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Por que o dólar dos E. U. A. compra menosDespertai! — 1973 | 8 de novembro
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pagar mais por hotéis, alimento e transporte na Europa, Rússia e Japão.
No entanto, o golpe mais duro para muitas famílias estadunidenses é o custo da necessidades básicas, que subiu vertiginosamente. Os preços dos alimentos, para exemplificar, que já são altos, continuariam a aumentar devido à desvalorização. Por quê? Porque se dá destaque agora à exportação de itens; à venda, e não à compra, para se solidificar a balança comercial em favor dos EUA. Ao se venderem alimentos no exterior sobram menos para que os estadunidenses comprem, aumentando o preço das reservas reduzidas.
O petróleo — outra virtual necessidade do mundo moderno — vem cada vez mais do Oriente Médio e da América do Sul. Custará mais dólares dos EUA. Posteriormente, o óleo para aquecimento, a gasolina, e, por fim, a eletricidade, sem dúvida custarão mais.
As necessidades básicas, também, são atingidas de outra forma. A indústria dos EUA usa matérias-primas de fontes estrangeiras. A bauxita para o alumínio vem da Jamaica e do Suriname; a lã para casacos, suéteres e ternos vem da Austrália. Visto que o dólar dos EUA compra menos em cada um destes países estrangeiros, o produto final estadunidense certamente mostrará correspondente aumento no preço.
Resolverá o dólar flutuante os problemas de uma vez por todas? Muitos economistas acolhem o fim das taxas fixas de câmbio. Mas, a maioria também confessa que o futuro é inseguro. As taxas ‘flutuantes’ parecem, no máximo, ser uma medida transitória. Afirma o professor de economia de Harvard, H. S. Houthakker: “A busca de um sistema monetário internacional mais estável não deve ser abandonada.” Os peritos não estão certos de que mudanças talvez estejam à frente para o dólar e outras moedas.
Sem considerar que medidas futuras os economistas proponham, é preciso que haja grandes mudanças, antes que o gênero humano possa chegar a ter verdadeira segurança. As mudanças exigidas são muito mais amplas do que os homens podem fazer. Mas Deus prometeu trazê-las, não por emendar o atual arranjo egoísta, mas por eliminá-lo e trazer um sistema de coisas inteiramente novo, em que habite a justiça. — 2 Ped. 3:11-13.
Que Deus tem o poder de fazer isso não pode haver dúvida. Ademais, na Bíblia, declarou especificamente que é Seu propósito fazer isto, e nesta geração. Anseia seu coração a vida em tal nova ordem justa? Se ansiar, peça mais informações às testemunhas de Jeová. Terão prazer de ajudá-lo a aprender sobre isso, gratuitamente.
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“Em nome de Deus”Despertai! — 1973 | 8 de novembro
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“Em nome de Deus”
● Em seu livro The Men I Killed (Os Homens Que Matei), o General de Brigada F. P. Crozier relata suas experiências na Primeira Guerra Mundial e indica: “Coisas estranhas são feitas em nome de Deus, e faz-se estranhos usos de Deus. A força militar adota-o como seu protetor e sua inspiração, e, assim, cada campanha militar se torna uma guerra justificável, uma guerra pelo direito, sendo Deus eleito popularmente para o lado da ‘justiça’ autodelineada.” A respeito dos clérigos, observa: “Ao irromper a guerra, o púlpito é transformado imediatamente numa plataforma de recrutamento da espécie mais sutil. E esta espécie de ritual militar prossegue de ambos os lados.” — Págs. 176, 179.
Todavia, a respeito dos cristãos primitivos, o Dr. William Storey, do Departamento de Teologia de Notre Dame, escreveu em Ave Maria, de 9 de agosto de 1969: “A Igreja antes de Constantino [antes de 325 E. C.] devotava-se à solução não-violenta do conflito humano.” Assim, os cristãos primitivos não participavam na guerra mas, ao invés, eram pacíficos. — Rom. 12:18.
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