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  • Abre-se o caminho da vida para os povos da Índia

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  • Abre-se o caminho da vida para os povos da Índia
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
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  • C. T. RUSSELL VISITA A ÍNDIA
  • AJUDA PARA O CAMPO INDIANO
  • PROBLEMAS DE TRANSPORTE
  • “A SENTINELA” CHEGA AO POVO APESAR DA PROSCRIÇÃO
  • NOVO EDIFÍCIO DA FILIAL
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1961
w61 1/10 pp. 601-606

Abre-se o caminho da vida para os povos da Índia

O ANO de 1912 foi muitíssimo importante para os povos da Índia. Naquele tempo foi impossível prever quão importante foi realmente aquele ano. Marcou o começo de um movimento na Índia que terá como resultado final a vida eterna para muitos de seu povo.

Para se obter a vida eterna, é essencial o conhecimento da verdade concernente ao Deus Altíssimo, o Criador; mas essa verdade nunca foi popular, visto que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”, Satanás, o Diabo. Como “deus deste sistema de coisas”, Satanás tem “cegado as mentes dos descrentes, para que a iluminação das gloriosas boas novas acerca do Cristo, que é a imagem de Deus, não possa penetrar”. (1 João 5:19; 2 Cor. 4:4, NM) Portanto, qualquer movimento que abra esses olhos cegos quanto ao entendimento e ilumine o caminho que conduz à vida eterna é certamente um movimento importante. Foi tal movimento que se iniciou na Índia em 1912.

Naquele ano, um grupo de sete homens fizeram uma viagem ao redor do mundo. Isto fazia parte de uma campanha patrocinada pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados de Pensilvânia, E. U. A., como é conhecida atualmente. A Sociedade foi comissionada a difundir a mensagem do estabelecimento do reino de Deus em todo o mundo, em obediência às palavras proféticas de Jesus Cristo, registradas em Mateus 24:14 (NM), e em cumprimento delas: “E estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, com o propósito de dar testemunho a todas as nações, e então virá o fim consumado.”

C. T. RUSSELL VISITA A ÍNDIA

Aqueles sete homens eram homens de ação, homens que tinham esperança. Sua esperança se baseava na Palavra certa de Deus, que a cristandade professa crer e ensinar. Esses homens queriam investigar por si próprios se as missões cristãs estavam de fato fazendo o que lhes cabia fazer: isto é, dar testemunho do fim deste velho sistema de coisas que se aproxima e ensinar ao povo a verdade acerca do reino de Deus e das bênçãos que este reino trará à terra.

Esses homens foram assim viajar. Da América do Norte foram para o Havaí, o Japão, a China, e daí, atravessando a Ásia, foram para a Índia. Na Índia proferiam discursos bíblicos em Trivandrum, Cotaracara, Nagercoil, Puram, Madrasta, Vizigapatam, Calcutá, Benares, Lucnov e Bombaim. Multidões de pessoas os ouviram. Alguns escutaram com maior interesse do que outros. Um homem em especial escutou com bastante interesse. Ele discerniu a verdade que nunca antes tinha entendido. Procurou obter uma entrevista com o presidente dessa comitiva de sete homens, Charles T. Russell. Embora muito atarefado, Russell concedeu ao jovem José, esse era seu nome, uma entrevista de meia hora. Essa entrevista durou duas horas e levou a um arranjo permanente para a continuação desse ensino bíblico na Índia, que tem hoje resultado em levar a muitos do povo humilde da Índia a esperança de vida eterna.

Naquele tempo, em 1912, aprendiam-se as verdades básicas, mas sem muita organização teocrática com respeito ao método de as pregar. Efetuavam-se semanalmente serviços de pregação, organizando-se classes de estudo. Alguns dos mais zelosos empregavam seu tempo distribuindo tratados ou falando ao público nas reuniões anunciadas, bem como em particular, de casa em casa. Mas foi o começo de um movimento, na Índia, que havia de crescer e se tornar o instrumento de Deus para tornar conhecida Sua vontade e propósito.

