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    • consultam mutuamente.” (Pro. 13:10) A presunção leva a resultados desastrosos; a modéstia pode salvar uma pessoa. O sábio afirma: “Chegou a presunção? Então chegará a desonra; mas a sabedoria está com os modestos.” — Pro. 11:2.

      DESRESPEITO PELA SOBERANIA DE DEUS, E DESAFIO A ELA

      Quando uma pessoa age presunçosamente para com Deus, ela está revelando desrespeito pela soberania e Divindade de Jeová. Os que afirmam ser servos dele e ainda assim o apresentam numa luz falsa, são muito repreensíveis. Sobre os falsos profetas, Jeová disse: “O profeta que presumir de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar . . . tal profeta terá de morrer. . . . Quando o profeta falar em nome de Jeová e a palavra não suceder nem se cumprir, . . . o profeta proferiu-a presunçosamente.” — Deut. 18:20-22.

      Também, mostra-se desrespeito para com Jeová ao se desrespeitar seus servos designados, o que pode ser causado pela presunção. Em Israel, casos difíceis eram levados ao ‘lugar que Jeová escolheu’ (que, desde os dias de Davi, era Jerusalém). Qualquer pessoa que desrespeitasse o julgamento proferido devia ser morta, pois, ao colocar-se contra os representantes de Deus, ela agia em desafio contra Deus. A lei rezava: “Deves proceder de acordo com a lei que te indicarão e segundo a decisão judicial que te disserem. . . . E o homem que se comportar presunçosamente, não escutando o sacerdote que ali está de pé para ministrar a Jeová, teu Deus, ou o juiz, tal homem tem de morrer; e tens de eliminar o mal de Israel. E todo o povo ouvirá e ficará com medo, e não mais agirão presunçosamente.” (Deut. 17:8-13; compare com Números 15:30.) O apóstolo Pedro menciona alguns que mostram grande desrespeito a Deus e a seus servos ungidos, descrevendo-os como “atrevidos [do grego tolmetés, “presunçosos”, AP], obstinados, não tremem diante dos gloriosos, mas falam de modo ultrajante”. Tais homens, afirma Pedro, “sofrerão a destruição até mesmo no seu próprio proceder de destruição”. — 2 Ped. 2:10, 12.

      A presunção baseada em vínculos carnais pode ser um laço. João, o Batizador, discerniu o modo de pensar dos judeus quando estes se dirigiram a ele. Ele os avisou: “Não presumais dizer a vós mesmos: ‘Temos por pai a Abraão.’ Pois eu vos digo que Deus é capaz de suscitar destas pedras filhos a Abraão.” (Mat. 3:9) A palavra grega aqui usada é dóxete, de dokéo, que, basicamente, significa “pensar; formar uma opinião (certa ou errada)”.

      A PRESUNÇÃO ACABARÁ

      A antiga cidade de Babilônia era um protótipo da presunção contra Deus, razão pela qual a inimizade eterna de Deus se voltava contra ela. O profeta Jeremias disse a ela: “‘Eis que sou contra ti, ó Presunção’, é a pronunciação do Soberano Senhor. . . . a Presunção há de tropeçar e cair.” (Jer. 50:29, 31, 32) A simbólica Babilônia, a Grande, tem-se revelado a inimiga mais amarga e mais presunçosa de Deus na terra, fazendo com que os habitantes da terra fiquem embriagados “com o vinho da fornícação dela”, e sendo responsável pelo “sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra”. Devido a isto, ela sofrerá a destruição eterna. (Rev. 17:2, 5; 18:7, 8,  20, 24) Isto se coaduna com a promessa de Jeová de pôr fim a toda a presunção babilônica: “E farei realmente cessar o orgulho dos presunçosos e rebaixarei a altivez dos tiranos.” — Isa. 13:11.

  • Primeiro Nascido
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • PRIMEIRO NASCIDO

      Veja Primogênito, Primeiro Nascido.

