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  • g77 22/12 pp. 3-4
  • A felicidade que provém de dar

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  • A felicidade que provém de dar
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Despertai! — 1977
g77 22/12 pp. 3-4

A felicidade que provém de dar

“HOUVE época em que não me preocupava com ninguém exceto comigo mesma e minha família”, disse uma senhora de seus cinqüenta e tantos anos. “Achava que esse era o melhor modo de se viver.”

Sentado à mesa, no apartamento dela na cidade de Nova Iorque, o ouvinte achou difícil crer nisso. Viera a conhecer tal senhora como pessoa generosa, realmente preocupada com os outros. Ao contemplar seu rosto radiante e sorriso amplo, não conseguia imaginar que ela tivesse sido uma pessoa egoísta. Conhecendo a atual felicidade dela, ele comentou: “Provavelmente não era feliz anteriormente.” “Eu me sentia uma desgraçada”, ela respondeu prontamente. “Não sabia como agir de outro modo.” O que a fez mudar?

Esta senhora, como muitos outros, foi ajudada pelo estudo da Bíblia a mudar de ponto de vista. Aprendeu que a chave da felicidade é a dádiva altruísta. Hoje, está convicta da veracidade das palavras de Jesus: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” — Atos 20:35.

Trata-se dum preceito comprovado. O próprio Jesus Cristo vivia em conformidade com ele, e, portanto, pôde declará-lo sem quaisquer reservas. Como o principal dos filhos espirituais de Deus nos céus, possuía riquezas muito maiores do que qualquer outra criatura já conseguira usufruir. Tinha tudo. Na terra, contudo, viveu cromo homem pobre. Todavia, foi nesta condição que abriu, para o gênero humano, o acesso a grandes riquezas espirituais e a oportunidade de se obter vida eterna. “Embora fosse rico”, escreveu o apóstolo Paulo aos Coríntios, ‘tornou-se pobre por vossa causa, para que vos tornásseis ricos por intermédio de sua pobreza”. — 2 Cor. 8:9.

O Filho de Deus derivou verdadeiro prazer no que fez. Quanto à sua atitude, predisse-se o seguinte: “Agradei-me em fazer a tua vontade, ó meu Deus, e a tua lei está nas minhas partes internas.” — Sal. 40:8; Heb. 10:7-9.

As pessoas que vêm a conhecer Jesus Cristo, imitando o exemplo dele, sentem o mesmo deleite ou felicidade em dar de si mesmas para promover os interesses do seu próximo. Por que isso se dá?

Por um lado, usar as habilidades, bens e tempo pessoais para ajudar outros produz bom efeito sobre o próprio conceito da pessoa. Mantém-se tão atarefada em fazer coisas pelos outros que não fica matutando nos atos sem consideração de outros. Ao ver pessoas felizes graças à sua dádiva altruísta, aumenta a sua própria felicidade pessoal. Ao invés de suscitar queixas, qualquer rudeza e egoísmo demonstrado por outros realmente a faz sentir pena deles. Sabe que estão perdendo a profunda alegria que provém de tornar felizes os outros.

Não raro, as expressões de generosidade duma pessoa também exercem saudável efeito sobre a atitude dos obsequiados, tornando-os cônscios da felicidade que provém de dar. Seus corações, também, podem ser estimulados a ser generosos. As palavras de Jesus Cristo sublinham este fato. “Praticai o dar, e dar-vos-ão. Derramarão em vosso regaço uma medida excelente, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.” — Luc. 6:38.

O generoso torna-se, assim, objeto da generosidade de outros. Seus antecedentes generosos o colocam em boa posição quando sofre necessidades. E as pessoas se inclinarão mais a lhe dar a medida plena. Visto que o conteúdo é ‘recalcado e sacudido’, seu receptáculo, por assim dizer, estará cheio de coisas boas, a ponto de transbordar.

Sim, o altruísta granjeia para si um lugar no afeto do próximo apreciativo. Isto acontece porque não se limita a fazer o que a justiça exige. Quer ajudar a outros, empenhando-se altruistamente em favor deles. Por tal homem bom, afirma o apóstolo Paulo, “alguém ainda se atreva a morrer”. — Rom. 5:7.

Mais importante, quem pratica o dar se regozija em saber que Jeová Deus se agrada de seu proceder. Mesmo se as pessoas nem sempre apreciarem o que faz, o Altíssimo não despercebe o assunto. “Deus ama o dador animado.” (2 Cor. 9:7) Não deixará a pessoa sem recompensa. Disse Jesus Cristo: “Quando fizeres dádivas de misericórdia, não deixes a tua esquerda saber o que a tua direita está fazendo, para que as tuas dádivas de misericórdia fiquem em secreto; então o teu Pai, que está olhando em secreto, te pagará de volta.” — Mat. 6:3, 4.

Quando não há a motivação correta, porém, a dádiva em si não traz felicidade. É por isso que os presentes na época de Natal mui amiúde deixam de promover alegria. Ao passo que há exceções, muitos simplesmente trocam presentes por um senso de dever, sentindo-se pressionados a fazê-lo. Talvez não sintam o desejo de coração de dar, visando tornar feliz a outrem.

Não parece estranho que um feriado, que se pensa honrar a Jesus, tão freqüentemente deixe de lado o espírito da dádiva cristã? Mas, deveria isso realmente constituir surpresa? Na realidade, os costumes em torno da celebração do Natal provêm de fontes que nenhuma relação têm com o Filho de Deus. Veicula o Press Register, de Mobile, Alabama, EUA:

“As festas que acompanham o Natal originaram-se, provavelmente, da festa romana das saturnais, de 17 a 19 de dezembro, em honra a Saturno, deus do milho-semente. Era a ocasião de hilaridade, de festanças e de troca de presentes. Os templos eram adornados de plantas verdes e de flores. Não se podia fazer nenhuma transação pública, os tribunais eram fechados, as escolas gozavam um feriado, nenhum criminoso podia ser punido e não se declarava nenhuma guerra.”

O que traz rica recompensa não é a dádiva associada com as saturnais pagãs, mas a dádiva altruísta. Esse é um dos motivos que move muitas pessoas de coração honesto a deixar de trocar presentes segundo o padrão dos antigos romanos. Encontram grande alegria nas expressões espontâneas de generosidade em outras épocas, ao invés de na época do Natal. Está sentindo a felicidade que provém de tal dádiva?

Se não estiver, prove a veracidade das palavras de Jesus quanto a isso. Esforce-se de cultivar o interesse altruísta, contínuo, no bem-estar de outros, e veja por si mesmo que o resultado pode ser, deveras, uma vida mais rica e mais feliz, até mesmo agora.

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