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  • Os últimos dias — que evidência existe?
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • . . . Surgirão falsos profetas em grande número e enganarão a muitos. E pelo crescimento da iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (A Bíblia de Jerusalém) Ele também predisse uma obra mundial de testemunho, ou a pregação das “boas novas do reino”, antes de vir o fim.

      Além disso, o apóstolo cristão Paulo descreveu as reações das pessoas, afirmando que, nos últimos dias “os homens não amarão coisa alguma, senão ao dinheiro e a si mesmos . . . não sentirão nenhum respeito pelos pais, nenhuma gratidão”. Acrescentou ele: “Eles serão homens que colocam o prazer em lugar de Deus, homens que preservam a forma externa de religião, mas são uma negação flagrante de sua realidade.” — The New English Bible.a

      Lembremo-nos de que, ao passo que a profecia de Jesus indica um clímax na história do homem, à medida que todos estes eventos ocorrem na mesma geração, eles não precisam ser maiores, em número, ou em magnitude, do que em qualquer geração anterior, embora isto talvez aconteça.

      Tem visto tais acontecimentos e condições neste século 20, especialmente desde 1914? Presencia-os até mesmo agora, em 1988? Como lembrete, recapitulemos alguns dos eventos destacados que têm influenciado e ainda estão influenciando a humanidade, e responda à pergunta: Indicam eles que está perto a época da intervenção de Deus, por meio do seu Reino? — Lucas 21:29-33.

  • Os últimos dias — ‘Reinos contra reinos’
    Despertai! — 1988 | 8 de abril
    • Os últimos dias — ‘Reinos contra reinos’

      “O conflito de nações de 1914 a 1918 não foi um ‘vago rumor de mais uma guerra’. A luta introduziu um novo âmbito da guerra, a primeira guerra total experimentada pela humanidade. Sua duração, intensidade e escala excedeu qualquer coisa antes conhecida ou em geral esperada. O dia da guerra em massa havia chegado.” — The World in the Crucible (O Mundo no Crisol), de Bernadotte E. Schmitt e Harold C. Vedeler.

      A GUERRA de 1914-18 foi tão grande em destruição e em perda de vidas que até hoje encontram-se na França monumentos dedicados aos mortos de La Grande Guerre, a Grande Guerra. O escritor americano Ernest Hemingway chamou-a mais tarde de “a mais colossal, assassina e mal administrada carnificina já ocorrida na terra”. O nome Grande Guerra mudou para Primeira Guerra Mundial quando o mundo foi devastado pela Segunda Guerra Mundial (1939-45).

      A Primeira Guerra Mundial se distinguiu das guerras anteriores em muitos sentidos.

      Poderosos exércitos de milhões de homens chacinaram-se mutuamente nos campos e nas florestas da Europa Ocidental. A metralhadora predominava à medida que ceifava grandes fileiras de infantaria em movimento. Como declara Gwynne Dyer em seu livro War (Guerra): “Em dois meses [a partir do início da guerra], mais de um milhão de homens estavam mortos . . . Armas automáticas — artilharia de tiro rápido e metralhadoras que disparavam seiscentas balas por minuto — enchiam o ar de granizo letal de aço.” O tanque, o submarino e o avião modificaram idéias e táticas. Agora a morte caía dos céus e subia das águas.

      A guerra de trincheiras, com o acréscimo de gases venenosos, levou os homens aos limites da resistência, do sofrimento e da degradação. A Grande Guerra se distinguiu noutro sentido: “Esta foi a primeira guerra em que os prisioneiros totalizaram milhões (8.400.000 ao todo) e ficaram detidos por

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