A princípio, este movimento se limitava à Índia meridional, principalmente a Travancore, como era então chamado o atual estado de Kerala. Organizaram-se em muitas partes classes de estudos da Bíblia, e os membros vieram a ser conhecidos como “Estudantes da Bíblia”, segundo a designação da filial britânica dessa sociedade mundial, a Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia. Logo em seguida, enviou-se para a Índia um representante da matriz dos Estados Unidos, a fim de ajudar a levar avante a obra. Mas estourou a Primeira Guerra Mundial, em 1914, e viu-se logo que era aconselhável que este representante voltasse para casa. Houve certo retardamento na obra. Outro homem foi então enviado da matriz, e a obra se expandiu; mas, então, a situação durante a guerra o forçou a deixar o país. Houve um curto período de ansiedade para esse movimento fosse. Foi no ano de 1926 que se abriu novamente o caminho para um novo impulso e expansão desta, obra vitalizadora.

AJUDA PARA O CAMPO INDIANO

Após um importante congresso das testemunhas de Jeová em Londres, no mês de maio de 1926, dois homens foram selecionados para a obra na Índia. O companheiro de um deles acabara de voltar para a sua designação de pregação em Gales do sul, um tanto pensativo quanto a que o futuro lhe reservava agora que seu companheiro havia sido levado para serviço no estrangeiro. Um ou dois dias depois, este jovem, F. E. Skinner, ao voltar para o seu alojamento, após distribuir alguns convites para uma conferência bíblica, encontrou um telegrama à sua espera.

O telegrama rezava: “Irmão Rutherford quer falar-lhe.” O irmão Rutherford se achava então em Londres, e sabia-se que alguns dos irmãos do campo britânico estavam sendo enviados para países estrangeiros, a fim de organizarem a obra de pregação. De modo que o primeiro pensamento que passou pela mente desse jovem, quando viajava para Londres no primeiro trem da manhã seguinte, era: “O que representa isso? Certamente significa algum serviço no estrangeiro. Onde será?” Uma coisa estava bem definida na mente deste jovem, e isso era: “Onde quer que seja, estou pronto para ir.”

Com essa atitude mental ele chegou ao escritório da filial da Sociedade em Londres e procurou imediatamente o irmão Rutherford. “Faz questão de que lugar na terra trabalha?” perguntou o irmão Rutherford. “Não”, foi a resposta. “Gostaria de ir para a Índia?” foi a próxima pergunta. “Quando quer que eu vá para lá?” respondeu o jovem. De modo que em questão de minutos fizeram-se decisões, e os dois antigos companheiros estavam novamente associados em responsabilidades maiores: organizar e espalhar na Índia a obra do Reino que fora iniciada em 1912. George Wright, o primeiro jovem convidado para esta tarefa, morava em Londres, ao passo que a cidade da, residência de seu companheiro era Sheffield. Portanto, George recebeu a incumbência imediata de tratar dos passaportes e da reserva para a viagem marítima, de Londres a Bombaim, ao passo que seu companheiro fez uma rápida visita a Sheffield para se despedir, de seus pais e amigos — por tempo indefinido. Isso se parecia à chamada que Abrão recebeu: “Sae-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pae para a terra que te mostrarei.” “E sahiu não sabendo para onde ia.” — Gên. 12:1; Heb. 11:8.

A viagem para a Índia foi cheia de novas e estranhas experiências, ao passo que milha após milha, dia após dia, o navio avançava através das águas sempre mais quentes, pelo Mar Mediterrâneo, maravilhosamente azul, até Porto Said. Foi ali que tiveram a primeira vista da vida no Oriente, mas era ainda só metade do caminho. Daí passaram através do Canal de Suez, desertos montanhescos de Sinai, assustadoramente áridos, sem vegetação, que a nação de Israel tinha atravessado na sua jornada do Egito para a Terra Prometida. Descendo através do Mar Vermelha até Aden, e depois, através do Mar Arábico, até Bombaim, na costa ocidental da Índia. Lá no cais estava um irmão indiano, o mesmo irmão José que entrara em contato com o Pastor Russell quatorze anos antes. Após passarem alguns dias juntos, falando sobre os planos para o futuro; os dois companheiros britânicos ficaram sozinhos na grande cidade de Bombaim, a fim de iniciar a importante obra que lhes fora comissionada: levar a mensagem da vida eterna mediante, o reino de Jeová a milhões de pessoas na Índia.

