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  • Serão equacionados os problemas?
    Despertai! — 1976 | 22 de julho
    • a realidade de tal esperança.

      A profecia bíblica predisse meridianamente que o atual sistema de coisas entraria num “tempo do fim”, ou período chamado de “últimos dias”, em que todas as instituições provariam grandes aflições e fracassos. (Dan. 11:40; 2 Tim. 3:1-5; Mat. 24:3-14) As próprias condições que agora existem em todo o mundo significam que estamos nesse tempo.

      Isto quer dizer que está próximo o tempo em que o Criador da humanidade, Jeová Deus, intervirá nos assuntos humanos para endireitar as coisas aqui na terra. Jesus Cristo disse a seus seguidores que aguardassem isto, quando lhes falou sobre o governo de Deus, seu reino celeste, controlar a terra no tempo designado. (Mat. 6:9, 10) Por isso, estamos chegando bem perto do dia em que o atual sistema insatisfatório de coisas será esmagado, dando lugar a uma nova ordem, sob a direção de Deus. — 2 Ped. 3:13.

      A profecia bíblica prediz que, na nova ordem de Deus, não haverá mais insegurança de nenhum tipo para minar a felicidade dos habitantes da terra. Terão desaparecido a guerra, a fome, a ganância, a competição econômica e a opressão. Ao invés, as pessoas “deveras se deleitarão [requintadamente] na abundância de paz”, com verdadeira “segurança por tempo indefinido”. Quão bem acolhido isso será, tendo-se em vista a crescente insegurança atual! — Sal. 37:11; Isa. 32:17.

  • O mundo às avessas da preguiça
    Despertai! — 1976 | 22 de julho
    • O mundo às avessas da preguiça

      ‘QUE está fazendo aquela vassoura velha na bifurcação dessa árvore?’ Quão surpreso ficou o indagador de saber que aquilo que pensava ser uma “vassoura velha” era na realidade um animal — um mamífero! Pela primeira vez na vida ele via uma preguiça em seu habitat nativo.

      As preguiças vivem nas florestas tropicais da América do Sul e Média. Acham-se entre as mais vagarosas de todas as criaturas. Esta lentidão é atribuída à sua baixa temperatura corporal. Na maior parte de sua vida, as preguiças ficam penduradas de cabeça para baixo pelas patas, sentam-se nas bifurcações das árvores ou descansam suas costas sobre um ramo mais baixo. Quando estão nas árvores, suas unhas em forma de gancho sempre ficam firmemente fechadas em torno dum galho da árvore. Para as preguiças, comer, dormir, sim, até mesmo o acasalamento e dar à luz, são todas atividades às avessas.

      Usualmente nasce uma preguicinha de cada vez. O filhote pode ser descrito apropriadamente como uma bola de pelo. Levada pela mãe sobre o peito, o filhote se agarra ao seu pelo comprido.

      As preguiças adultas têm cerca do tamanho de grandes gatos domésticos. Suas longas patas dianteiras e traseiras terminam em unhas recurvadas em forma de gancho, medindo cerca de 7,5 centímetros. A pelagem grosseira da preguiça cresce na direção oposta da dos outros mamíferos, da barriga para as costas.

      Há outra coisa que é bem diferente quanto à pelagem da preguiça. Talvez já tenha ouvido o adágio: ‘Pedra que muito rola não cria musgo.’ Mas, pode imaginar um animal que seja tão vagaroso que comecem a nascer plantas em seus pelos? Bem, isso se dá com a preguiça. Durante a estação chuvosa, as algas florescem viçosamente na pelagem da preguiça, dando-lhe uma tonalidade esverdeada.

      Além de agüentar este crescimento de plantas, a pelagem da preguiça talvez forneça abrigo para um inseto — uma mariposa semelhante à traça. A razão disso ainda constitui mistério. The International Wildlife Encyclopedia (Enciclopédia Internacional da Vida Selvagem) observa: “Ninguém conseguiu descobrir por que as mariposas vivem nos pelos das preguiças. Não se alimentam ali, nem foram seus ovos ou suas lagartas encontradas na pelagem.”

      A inteira vida da preguiça parece ser em câmara lenta. Por cerca de dezoito horas diárias, as preguiças cochilam ou dormem, ficando ativíssimas à noite. Para que a preguiça cubra uma distância de uns 6,5 quilômetros, ao mover-se, pata a pata, deliberadamente prendendo cada par de garras aos ramos das árvores, talvez leve mais de um mês e meio. No solo, o movimento da preguiça é ainda mais lento, visto que foi mormente feita para viver às avessas nas árvores e não para andar. Depois de agarrar algo com suas unhas, a preguiça se arrasta lentamente adiante. O que talvez leve sete segundos para o animal nas árvores é capaz de levar um minuto inteiro no solo. Surpreendentemente, porém, as preguiças são mais rápidas na água. Com o lado direito de seus corpos virado para cima, nadam por moverem alternadamente seus braços. Sabe-se de preguiças que atravessaram massas aquosas de um quilômetro e meio de extensão ou mais.

