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Persistam em ‘abster-se de sangue’Despertai! — 1973 | 8 de janeiro
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dos transplantes cardíacos foi tão curta.
A revista Life, de 17 setembro de 1971, mostrava uma foto na capa de seis pessoas que receberam transplantes cardíacos e que pareciam passar bem e estar felizes naquele tempo. Mas, em questão de apenas oito meses depois de ser tirada a foto, todos os seis haviam sucumbido aos esforços de seus corpos de rejeitar o tecido estranho. O artigo contava como “as drogas contra a rejeição provocaram atos bizarros”, e que “seus rostos inflados assustaram certo médico”. O autor do artigo, que escreveu um livro sobre o assunto, Hearts (Corações), também relatou que a taxa de mortes devido aos transplantes cardíacos nos primeiros três anos fora de mais de 85 por cento. Certo cirurgião, que transplantou vinte e dois corações, viu morrer cada um de seus pacientes. E, ao passo que colocou de lado todo o assunto como “processo que tentamos e — por agora — rejeitamos”, os pacientes não conseguiram ser assim tão casuais. E, novamente neste caso, poder-se-ia notar que a posição das testemunhas cristãs de Jeová — de que tais transplantes são efetivamente uma forma de canibalismo — provaram ser uma salvaguarda. Como assim? No sentido de que lhes poupou da frustração, do pesar e da ansiedade sentidos não só pelos pacientes e seus parentes, mas até mesmo por muitos da equipe médica assistente.
‘Se as transfusões de sangue também violam o princípio imunológico, então, por que não se provam tão letais como os transplantes cardíacos?’ — talvez pergunte. A razão é que o sangue é um tecido temporário. Um tecido temporário? Sim, pois, a cada segundo, milhões de glóbulos vermelhos morrem e são substituídos. Assim, quaisquer glóbulos de sangue ‘estranho’ transfundido não permanecem por muito tempo no corpo.
Por certo, a Bíblia testifica de forma inequívoca de que os servos de Deus precisam persistir em ‘abster-se de sangue’. Aqueles que acatam essa ordem não só obtêm a satisfação de que obedecem a Deus, mas também podem poupar-se de muito pesar devido aos riscos envolvidos nas transfusões de sangue.
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Apoio religioso à guerraDespertai! — 1973 | 8 de janeiro
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Apoio religioso à guerra
● No livro War, Communism and World Religions (A Guerra, o Comunismo e as Religiões do Mundo), o Dr. Charles S. Braden escreveu: “Durante toda a Primeira Guerra Mundial, as igrejas obedientemente a apoiaram, venderam bônus, recrutaram soldados, bem na igreja, e em geral a abençoaram. Houve alguns que foram presos como objetores de consciência, mas apenas alguns, e, em geral, as igrejas mostraram pouca simpatia para com eles.
Situando-se a meio século de distância daquele tempo alguns talvez questionem se os clérigos realmente adotaram tal conceito anticristão. O livro Thoughts in War-Time (Idéias do Tempo de Guerra), porém, cita um ensaio do Cânone B. H. Streeter, publicado na Primeira Guerra Mundial. No ensaio, “A Guerra, Esta Guerra e o Sermão do Monte”, o clérigo concluiu:
“Se o soldado estiver convicto de que a causa pela qual luta envolve o bem-estar da humanidade como um todo, incluindo, portanto, a longo prazo, também o da Alemanha, não só poderá atirar nos alemães nas trincheiras opostas sem qualquer sentimento de aversão pessoal, mas também poderá fazer isso pelo amor ao homem. . . . O soldado é antes de tudo um homem pronto a morrer pelo seu país; e a prontidão de morrer pelos outros é essencialmente cristã.”
O que acha da posição de tais líderes religiosos sanguinários diante do “decretado por Deus para ser juiz dos vivos e dos mortos”? — Atos 10:42.
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