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  • Conclusão apropriada e controle do tempo
    Manual da Escola do Ministério Teocrático
    • 19, 20. Por que é o controle do tempo especialmente importante nas reuniões de serviço e nos programas de congressos?

      19 Quando diversos oradores participarem no programa, o controle correto do tempo é especialmente importante. Por exemplo, pode haver cinco partes numa reunião de serviço. Se cada orador falar apenas um minuto além do tempo designado, fará que a reunião passe cinco minutos da hora. No entanto, cada um deles passou apenas um pouco da hora. O resultado pode ser que alguém tenha de sair antes de a reunião ter acabado, para apanhar um ônibus, ou pode acontecer que um cônjuge incrédulo que veio apanhar alguém na reunião tenha de esperar lá fora, ficando irritado. O efeito geral não é bom.

      20 Podem também surgir dificuldades quando um orador numa seqüência de discursos não usa todo seu tempo designado. Por exemplo, se um irmão que recebeu a designação de um discurso de meia hora no programa dum congresso parasse após vinte minutos, poderia causar uma interrupção no programa, se o próximo orador por acaso não estivesse pronto para começar imediatamente.

      21-24. Mencione brevemente alguns dos problemas relacionados com o controle do tempo e quais as suas causas.

      21 Naturalmente, uma das causas básicas de se passar da hora num discurso é ter matéria demais. Isto é algo que deve ser corrigido quando se prepara o discurso. Quando os outros pontos, os pontos anteriores na folha de Conselho Sobre Discursos, tiverem sido aprendidos até este ponto, então, o controle do tempo não será problema. Se já aprendeu a destacar os pontos principais e a preparar um esboço correto, verificará que o controle bom do tempo segue de modo natural. O controle do tempo é considerado perto do fim da folha de conselho porque na maior parte depende das características oratórias já consideradas.

      22 Em geral, o problema do controle do tempo é passar da hora. Um orador bem preparado costuma ter bastante matéria informativa, mas precisa ter cuidado para não usar mais do que o tempo designado para ela.

      23 Entretanto, os oradores novos ou inexperientes tendem às vezes a acabar antes da hora. Desejarão aprender a fazer pleno uso do tempo disponível. No início, talvez achem um pouco difícil controlar seus discursos de modo a fazê-los acabar exatamente quando querem, mas devem esforçar-se a chegar o mais perto possível do tempo designado. Não obstante, a menos que o discurso acabe muito antes do tempo designado, o controle do tempo não será considerado ponto fraco, se o estudante se tiver preparado e tiver apresentado um discurso bem elaborado e satisfatório.

      24 Se o controle do tempo por parte do orador deve ser considerado fraco ou não pode ser melhor decidido por se observar o efeito da sua apresentação sobre os ouvintes. Quando o superintendente da escola indicar que acabou o tempo, o estudante deve sentir-se livre para acabar a sua sentença. Se ele puder, com esta sentença, dar uma conclusão eficiente ao seu discurso, para os ouvintes sentirem que ouviram uma consideração completa, então o controle do tempo não deve ser considerado ponto fraco.

      25-29. Como pode o orador certificar-se de que seu discurso é bem controlado quanto ao tempo?

      25 Como se pode conseguir o controle correto do tempo? Basicamente, é uma questão de preparação. É importante preparar não só a matéria incluída no discurso, mas a própria apresentação do discurso. Se houver preparação adequada para o proferimento, o controle do tempo será usualmente correto.

      26 Ao esboçar seu discurso, indique claramente quais são os seus pontos principais. Sob cada ponto principal talvez queira abranger diversos pontos secundários. Alguns, naturalmente, são mais importantes do que outros. Saiba quais são vitais para a apresentação e quais podem ser deixados fora, se for necessário. Daí, durante a sua apresentação, se achar que se está atrasando, será simples apresentar apenas os argumentos principais e deixar fora os secundários.

      27 Isto é algo que precisamos fazer constantemente no ministério de campo. Quando nos dirigimos às portas das pessoas, e estas nos atendem e escutam, falamos com elas por vários minutos. Mas estamos também preparados para fazer a mesma apresentação em forma condensada, gastando talvez apenas um ou dois minutos, se necessário. Como fazemos isso? Pensamos no nosso ponto ou pontos principais e na matéria mais importante necessária para dar apoio. Pensamos também em outra informação de importância secundária, que poderemos usar para ampliar a palestra, mas sabemos que, quando a situação o exigir, ela pode ser deixada fora. O mesmo processo pode ser adotado no proferimento de um discurso da tribuna.

      28 Amiúde é útil para o orador anotar na margem do seu papel de discurso onde deve estar na metade de seu tempo, ou no caso de um discurso mais extenso, talvez queira dividi-lo em quatro partes. Daí, ao passar estas marcações de tempo no seu esboço, deve verificar o relógio e ver como está indo. Se estiver atrasado no tempo, então chegou a hora de deixar fora matéria de importância secundária, em vez de esperar até o último momento e correr na conclusão, destruindo assim a sua eficiência. No entanto, causa muita distração se o orador olhar constantemente para o relógio ou se fizer isso de modo bem visível, ou quando disser aos ouvintes que seu tempo está acabando e que por isso precisa apressar-se com a sua matéria. É algo a ser feito de modo natural, sem perturbar os ouvintes.

      29 Para se alcançar o correto controle geral do tempo é necessário que a introdução tenha a extensão apropriada, que cada um dos pontos principais seja elaborado na proporção correta e que sobre tempo suficiente para a conclusão. Não é algo em que pensar só quando vê que o tempo se está esgotando. Se cuidar do controle de seu tempo logo de início, o resultado será uma apresentação bem proporcional.

  • Equilíbrio e aparência pessoal
    Manual da Escola do Ministério Teocrático
    • Estudo 37

      Equilíbrio e aparência pessoal

      1-9. Defina o significado de equilíbrio e confiança, e diga como podem ser alcançados.

      1 O orador equilibrado é orador descontraído. É calmo e tranqüilo, porque controla a situação. A falta de equilíbrio, por outro lado, mostra certa falta de confiança. As duas coisas estão relacionadas. Por isso se alistam “Confiança e equilíbrio”, na folha de Conselho Sobre Discursos, como apenas um só ponto.

      2 Embora seja desejável que o orador tenha confiança e equilíbrio, não se deve confundir isso com o excesso de confiança, que se manifesta por ele fazer pose ou se empertigar, ou por adotar uma postura desleixada, dum modo excessivamente descontraído, se estiver sentado, ou por se encostar demasiado à vontade na ombreira da porta, na pregação de casa em casa. Se alguma coisa na sua

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