amor e interesse no bem-estar das pessoas. Será que você os tem? Jeová, o Deus que adoramos, os tem. Ele não quer que alguém seja destruído, mas deseja que todos reajam favoravelmente e obtenham a vida. (Eze. 33:11; 2 Ped. 3:9) Este é um motivo pelo qual faz com que se preguem as boas novas. A terna afeição pelas pessoas induziu o apóstolo Paulo e seus companheiros a transmitir aos outros, não somente as boas novas, mas, conforme ele disse, “também as nossas próprias almas”. (1 Tes. 2:8) Se tivermos um desejo similar de ajudar as pessoas, seremos também ajudados a conservar a alegria.

      10 Além disso, conforme certo irmão o expressou: “A alegria relaciona-se muitas vezes com bom êxito e o bom êxito, com uma boa preparação.” Sim, termos um bem preparado tópico bíblico para considerar contribui para o bom êxito na obra de pregação, e, isso, por sua vez, para alegria. Quando os moradores escutam, participam na palestra e aceitam as verdades bíblicas, então a pregação é agradável. E quando, nas revisitas, eles aceitam a exortação de ler e estudar a Bíblia, nossa alegria aumenta.

      11 Mas, o seguinte também é um ponto importante: Nossa alegria simplesmente não pode depender da reação das pessoas às boas novas. Em alguns territórios são poucos ou ninguém que reage favoravelmente, pelo menos não durante muitas semanas, meses e às vezes anos. (Jer. 7:27) Contudo, ainda assim é possível manter alegria. “Sinto-me bem depois de passar uma tarde na pregação”, disse um irmão, “simplesmente por saber que tenho tido parte na obra que Deus nos deu para fazer”.

      12 Que muitos, muitos mais de nós se dêem conta da alegria que dá a participação na obra de fazer discípulos! Conserve a sua alegria na certeza de que as boas novas que leva são a dádiva mais preciosa que pode oferecer a alguém e de que Jeová se agrada com o seu trabalho. — Heb. 6:10; Nee. 8:10.

  • Ajuda mútua (Parte III): Para falar às portas
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
    • Ajuda mútua (Parte III): Para falar às portas

      1 Jesus disse: “Todo aquele que for perfeitamente instruído será semelhante, ao seu instrutor.” A maioria dos seus discípulos eram apenas pessoas comuns, como nós. Dirigindo-se a Jesus, escutando-o e observando seus métodos de ensino logo estavam prontos para serem enviados aos dois para pregar, as boas novas, aos seus vizinhos. Eles tomaram à peito a ordem de ‘fazer discípulos . . . batizando-os . . . ensinando-os a observar todas as coisas que lhes ordenou’. — Mat. 28:19, 20.

      2 Nós, como discípulos atuais de Jesus, temos a obrigação de pregar as boas novas e de ‘fazer discípulos’. Que a bênção de Jeová acompanha obviamente nossa pregação às portas de nossos vizinhos, assim como fazia no primeiro século, é demonstrado cada mês pelo número dos batizados. Estas pessoas, por sua vez, empreendem a obra de fazer discípulos aumentando o número dos que pregam.

      3 Muitos de nós, hoje, assim como nos dias de Jesus, precisam de ajuda para se tornarem aptos para fazer discípulos. Em diversas congregações há provisões para nos ajudar a sermos melhores instrutores. Nos últimos dois números de Nosso Serviço do Reino consideramos os arranjos para publicadores experientes prestarem ajuda. O que poderá fazer, quando se oferece a ajudar a outro ou alguém se oferece ajudar a você a falar às portas?

      4 Recomendam-se duas coisas: (1) preparem-se juntos e (2) trabalhem juntos no serviço de campo. Ao se prepararem juntos como companheiros no serviço, gastem algum tempo considerando as apresentações sugeridas no Nosso Serviço do Reino. Falem sobre o que poderão usar como observações introdutórias, como entrar na apresentação, na Bíblia, na oferta de publicações, bem como sobre como terminar a visita, e se possível, iniciar um estudo bíblico. Depois de fixarem os pontos na mente, revezem-se no papel de publicador e de morador. Estas sessões de ensaio contribuirão muito para ajudá-lo a falar com confiança às portas. Assim como Jesus possuía a verdade, nós também a temos, e ela é o que os outros necessitam para obter a vida sob o domínio do Reino.

      5 Em caminho para o território, recapitulando os pontos que desejam usar, poderão tê-los bem em mente quando chegarem à primeira porta, e assim terão um bom início. Poderão decidir se aquele com mais experiência deve falar às primeiras portas. Ou, depois da introdução, ambos poderão participar na leitura de textos e em fazer comentários. Durante o trabalho, considerem como poderiam melhorar as suas apresentações. Animem-se e apóiem-se mutuamente como companheiros no serviço.

      6 Trabalharem juntos, resultará em aprenderem coisas práticas para aplicar às portas. Verão a necessidade de serem mais amigáveis, naturais e conversantes; verão como usar perguntas, para saber o que o morador está pensando, como ser adaptáveis, e a necessidade de escutar o que o morador diz. Notarão como a apresentação poderá facilmente levar à colocação da oferta e ao início dum estudo bíblico, onde possível.

      7 Aprenderão também a lidar com dificuldades e mesmo oposição às portas. Muitos não querem escutar, mas isso não nos perturba. Estamos procurando pessoas que são como ovelhas. (João 10:4) Vamos calmamente para a próxima porta, reconhecendo que nosso trabalho é também uma obra de separação. Aprendemos confiantemente a prosseguir na força de Jeová, sabendo que esta é a Sua obra e que ele abençoará os nossos esforços.

      8 Muitos de nós desejamos ter ajuda, para podermos falar com mais eficiência às pessoas às portas. Por outro lado, muitos de nós temos a experiência para prestar a necessária ajuda. Conforme Paulo, aconselhou: “Cada um de nós agrade ao seu próximo naquilo, que é bom para a edificação dele.” — Rom. 15:2.

  • Relatório de Agosto
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | novembro
    • Relatório de Agosto

      Méd. Méd. Méd. Méd.

      Publ. Hrs. R.Av. Rev. E.B.

      Pion. E. 1.202 125,7 53,7 43,1 7,1

      Pion. R. 1.619 85,3 65,0 30,0 4,6

      Pion. A. 2.764 62,4 63,2 18,0 2,0

      Publ. 101.385 7,7 7,0 2,9 0,5

      TOTAL 106.970

      Recém-dedicados batizados: 637

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