Não foi fácil. Programou-se imediatamente a realização de duas conferências anunciadas ao público; com os títulos surpreendentes: “Milhões Que Agora Vivem Jamais Morrerão!” e “Onde Estão os Mortos?” Uma assistência mista veio ouvir estes discursos, mas alguns deixaram seus nomes para obter mais informações, e foram visitados. Daí, um pouco mais tarde, anunciou-se uma série de conferências a ser proferida num instituto dos trabalhadores da estrada de ferro. Essas conferências resultaram na organização de classes de estudo bíblico, realizadas regularmente cada semana; e, dos primeiros que assistiram a essas reuniões, ainda agora há vigorosos servos de Deus ativamente servindo como testemunhas de Jeová. Foi uma obra que desviou a mente de homens das tradições religiosas para a pura Palavra de Deus e lhes deu a esperança da vida eterna numa terra paradísica.

Mas o movimento não havia de se limitar a Bombaim, nem a Travancore. Toda a Índia tinha de receber a oportunidade de ouvir. Havia pessoas isoladas e pequenos grupos em vários lugares na Índia, e esses tinham de ser visitados. Portanto, foram feitos arranjos para que os dois companheiros de Bombaim percorressem o país, revezando-se, a fim de visitar essas pessoas isoladas. Foram para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste, principalmente para as cidades em que havia britânicos ou os de descendência britânica (anglo-hindus).

PROBLEMAS DE TRANSPORTE

Era claro que um país tão vasto, com uma população tão grande, não podia ser cuidado adequadamente por dois ou três homens. De modo que se enviou uma chamada para mais trabalhadores. Mais dois chegaram em 1928, e depois mais dois em 1929. Mas isso era insuficiente. Ainda mais, os meios de transporte eram inconvenientes, nem se mencionando as dificuldades de alojamento nas cidades pequenas e nas aldeias. De modo que, para vencer este último problema, comprou-se um carro Ford, o chamado modelo A, com um reboque para servir de dormitório e cozinha. Isso pelo menos fez que os viajantes ficassem independentes de hotéis, que muitas vezes não existiam.

Daí, em 1931, mais três britânicos se ofereceram voluntariamente para servir na Índia e fortalecer as fileiras dos trabalhadores. Comprou-se também outro carro-casa e expandiu-se a obra de fazer visitas através do país. Pouco tempo depois, um irmão local comprou um carro-casa, e outro irmão também comprou um. Durante 1933, um pioneiro viajou sozinho o ano inteiro num destes carros, munido de equipamento de cinema para projetar “O Foto-Drama da Criação”; assim muitos milhares de pessoas receberam testemunho cabal concernente à esperança do Reino. De modo que por volta de 1934, havia quatro carros-casas percorrendo continuamente a Índia, distribuindo-se literatura impressa que continha a mensagem da vida eterna.

Em 1937 publicou-se o livro Riquezas em quatro idiomas nativos da Índia; este compêndio bíblico ajudou a muitos a obter, um bom conhecimento da verdade. Um relatório de Punjab, feito em 1937, dizia: “O livro Riquezas em urdu é visto nas mãos de todo homem e de toda mulher que lê urdu nas aldeias cristãs em volta de Khanewal.” Naquele ano havia 28 pioneiros e 365 publicadores de congregação que pregavam as boas novas do reino de Deus na Índia.

Por volta do tempo em que estourou a segunda guerra mundial, em 1939, este pequeno grupo de trabalhadores tinha distribuído muito mais de meio milhão de livros e folhetos, abrangendo a maioria das cidades importantes e muitas aldeias deste vasto subcontinente. Assim, as verdades básicas dos propósitos de Deus tornaram-se disponíveis a muitos milhões de pessoas.