  • Primícias
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    • PRIMÍCIAS

      Jeová exigia da nação de Israel que as primícias, ou primeiros frutos, lhe fossem oferecidos, quer fossem do homem, quer do animal, quer dos frutos do solo. (Êxo. 22:29, 30; 23:19; Pro. 3:9) Devotar as primícias a Jeová seria evidência do apreço dos israelitas pela bênção de Jeová, e pela sua terra e suas colheitas. Seria expressão de agradecimento para com o Dador de “toda boa dádiva”. — Deut. 8:6-10; Tia. 1:17.

      Jeová ordenou à nação, de forma representativa, que lhe oferecesse as primícias, em especial por ocasião da Festividade dos Pães Não-Fermentados. Daí, em 16 de nisã, o sumo sacerdote movia, perante Jeová, no santuário, algumas primícias da colheita de cereal, um molho de cevada, a primeira safra do ano, baseado no calendário sagrado. (Lev. 23:5-12) De novo, em Pentecostes, cinquenta dias depois, as primícias da colheita de trigo, em forma de dois pães fermentados, feitos de flor de farinha, eram apresentados como oferta movida. — Lev. 23:15-17.

      Além destas ofertas de cereais, feitas pelo sumo sacerdote a favor da nação, exigia-se que os israelitas trouxessem as primícias de todos os seus produtos, como ofertas. Todo primogênito varão, dos homens e dos animais, era santificado para Jeová, sendo oferecido ou redimido. As primícias da massa de farinha deveriam ser oferecidas como bolos de forma anular. (Núm. 15:20, 21) Os frutos do solo também eram colocados em cestos e levados pelos israelitas para o santuário (Deut. 26:1, 2), onde eles então recitavam certas palavras registradas em Deuteronômio 26:3-10. As palavras eram, em realidade, um esboço da história daquela nação, desde sua entrada no Egito até sua libertação e a sua entrada na Terra Prometida.

      Diz-se que surgiu o costume de cada localidade enviar um representante com as primícias contribuídas pelos habitantes daquele distrito, a fim de não ser preciso que todos sofressem as inconveniências de ter de subir a Jerusalém cada vez que as primícias ficavam maduras. A Lei não fixava a quantidade destas primícias a serem oferecidas, isto, pelo que parece, sendo deixado a critério da generosidade e do espírito de apreço do dador. Não obstante, as porções mais seletas, o melhor das primícias, deviam ser oferecidas. — Núm. 18:12; Êxo. 23:19; 34:26.

      No caso de uma árvore recém-plantada, nos três primeiros anos ela era julgada impura, como se fosse incircuncisa. No quarto ano, todos os seus frutos se tornavam santos para Jeová. Daí, no quinto ano, o dono podia juntar os frutos dela para ele próprio. — Lev. 19:23-25.

      As contribuições das primícias para Jeová, por parte das doze tribos não-levíticas de Israel, eram utilizadas pelos sacerdotes e levitas, uma vez que não obtiveram nenhuma herança naquela terra. (Núm. 18:8-13) O oferecimento fiel das primícias trazia prazer a Jeová e uma bênção para todos os envolvidos. (Eze. 44:30) Deus considerava a omissão de trazê-las como um roubo cometido contra Ele, daquilo que lhe era devido, e, isto traria assim seu desagrado. (Mal. 3:8) Na história de Israel, houve épocas em que tal costume foi negligenciado, sendo restaurado, em certos períodos, por governantes zelosos a favor da adoração verdadeira.

      EMPREGO FIGURADO E SIMBÓLICO

      Jesus Cristo foi espiritualmente gerado por ocasião de seu batismo, sendo ressuscitado dentre os mortos, para a vida espiritual, em 16 de nisã de 33 EC, o dia do ano em que as primícias da primeira colheita de cereal eram apresentadas perante Jeová, no santuário. Ele é, por conseguinte, chamado de primícias, sendo, realmente, as primeiras primícias para Deus. (1 Cor. 15:20, 23; 1 Ped. 3:18) Os seguidores fiéis de Jesus Cristo, seus irmãos espirituais, são também um tipo de primícias para Deus, mas não as primícias primárias, sendo similares à segunda colheita de cereal — a de trigo — que era apresentada a Jeová no dia de Pentecostes. Totalizam 144.000 e são chamados de os “comprados dentre a humanidade como primícias para Deus e para o Cordeiro“ e de “certas primícias das suas criaturas”. — Rev. 14:1-4; Tia. 1:18.

