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    • santo . . . e [dos] poderes do vindouro sistema de coisas” se afastariam a um ponto além de arrependimento e trariam destruição sobre eles mesmos. (2 Ped. 2:1, 2, 20-22; Heb. 6:4-6; 10:26-29) Os apóstolos se uniram em instar com aqueles aos quais escreveram, a ‘fazerem o máximo para se assegurarem de sua chamada e escolha; pois, se persistissem em fazer estas coisas, de nenhum modo falhariam jamais’; também, a ‘persistirem em produzir a sua própria salvação com temor e tremor’. (2 Ped. 1:10, 11; Fil. 2:12-16) Paulo, “chamado para ser apóstolo de Jesus Cristo” (1 Cor. 1:1), obviamente não considerava a si mesmo, individualmente, como predestinado para a salvação eterna, uma vez que ele fala de seus esforços estrênuos de alcançar “o alvo do prêmio da chamada para cima, da parte de Deus” (Fil. 3:8-15), e de sua preocupação, para que ele mesmo não ‘viesse a ser de algum modo reprovado’. — 1 Cor. 9:27.

      Enfocados como se aplicando a uma classe, à congregação cristã ou “nação santa” dos chamados, como um todo (1 Ped. 2:9), os textos previamente citados significariam que Deus conhecia previamente e predeterminara que seria produzida tal classe (mas não os indivíduos específicos que a constituiriam). Também, estes textos significariam que Ele prescrevera ou predeterminara o ‘padrão’ no qual teriam de enquadrar-se todos os que, no devido tempo, seriam chamados para ser membros dela, tudo isto de acordo com o Seu propósito. (Rom. 8:28-30; Efé. 1:3-12; 2 Tim. 1:9, 10) Ele também predeterminou as obras que se esperaria que tais pessoas realizassem, e o serem provadas devido aos sofrimentos que o mundo traria sobre elas. — Efé. 2: 10; 1 Tes. 3:3, 4.

      Quanto aos textos que se referem aos ‘nomes escritos no livro da vida’, veja Nome.

  • Presença
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • PRESENÇA

      Este termo traduz a palavra grega parousía (parusia), formada de pará (“com” ou “junto a”) e ousía (“estando”, derivada de eimí, “estar”). Assim, parousía significa, literalmente, “estando com [ou, junto a]”, isto é, uma “presença”. É empregada vinte e quatro vezes nas Escrituras Gregas Cristãs, freqüentemente com relação à presença de Cristo, em conexão com seu reino messiânico.

      Muitas traduções variam seu modo de verter esta palavra. Embora traduzam parousía como “presença“ em alguns textos, vertem-na mais frequentemente como “vinda”. Isto constituiu a base para a expressão “segunda vinda”, ou “segundo advento” (adventus sendo a tradução de parousía empregada pela Vulgata latina em Mateus 24:3), com respeito a Cristo Jesus. Embora a presença de Jesus subentenda necessariamente a sua chegada ao local em que está presente, a tradução de parousía como “vinda” dá toda a ênfase à sua chegada, obscurecendo a presença subsequente que se segue àquela chegada. Os lexicógrafos, embora concordem que parousía possa ser traduzida como “chegada” e também como “presença”, em geral reconhecem que a presença da pessoa é a idéia principal transmitida por esta palavra.

      Assim, The Expositores Greek Testament (O Testamento Grego do Expositor; Vol. I, p. 289) afirma sobre o emprego do termo parousía em Mateus 24:3: “II aqovaia [parousía] (literalmente, presença, segunda presença).” O Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento; Vol. I, p. 208), de Vine, declara: “PAROUSÍA . . . denota tanto uma chegada como a consequente presença junto a. Por exemplo, numa carta de papiro [escrita em grego], uma senhora fala da necessidade de sua parousía em certo lugar, a fim de cuidar de assuntos relacionados com sua propriedade ali. . . . Quando empregada para referir-se à volta de Cristo, no Arrebatamento da Igreja, a palavra significa não apenas a Sua vinda momentânea para buscar os Seus santos, mas a Sua presença junto com eles, desde aquele momento, até a Sua revelação e manifestação ao mundo.” A obra A Greek- English Lexicon (Léxico Greco-Inglês; p. 1343), de Liddell e Scott, mostra que parousía é, às vezes, empregada na literatura secular grega para referir-se à “visita dum personagem real ou oficial”. (Veja BJ; MC, nota de Mateus 24:3.)

      Os escritos seculares gregos, naturalmente, são de ajuda para se determinar o sentido deste termo grego. No entanto, ainda mais eficaz é como a palavra é empregada na própria Bíblia. Em Filipenses 2:12, para exemplificar, Paulo menciona os cristãos filipenses como obedecendo “não somente durante a minha presença [parousíai], mas agora muito mais prontamente durante a minha ausência [apousíai]. Igualmente, também, em 2 Coríntios 10:10, 11, depois de se referir àqueles que diziam que “as suas cartas são ponderosas e vigorosas, mas a sua presença [parousía] em pessoa é fraca e a sua palavra, desprezível”, Paulo acrescenta: “Que tal homem tome em conta o seguinte: que aquilo que somos em nossa palavra por cartas, quando ausentes [apóntes], seremos também em ação, quando presentes [paróntes]”. (Compare também com Filipenses 1:24-27.) Assim, o contraste é feito entre presença e ausência, e não entre a chegada (ou vinda) e a partida.

      Em vista disso, a Emphasised Bible (Bíblia Enfatizada), de J. B. Rotherham, declara em seu Apêndice (p. 271): “Nesta edição, a palavra parousía é uniformemente traduzida ‘presença’ (‘vinda’, como representando esta palavra, tendo sido posta de lado). . . . O sentido de ‘presença’ é tão expressamente indicado pelo contraste com ‘ausência’ . . . que surge naturalmente a pergunta, — Por que não traduzi-la sempre assim?”

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