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  • Cuidar de seu jardim interior
    Despertai! — 1970 | 22 de agosto
    • excesso de umidade. Então, cubra a inteira bola de musgo com um plástico, segurando-a em cima e em baixo talvez com um elástico ou arame fino. Com o tempo, surgirão raízes no musgo; poderá vê-las através do plástico. Quando o musgo estiver cheio de raízes, corte a planta um pouco abaixo do novo sistema de raízes, e coloque-a num vaso. Deve-se lembrar que todas as plantas que criaram raízes recentemente devem ser bem cuidadas por meio de umidade extra, menos luz e maior umidade do ar até que se firmem.

      Um jardim interior pode ser recompensador de muitas maneiras. Há o drama constante dos botões em flor, das folhas que se desenrolam e do crescimento de novas plantas. Mas, quer tenha poucas ou muitas, o êxito de suas plantas domésticas depende, até certo grau, do cuidado que lhes dedique.

  • Dar presentes com consideração
    Despertai! — 1970 | 22 de agosto
    • Dar presentes com consideração

      “MUITO obrigado.” Tais palavras se acham entre as mais lindas de qualquer língua, pois expressam apreciação por uma dádiva, um cumprimento ou um favor. E quanto mais consideração e esforço foram postos no que é oferecido, tanto mais calorosos os agradecimentos e tanto maior a apreciação. Todavia, conforme já observou sem dúvida, alguns presentes são aceitos gratamente, ao passo que outros talvez não sejam recebidos com entusiasmo. Por que isto se dá? Um fato talvez seja o motivo do dador. Outro talvez seja o próprio presente; e, não raro, a maneira com que é presenteado determina a maneira com que é recebido.

      Importante o Nosso Motivo

      Os presentes contribuem bastante para unir pessoas e manter amizades porque a bondade gera bondade. O motivo, contudo, é tão importante quanto o próprio presente. Quando foi a última vez que questionou seus motivos de oferecer presentes? Quando oferece presentes, é usualmente porque se sente obrigado a fazê-lo ou porque verdadeiramente dá com espírito generoso? Dá principalmente por considerar a ocasião ou por causa do interesse na pessoa? São seus presentes oferecidos livremente, ou há exigências ligadas a eles?

      Durante a época de Natal, em especial, milhões de cruzeiros são gastos em presentes. E, embora esta seja anunciada como a época de se sentir jubilantes, muitas pessoas nesta época se sentem justamente o contrário. Algumas contraem dívidas para satisfazer suas obrigações de dar presentes. Freqüentemente dão porque é o costume e não porque desejem fazê-lo. Não é de se admirar que, no fim dos feriados, se achem “gastas” financeira, física e emocionalmente. Os presentes que deram não lhes trouxeram a felicidade que deveriam, visto não terem sido dados por um coração generoso. Antes, os presentes devem originar-se do sentimento espontâneo de calor e bondade para com o recebedor, unindo as duas pessoas mais intimamente. Devemo-nos sentir livres para dar presentes a alguém sempre que o desejarmos fazê-lo e pudermos fazê-lo, e não por causa de datas numa folhinha.

      Dar Presentes Práticos

      Uma vez satisfeitos de que nosso motivo seja correto, podemos então examinar a espécie de presentes que damos e o que realizam. Por exemplo, são práticos os seus presentes? Em outras palavras, é o item oferecido algo que o recebedor verdadeiramente usará com bom proveito? Dar-lhe-á prazer por apenas um dia ou é algo que usará com prazer por muitos anos? Por outro lado, talvez seja simplesmente posto de lado numa prateleira ou metido numa gaveta? A praticabilidade é um fator a se considerar, mas de jeito nenhum é o único.

      Outra coisa a ter presente é que o custo do presente não é realmente o verdadeiro índice do seu valor. O item barato talvez seja mais altamente apreciado do que um custoso que não é necessário nem desejado. Uma criança pode fazer uma figura apenas com alguns lápis e um pedaço de papel. Mas, essa figura não será avaliada financeiramente pelos pais ou avós. Ficarão orgulhosos de mostrar essa “obra-prima” a outros. Uma suéter tricotada por um ente querido talvez custe menos para ser feita, mas talvez seja mais altamente prezada do que uma custosa, comprada numa loja.

      Alguns presentes têm valor sentimental, pois servem como lembrete da consideração do dador. Por exemplo, o marido talvez dê à esposa uma torradeira de que ela necessita. Talvez seja um presente prático, que toda a família possa usar. Naturalmente, ela lhe agradece por ele. Todavia, talvez não seja tão apreciado por ela quanto um item pessoal, tal como um broche, um colar ou um artigo de vestimenta. Pois, sempre que ela usar tal item, lembrar-se-á do marido e isso lhe dará prazer por anos. Não se lembra de um presente pessoal que seu cônjuge lhe tenha dado há algum tempo atrás?

      Todavia, nem todas as mulheres são iguais. Algumas talvez prefiram um item prático doméstico em lugar de um item pessoal para si mesmas. Isto não as torna menos femininas. Apenas sublinha seu lado prático. Portanto, o marido deve levar em consideração todas as facetas da personalidade de sua esposa ao escolher presentes para ela. O mesmo se dá com a esposa que escolhe um presente para o marido.

      A graciosidade é necessária ao se dar algo e também é necessária ao receber presentes, quer da família quer de amigos. Há tantas pequenas cortesias que os amigos fazem uns pelos outros que estão além de retribuição. Por exemplo, quando um amigo faz regularmente um serviço em seu favor, agradece-lhe sinceramente? Com o tempo, considera este serviço como coisa corriqueira? Há muitas formas de se mostrar apreciação se for genuinamente sentida. Há também modos em que pode insultar alguém sem querer, se não for cuidadoso. Se objetar à sua generosidade, insistir que não a deva fazer ou que deva ser retribuída talvez torne a situação embaraçosa e prive a pessoa de grande parte da alegria de presenteá-lo. Isto, naturalmente, ninguém tenciona fazer, mas às vezes acontece.

      Presentes Dados aos Filhos e Recebidos Deles

      Às vezes os adultos recebem presentes com indiferença, mas raramente o fazem os filhos. Simplesmente adoram receber presentes. No que toca a presentes para os filhos, os pais são naturalmente os melhores juízes do que os seus filhos precisam e preferem. Portanto, seus presentes são amiúde práticos.

      São os de fora do círculo imediato da família que talvez tenham dificuldades

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