      Poder-se-ia imaginar que uma criatura tão preguiçosa como a preguiça dificilmente sobrevivesse até o tempo atual. Mas, ela não é desvalida. O animal consegue defender-se com suas longas unhas e seus dentes aguçados. Vista do chão, uma preguiça pode ser facilmente confundida com um cupinzeiro ou um maço de folhas mortas. Assim, a preguiça amiúde escapa de ser detectada pelos predadores. Adicionalmente, a pele dura, grossa camada de pelos grosseiros e emaranhados, e vinte e três pares de costelas contribuem sua parte para proteger os órgãos vitais do animal. O que é especialmente surpreendente quanto às preguiças é sua aptidão de sobreviver a ferimentos, pancadas e até mesmo doses de veneno que matariam outros mamíferos.

      Duas Espécies Básicas

      Por que não examina mais de perto a incomum preguiça? Observe os braços longos. Se cada braço termina em duas compridas garras curvas, está examinando uma preguiça didáctila. Os braços mais compridos da preguiça tridáctila acham-se equipados com três garras recurvadas, assim como cada uma das pernas de ambas as variedades.

      Há ainda várias outras caraterísticas que diferenciam as duas espécies básicas de preguiças. A “didáctila” é maior e não tem cauda. A tridáctila, por outro lado, tem uma cauda parecida a um coto e está equipada de duas ou três vértebras a mais em seu pescoço comprido. O número total de vértebras — nove — é incomum para os mamíferos, quase todos eles tendo sete vértebras no pescoço. As “tridáctilas” por terem mais vértebras no pescoço, podem ficar penduradas de cabeça para baixo e ainda assim manter a cabeça quase ereta. É capaz de virar a cabeça num arco de 270 graus, quase um círculo. completo!

      Comentando uma caraterística ímpar do macho da preguiça tridáctila, declara a obra The Animal Kingdom (O Reino Animal): “Algo extremamente esquisito nos machos é a mancha amarela brilhante, de cerca do tamanho de um dólar de prata, nas costas. Nesta mancha, o pelo é curto e lustroso; até agora ninguém apresentou uma explicação para essa caraterística estranha.” Eis aqui, então, outro mistério sobre a preguiça que precisa ser desvendado.

      As “tridáctilas” não se têm dado bem em zoológicos. Isto acontece, mormente, porque sua dieta se limita a brotos, folhas e raminhos da árvore embaúba. Não sendo tão restritiva em seus hábitos alimentares, a didáctila se adaptou melhor ao cativeiro.

      Dentre as duas espécies básicas, a “didáctila” é mais ativa. Quando ameaçada, ataca rápido com seus braços longos, infligindo graves ferimentos com suas unhas encurvadas. Pode também morder terrivelmente com sua dentadura completa de dezoito dentes. Confrontada com similar perigo, a “tridáctila” gira seus braços mais lentamente e raramente morde.

      A “didáctila” é também menos desengonçada que sua parenta. Desce da árvore primeiro com a cabeça. Mas, a “tridáctila“, quando se muda dum ramo para o tronco da árvore, primeiramente dá uma volta e então passa a descer de costas da árvore.

      Estranho, porém, fascinante, é o mundo às avessas da preguiça. Talvez já tenha visto uma ou mais destas criaturas num zôo. Por outro lado, algum tempo no futuro, talvez visite os trópicos da América Média ou do Sul. Caso isso aconteça, não fique surpreso se o que parece ser um objeto morto lá em cima duma árvore começar a se mover. Bem que poderá ser lenta preguiça que goza a vida em seu mundo nativo às avessas.

  • Será enfadonha a vida eterna?
    Despertai! — 1976 | 22 de julho
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      Será enfadonha a vida eterna?

      AS BOAS NOVAS que Jesus Cristo pregou quando estava na terra incluíam as suas seguintes palavras: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” — João 3:16.

      Onde é que todos os que obtiveram a salvação usufruirão a vida eterna? Pelas Escrituras, verificamos que alguns obterão a vida eterna nos céus. Jesus tornou isso claro quando disse a seus seguidores: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. . . . Vou embora para vos preparar um lugar. Também, se eu for embora e vos preparar um lugar, virei novamente e vos acolherei a mim, para que, onde eu estiver, vós também estejais.” Os cristãos primitivos nutriam essa esperança, assim como o apóstolo Paulo escreveu que o aguardava “uma casa não feita por mãos, eterna nos céus”. (João 14:2, 3; 2 Cor. 5:1) Mediante Revelação 7:4-8 e 14:1, 3, torna-se claro que o número dos que têm tal destino se limita a 144.000.

      E, que há um destino terrestre para muitos da humanidade se vê da oração-modelo de Jesus, pois, nela, ele manda que seus seguidores orem para que a vontade de Deus seja feita assim na terra como no céu. (Mat. 6:10)

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