Muitas e variadas foram as experiências dos pioneiros, naqueles dias antes de haver ao longo das estradas bombas de gasolina ou postos de serviço. Muitas vezes, as estradas eram apenas trilhos de carros de boi. Os rios, invariavelmente, não tinham pontes, e mais de uma vez foi preciso descarregar esses carros no meio de uma corrente de água e levantar com macaco as rodas traseiras do meio do barro coberto de uns trinta centímetros ou mais de água, para se fazer a travessia. Ou era preciso percorrer por cima de uma longa extensão de areia ardente durante a época da seca, tornando necessário esvaziar pela metade os pneus para não afundarem na areia, e daí enchê-los novamente com bomba de mão, do outro lado do rio. Durante 1940, um grupo de pioneiros, em Travancore, alugou um barco e visitou as aldeias isoladas. Cerca de mil pessoas ouviram os discursos, e deixaram-se nas mãos do povo uns seiscentos livros e folhetos. Naquele mesmo ano, o gerente do Teatro Takie pediu alguns discos da série “Governo e Paz”, para serem tocados nos intervalos durante a exibição do filme “Espião Nazista”. Em resultado disso foram colocados muitos livros.

“A SENTINELA” CHEGA AO POVO APESAR DA PROSCRIÇÃO

Durante a Segunda Guerra Mundial foram proibidas na Índia todas as importações da literatura da Sociedade; em Calcutá a literatura dos pioneiros foi confiscada. Mas, as autoridades não puderam proscrever a verdade, pois esta obra foi ordenada por Deus, e nada a podia fazer parar. Embora A Sentinela fosse proscrita, não faltou nem sequer um número dela. E ainda mais, imprimimos exemplares de cada número e as levamos aos que os desejavam ler.

Perto do fim da guerra, em 1944, alguns membros da Assembléia Legislativa consideraram o caso da proscrição de nossa literatura. Não demorou muito e o Ministro das Relações Internas suspendeu á proscrição. Realizou-se um congresso em Jubbulpore, no meio de grande regozijo, pois tornara-se possível anunciar ao público novamente um discurso bíblico, e, sem ameaça de interferência por parte da polícia, distribuir literatura bíblica.

Durante os anos da guerra, a Sociedade abriu uma escola na América, para treinamento bíblico, conhecida como a Escola Bíblica de Gilead da Watchtower. Esta tem por fim treinar’ homens e mulheres para o serviço missionário no estrangeiro. Teria a Índia parte nessa provisão? Sim, realmente teve. Foi numa noite de reunião de serviço, numa congregação de Bombaim, que o servo da filial, F. E. Skinner, recebeu um telegrama. Pensando que se tratasse de um pedido urgente de literatura de algum pioneiro, abriu-o e o leu: “Curse Gilead.”

Embora tivesse terminado a guerra, ainda não havia serviço de transporte marítimo disponível para o público. Tornou-se um problema sair da Índia para ir à América em tempo para o próximo período letivo de Gilead. Finalmente comprou-se uma passagem num navio do exército, disponível para passageiros civis. Ele fez a viagem saindo da Índia em direção ao oriente, através do Oceano Pacífico, via Singapura e Xangai. Que emoção foi desembarcar em São Francisco e encontrar hospitalidade no lar de um irmão americano! Daí, através do continente americano, passando por Chicago, Búfalo e Ithaca, em Nova Iorque, para a Escola de Gilead.

O treinamento de Gilead foi seguido de seis meses de serviço no circuito, visitando as congregações nos Estados Unidos. Depois disso, ano após ano, mais missionários de Gilead foram designados para a Índia. A esperança da vida eterna foi plantada, nos corações de muitas pessoas. De aproximadamente 300 membros da sociedade do Novo Mundo em 1950, o número cresceu a mais de 1.500 por volta de 1960.

NOVO EDIFÍCIO DA FILIAL

As visitas do presidente da Sociedade Torre de Vigia dos Estados Unidos forneceram mais impulso. Daí veio outro importante passo para a frente: a Índia havia de ter seu próprio edifício de escritório e residência para o grupo de auxiliares. Iniciou-se a obra lançando-se a base para um espaçoso edifício de escritório nos subúrbios de Bombaim, perto do mar, num local limpo e sossegado. Aos poucos emergiu um belo edifício de cimento armado, e a questão agora era: Quando e por quem seria este oficialmente inaugurado e dedicado a Jeová, o Dador dessa provisão?