      Visto que os cristãos ungidos são gerados pelo espírito como filhos de Deus, tendo a esperança de ressurreição à imortalidade nos céus, diz-se que, durante seu período de vida na terra, eles ‘têm as primícias, a saber, o espírito . . . ao passo que esperam seriamente a adoção como filhos, serem livrados de seus corpos por meio de resgate’. (Rom. 8:23, 24) Paulo afirma que ele e seus co-cristãos com esperanças de vida no espírito dispõem do “penhor daquilo que há de vir, isto é, o espírito”, que ele também diz que é “penhor

      antecipado da nossa herança”. — 2 Cor. 5:5; Efé. 1:13, 14; veja Festividade; Ofertas.

  • Primo (A)
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    • PRIMO (A)

      A prole do tio ou tia da pessoa. A única ocorrência da palavra grega anepsiós (primo) se dá em Colossenses 4:10, onde Paulo chama Marcos de “primo de Barnabé”. O termo grego significa, primariamente, “primo em primeiro grau”, mas, num sentido mais amplo, qualquer primo.

  • Primogênito, Primeiro Nascido
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • PRIMOGÊNITO, PRIMEIRO NASCIDO

      O primogênito é, primariamente, o filho varão mais velho dum pai (em vez de ser o primogênito da mãe), o início da capacidade geradora do pai (Deut. 21:17); também, o primeiro filhote macho dos animais, por vezes designado também como “primogênito” (ou, “primeiro nascido”). — Gên. 4:4.

      O primogênito veio a ter considerável destaque na época em que Jeová livrou o Seu povo da escravidão no Egito. Entre os egípcios, os primogênitos eram consagrados ao deus-sol, Amom-Rá, o suposto preservador de todos os primogênitos. A décima praga que Jeová trouxe sobre os egípcios serviu para desacreditar este deus, e mostrou a incapacidade dele em proteger o primogênito. Por obedecer às instruções de Deus a respeito da matança dum cordeiro e o espargir do sangue deste nas ombreiras e na parte superior do portal de suas casas, os israelitas não perderam na morte o seu primogênito, ao passo que foram mortos todos os primogênitos dos egípcios, tanto de homens como de animais. (Êxo. 12:21-23, 28, 29) Evidentemente, na maioria desses casos em que se fala dos primogênitos, tem-se presente o primogênito varão de cada casa, e não o cabeça da casa, que pode ter sido um primogênito. O próprio Faraó era, com toda probabilidade, um primogênito e, todavia, a vida dele não foi tirada. No entanto, pode ter acontecido que nem toda casa egípcia possuísse um primogênito varão literal (o casal não tendo filhos, ou já tendo morrido o primogênito varão), e, em vista da declaração de Êxodo 12:30, “não havia casa em que não houvesse um morto”, tal destruição poderia ter incluído o principal da casa que ocupava a posição de primogênito.

      Uma vez que os primogênitos varões dentre os israelitas eram aqueles que, na linha de sucessão, tornar-se-iam os cabeças das várias casas, eles representavam a nação inteira. Jeová, com efeito, referiu-se à nação inteira como sendo seu “primogênito”, sendo sua nação primogênita por causa do pacto abraâmico. (Êxo. 4:22) Em vista de ter preservado a vida deles, Jeová ordenou que “todo primogênito macho que abrir cada madre, entre os filhos de Israel, entre homens e animais” fosse santificado a ele. (Êxo. 13:2) Assim, os filhos primogênitos varões eram devotados a Deus.

      Mais tarde, Jeová tomou os levitas varões,

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