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  • Mostrando bondade a outros
    A Sentinela — 1967 | 15 de outubro
    • A atitude gentil, amigável e misericordiosa está associada à bondade, e é certamente muito melhor mostrar bondade logo de início do que tentar reparar a infelicidade. Assim, se verificar em sua família a tendência para o atrito ou a falta de amor, até mesmo palavras duras e rudes, procure cultivar este fruto do espírito. Muito embora outros na família talvez se oponham à verdade, uma atitude bondosa da parte do cristão ajudará, assim como óleo sobre águas agitadas.

      27. Por que a bondade é tão importante para o cristão?

      27 É pela bondade imerecida de Jeová que temos a perspectiva de vida; assim, devemos refletir idêntica bondade a outros. (Efé. 2:5-8) Assim como nos esforçamos de cultivar os frutos do Reino em nosso ministério de campo, assim desejamos cultivar os frutos do espírito de Deus. Se fizermos isto, mostraremos que obedecemos à lei da bondade de Deus. Não só estará em nossa língua, mas também em nossa mente e em nosso coração, e a tornaremos parte de nossa nova personalidade. Verificaremos que ajuda a resolver nossos problemas e torna mais fácil perdoar a outros. A bondade tem uma qualidade edificante que move os outros a nos pagar na mesma moeda. Ajuda-nos a atrair outros a Jeová pelas nossas palavras e ações. Ao demonstrarmos este fruto do espírito, nossa esperança e confiança em Jeová não nos levará ao desapontamento. Assim, para andarmos com Jeová, temos de amar a bondade, pois Jeová exige a bondade, até mesmo no meio de um mundo sem bondade. A bondade conduz à vida. — Rom. 2:4; 5:2.

  • Onde estamos segundo a tabela de tempo de Deus?
    A Sentinela — 1967 | 15 de outubro
    • Onde estamos segundo a tabela de tempo de Deus?

      AO LERMOS a Palavra de Deus, a Bíblia, não podemos deixar de concluir que Deus sabe o que o futuro nos reserva. Pois os eventos atemorizantes de nossos tempos foram todos preditos por Ele há séculos atrás e surgem na cena mundial na hora exata, segundo a sua “tabela de tempo”. Não que o Deus Onipotente seja responsável por tudo que aconteceu na terra no decorrer dos séculos. Ele mesmo testifica que os homens “têm atuado ruinosamente da parte deles”, que “o defeito é deles mesmos”. (Deu. 32:5) Antes, em sua infinita sabedoria, pôde determinar o curso que as nações seguiriam, e, para nossa orientação e encorajamento, fez que um registro de tais eventos proféticos fosse escrito em sua Palavra, a Bíblia.

      Destarte, o conhecimento desta “tabela de tempo” é de intenso interesse para o homem, pois lhe fornece inestimáveis informações que assinalam sua posição na corrente do tempo. Também revela que eventos estão prestes a irromper na cena mundial. Assim, com estas informações bem às mãos, podemos delinear um proceder que leve a uma conclusão feliz.

      Por exemplo, a “tabela de tempo” da Bíblia indica que estamos no limiar duma nova era, que várias mudanças dramáticas estão em reserva para a terra nesta mesma geração — mudanças estas que influirão em sua vida e na de todas as demais pessoas, para todo o sempre. Mostra que encaramos o dia da expressão da ira de Deus contra toda a perversidade, na batalha do que a Bíblia chama de “Armagedom”. Depois dessa guerra haverá o glorioso reino milenar de Jesus Cristo. (Rev. 16:16; 20:4-6) Exercendo fé nestas promessas, uma grande multidão da humanidade tem harmonizado suas vidas com a Palavra de Deus, tendo a esperança de se tornarem recebedores das bênçãos que virão.

      Mas, como podemos ficar confiantes de que estas promessas se cumprirão com certeza? A resposta é simples: Porque se tratam de promessas dum Deus que não pode mentir. (Heb. 6:18) São eventos programados na “tabela de tempo” de Deus. — Mat. 24:34, 35.

      Por exemplo, no livro de Eclesiastes (3:1, 8) o Criador nos assegura: “Para tudo há um tempo designado, sim, há tempo para todo assunto debaixo dos céus: . . . tempo para guerra e tempo para paz.” Sem dúvida, então, há tempo preciso para a guerra do Armagedom ser travada e também um tempo fixo para começar o pacífico reinado milenar de Cristo.

      O estudo pormenorizado da Bíblia nos ajuda a avaliar que os eventos mundiais podem ser antecipados e entendidos de antemão por aqueles que estão familiarizados com as profecias bíblicas. Por exemplo, pelo estudo das Escrituras Hebraicas, Jesus Cristo sabia que estava destinado a sofrer, morrer e ser ressuscitado à vida. Assim, disse a seus discípulos de antemão que “tinha de ir a Jerusalém e sofrer muitas coisas da parte dos homens mais maduros, e dos principais sacerdotes, e dos escribas, e que tinha de ser morto e de ser levantado no terceiro dia”. (Mat. 16:21-23) A razão de tais profecias foi fornecida por Jesus nas seguintes palavras: “De modo que eu vos tenho dito isso antes que ocorra, a fim de que, quando ocorrer, acrediteis.” (João 14:25-29) Esta é a vantagem de se conhecer as profecias e de se ver seu cumprimento. Obtemos fé e vigor em testemunhar o cumprimento das promessas de Deus e podemos olhar para a frente com confiança de ver outras promessas se cumprirem. Portanto, aqueles que não crêem se privam do valor da “tabela de tempo” de Deus para eles mesmos.

      PROFECIAS PARA ENCORAJAMENTO

      As promessas e as profecias de Deus visam encorajar-nos. Por exemplo, muito antes de os hebreus serem escravizados no Egito, Deus disse a Abrão: “Podes saber com certeza que a tua descendência se tornará residente temporário numa terra que não é dela, e terá de servir a eles, e estes a afligirão com certeza por quatrocentos anos.” (Gên. 15:13) O começo de tal aflição foi quando Ismael, filho da egípcia Hagar, zombou de Isaque no ano 1913 A. E. C. Subtraindo-se 400 anos de 1913, isso nos leva a 1513 A. E. C., o ano preciso em que Deus livrou os israelitas da escravidão egípcia. O conhecimento desta profecia dada a Abrão poderia servir como fonte de grande encorajamento para os judeus escravizados e aflitos, pois também falava de libertação. — Gên. 50:24, 25.

      Outro exemplo de o conhecimento duma profecia registrada servir de encorajamento pode ser encontrado na profecia de Jeremias. Jeová fez que seu profeta Jeremias escrevesse que os judeus se tornariam cativos em Babilônia, enquanto sua terra ficasse desolada por setenta anos. (Jer. 29:10) O profeta Daniel, enquanto estava em Babilônia, ficou encorajado com estas palavras proféticas e aguardou a libertação de seu povo e a sua volta para Jerusalém, o que ocorreu em 537 A. E. C., precisamente setenta anos depois de Judá ter sido deixada desabitada, quando os últimos judeus fugiram para o Egito, não

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