Era então novembro de 1960, e era costume que um representante viajante da Sociedade visitasse a Índia em dezembro. Sim, a visita antecipada foi anunciada. Quão apropriado seria que ele dedicasse o novo edifício! Portanto, planejou-se o programa da dedicação. Nessa ocasião, o servo de distrito, o irmão Sanderson, estava de férias e pôde facilmente vir a Bombaim para a ocasião; e ele também foi convidado a proferir um discurso durante a reunião feliz.

O servo da filial foi o primeiro dos oradores convidados. Ele falou sobre a visão descrita pelo profeta Zacarias, em que a organização de Jeová é simbolizada por uma cidade sem muros, por causa das multidões que estão nela, protegida por um “muro de fogo ao redor”, pelo próprio Jeová, estando o lugar cheio de sua glória. Descreveu o início da obra do Reino na Índia, o crescimento até o dia atual e a profecia adicional de Zacarias, onde se descreve que “dez homens” pegariam da orla do vestido de um homem que é judeu (israelita espiritual), porque é um fato reconhecido que “Deus é convosco”. — Zac. 2:4, 5; 8:23.

A seguir foi proferido um discurso pelo servo de distrito, falando da atual obra de pregação das boas novas na Índia. Ele acentuou a importância de se manter a. integridade sob dificuldades, citando exemplos de irmãos que estão fazendo isso. Relatou o caso de um irmão que achou uma carteira com grande soma de dinheiro na calçada de uma rua. Ele notou então um sacerdote católico romano caminhando vagarosamente rua abaixo, òbviamente angustiado, olhando primeiro para um lado, daí para o outro. O irmão se aproximou do sacerdote e lhe perguntou se estava procurando alguma coisa. Sim, ele perdera a carteira. O irmão lhe devolveu a carteira que perdera, para o grande alívio do sacerdote. Quando perguntado quem ele era, o irmão disse: “Eu era um católico romano, e se ainda o fosse eu teria ficado com essa carteira e não diria nada, mas agora sou uma das testemunhas de Jeová. Tome sua carteira.”

O irmão Dower, membro da filial de Bombaim, falou em seguida sobre “Edifique Para o Futuro”. Ele destacou que Deus não habita em templos feitos por mãos humanas, mas que ele se agrada em usar edifícios para realizar os seus propósitos. Veio então o discurso de dedicação, proferido pelo servo de zona, G. D. King. Foi uma declaração bem expressa de gratidão a Jeová, o Dador deste belo edifício novo, devotado exclusivamente a fazer a Sua vontade. Isso foi seguido de uma oração; daí o irmão King proferiu um discurso de serviço, perante uma assistência de 263 pessoas, vindas de várias congregações das testemunhas de Jeová em Bombaim.

O edifício é uma construção de dois andares de concreto armado e tijolos. A façada inteira é coberta de alvenaria de pedra, aumentando a beleza e a dignidade do edifício. Numa das extremidades fica a entrada principal, ladeada de painéis de mármore cinza, e em cada lado dos degraus há vasos embutidos para flores. O vestíbulo serve também de sala de recepção, e é embelezado por um painel de vidro, vidro com gravações que representam um belo quadro da terra paradísica. No andar térreo há um refeitório, cozinha e dependências gerais para armazenagem. No andar de cima há seis dormitórios e um amplo e bem iluminado Salão do Reino com assentos para 250 pessoas. No terraço, em cima do edifício, há espaço apropriado para reuniões ao ar livre. O edifício inteiro está cercado de um jardim, que, com o tempo, chegará a ter beleza paradísica.

Esse é, pois, o crescimento de um movimento na Índia que começou de modo pequeno em 1912. É comum na Índia dizer-se que “todas as religiões ensinam a mesma coisa”, “todas as religiões são boas”, “todas elas levam ao mesmo caminho”. Mas é isso verdade? Não, pois Jesus disse: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” (Mat. 7:13, 14, Al) É o caminho estreito, em contraste com o ‘caminho largo’ deste mundo, que conduz à vida eterna no novo mundo. Sim, foi um movimento importantíssimo que, em 1912, começou a mostrar ao povo da Índia este caminho estreito que conduz à vida.

[Foto na página 601]

Novo Edifício da Filial da Índia

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