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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
w84 15/3 p. 27

Por dentro das notícias

Hábito de Guerra

“As guerras oferecem a maior variedade, em praticamente todos os sentidos”, escreveu a colunista Flora Lewis no Times de Nova Iorque. Ao citar país após país envolvidos em alguma forma de conflito armado, a colunista observou: “A lista parece o índice dum atlas.” O motivo disso? “O fato é que ninguém mais está governando o mundo e mantendo uma aparência de ordem”, diz ela. Têm as Nações Unidas refreado o hábito da guerra? “Com sua ênfase a soberania, ao orgulho nacional, a expressão de descontentamento, a ONU tornou-se um conclave de ajuda mútua para manter acesas pequenas disputas, enquanto se inflama o grande conflito do poder.” Após um incontável número de conferência com a suposta intenção de evitar a guerra, “um número suficiente de pessoas ainda quer lutar para dar continuidade ao hábito de guerra”, observou Lewis.

A guerra tornou-se deveras um hábito para a geração desde 1914. Por quê? O livro bíblico de Revelação (Apocalipse) previu um cavaleiro simbólico, brandindo uma grande espada, avançando impetuosamente em seu cavalo de batalha cor de fogo, com a comissão de “tirar da terra a paz”. (Revelação 6:4) Essa profecia tem cumprimento no nosso século, pois a terra não só presenciou os horrores de duas guerras mundiais, mas também tem presenciado um fluxo quase que constante de conflitos sangrentos.

Os que sinceramente amam a paz, porém, aguardam o livramento da escravidão ao “hábito de guerra” por meio do simbólico cavaleiro coroado de Revelação, montado no cavalo branco. Ele e Cristo Jesus, o “Príncipe da Paz”. Desde 1914, ele tem cavalgado “vencendo”. Primeiro, subjugou os opositores celestiais do governo divino, e, a seguir, ‘completará a sua vitória’ sobre todos os opositores terrestres. Então, a terra provará o hábito da paz. — Isaías 9:6; Revelação 6:2; 12:7-12.

“Os Homens se Esqueceram de Deus”

O exilado romancista soviético e ganhador do prêmio Nobel, Alexander Solzhenitsyn, indicou com exatidão o motivo do declínio mundial da espiritualidade em suas palavras de agradecimento, ao receber o prêmio Templeton no Palácio de Buckingham. Ele disse: ‘Se me pedissem para identificar brevemente a principal característica do inteiro século 20, neste caso também, não seria capaz de achar nada mais preciso e expressivo do que repetir novamente: ‘Os homens se esqueceram de Deus.’ As falhas da consciência humana, destituída da sua dimensão divina, têm sido um fator determinante em todos os principais crimes deste século. O primeiro deles foi a Primeira Guerra Mundial, e grande parte da nossa situação presente remonta a esta.”

O sr. Solzhenitsyn, observando este “mesmo tipo de defeito” emaranhado na sociedade desde a Segunda Guerra Mundial até o presente, disse a seguir: “O mundo de hoje atingiu um estágio que, se tivesse sido descrito em séculos anteriores, teria suscitado a exclamação: ‘Este é o Apocalipse!’”

Desde a Primeira Guerra Mundial, a humanidade se encontra no que a Bíblia chama de “últimos dias” um período caracterizado por a humanidade ter ‘uma forma de devoção piedosa, mostrando-se, porém, falsa para com o seu poder’. (2 Timóteo 3:1, 5) Com que resultado? Deus disse a antiga Jerusalém num certo período da sua história: “Esqueceste de mim e continuas a confiar na falsidade.” A cristandade, igual aquela cidade espiritualmente seca da antigüidade, junto com o atual mundo iníquo, confronta-se certamente com a ruína. — Jeremias 13:25.

É Você “Amigo”?

“O maior mito a respeito da amizade é que as pessoas a terão sem fazer nada em troca dela”, afirmou Engenhe Kennedy, professor de psicologia da Universidade Loyola de Chicago, EUA, e autor de muitos livros sobre comportamento humano. A revista U. S. News & World Report também o cita como dizendo: “As pessoas têm dificuldade em saber como fazer amigos, porque a nossa sociedade lhes diz que a auto-satisfação as tornará bem-sucedidas e felizes.”

“Há mais felicidade em dar do que há em receber”, disse Jesus. (Atos 20:35) Dar altruistamente dos seus recursos, do seu tempo e do seu interesse, especialmente em atividades cristãs, o ajudará a tornar-se amigo e a ter ‘amigos que se apegam mais do que um irmão’. — Provérbios 18:24.

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