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  • Eliabe — judeu desqualificado para o reinado
    A Sentinela — 1978 | 1.° de outubro
    • real, prontamente atribuiu motivação errada ao seu irmão Davi. Faltava-lhe plena fé em Jeová, não fazendo nada a respeito da zombaria do filisteu Golias. Deixou de entender a importância vital de limpar o nome de Jeová do vitupério do filisteu, parecendo mais preocupado com umas poucas ovelhas. Ora, um homem com tal deficiência na fé, coragem e critério equilibrado não seria a escolha de Jeová para o reinado. O Examinador de corações, Jeová, não se enganara na escolha do filho mais moço de Jessé, Davi, preterindo o primogênito. — 1 Sam. 13:14.

  • Dá valor a ficar a sós?
    A Sentinela — 1978 | 1.° de outubro
    • Dá valor a ficar a sós?

      ELE era um homem jovem que dava valor a ficar a sós. Não era ermitão, nem recluso em algum mosteiro. Não, era uma figura pública. Ficava exposto, quase que diariamente, a multidões de pessoas. Era professor. O que sabemos dele é que era o maior instrutor que já existiu na terra. Vivia para dar constantemente de si mesmo. Contudo, ao mesmo tempo, conseguia, com cuidado, ter um pouco de tempo para si mesmo.

      Sabia que a pessoa, para ter profundeza íntima e auto-suficiência pessoal, precisa ter tempo para si mesma — tempo para pensar, refletir, meditar e ponderar. Além disso, sendo homem intensamente religioso, conhecia e sentia a necessidade de orar. Afastar-se um pouco dos outros significava para ele uma oportunidade de esquadrinhar-se bem no íntimo, na presença de seu Deus, e achegar-se mais ao seu Pai celestial.

      Seus profundos recursos íntimos, que incluíam seu perfeito conhecimento das Escrituras, lhe teriam possibilitado manter o equilíbrio e a auto-suficiência nas qualidades pessoais, mesmo que tivesse de sofrer longa prisão celular. Diversas traduçõesa dos registros sobre ele nos dizem que “ele retirava-se para os desertos”, que “se retirava aos lugares solitários para orar”. Outras narrativas dizem que, “levantando-se muito antes do amanhecer”, “saiu sozinho” a um lugar deserto e “ficou ali orando”. — Luc. 5:16; Mar. 1:35.

      Este homem jovem era Jesus Cristo. Apesar da constante pressão das multidões e da íntima associação com seus companheiros chegados, Jesus conseguia de algum modo ficar um pouco a sós

      É VOCÊ “PESSOA RETRAÍDA”?

      Que dizer de você? Gosta de ter algum tempo para si mesmo? Quando se sente perturbado, procura ficar a sós? Será que ‘fala no seu coração, na sua cama, e fica quieto’? (Sal. 4:4) Uma jovem esposa e mãe, que passara por uma séria crise familiar, retraiu-se por algum tempo de suas amigas. Estas se magoaram com a atitude dela. Mas o marido explicou: “Maria é uma pessoa muito retraída. Dêem-lhe tempo. Ela controlará as suas emoções e seu modo de pensar.”

      Era errado que Maria fosse assim “pessoa retraída”, que precisava de tempo a sós para ‘pôr as coisas no seu devido lugar’? Não, a menos que usasse seu tempo a sós para ficar acabronhada e nutrir ressentimentos para com os outros, ou para se isolar por muito tempo, a ponto de sua personalidade ficar deturpada e introvertida. “Quem se isola procurará o seu próprio desejo egoísta; estourará contra toda a sabedoria prática.” (Pro. 18:1) Mas, quando se fica por algum tempo a sós, e se deixa os pensamentos e sentimentos serem guiados por princípios sadios, isto pode ser um processo sadio, do qual emergem raciocínios claros e emoções equilibradas.

      Até que ponto é você pessoa retraída? Gosta às vezes de isolar-se? Quando a sua consciência o incomoda, consegue você, a sós, encarar honestamente a questão e daí corrigir o assunto? Tira proveito da reflexão sobre novas coisas aprendidas? Fica absorto no empenho de ampliar seu entendimento de certos assuntos? Gosta de meditar em perguntas e problemas construtivos?

      Ou é você mais como aqueles que parecem ter falta de capacidade de pensar, ou mesmo de sentir, por si sós? Tais pessoas talvez não gostassem, nem pudessem gostar, de ficar a sós. Parecem sentir-se impelidas a estar o mais possível na companhia de outros. Dá a parecer que, se não puderem falar com alguém, não poderão pensar sozinhas. Dizem indiscriminadamente toda e qualquer coisa que lhes passa pela mente e pelo coração. O que aconteceria a tal pessoa, se ficasse detida em prisão celular? O que aconteceria com você?

      DESENVOLVIMENTO ÍNTIMO

      Quando acorda altas horas da noite, em que pensa? Deixa-se levar pelo devaneio? O salmista Davi aprendeu o benefício das ocasiões de estar acordado: “Realmente, durante as noites me corrigiram os meus rins.” — Sal. 16:7.

      Muitos acham que, se se esquadrinharem prolongada e profundamente, por fim descobrirão algum repositório de profunda verdade e significado. Pode ser verdade que o fundo e persistente “esquadrinhamento da alma” nos ajude a entender melhor nossos conceitos, tendências, atitudes, sentimentos, ambições, anseios e coisas assim. Mas, se nos estribarmos na Bíblia como guia, ela nos ensinará que muito daquilo que descobrimos no nosso íntimo precisa ser corrigido, até mesmo rejeitado, sim, substituído pelos ingredientes duma nova personalidade. Ela nos informa que, no íntimo, somos mais como vaso ou receptáculo — receptivo, mas em grande parte vazio e desprovido. Podemos receber,

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