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Estará a solução com os psiquiatras?Despertai! — 1975 | 8 de outubro
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e mentalmente perturbados. E, sem dúvida, uma das conseqüências de sua atitude é que eles mesmos têm a mais elevada taxa de suicídios dentre todos os das especialidades médicas! A respeito disto, um dentre eles mesmos diz: ‘Até que os psiquiatras tenham a taxa mais baixa, todos os seus ensinos estão sujeitos à suspeita.’ — Journal of the American Medical Association.
Outros Efeitos da Falha Básica
Deixando de reconhecer a sólida instrução da Palavra de Deus, os psiquiatras raramente aplicam o amor de forma equilibrada. Exemplificando: em certo caso, o pai que não conseguiu afastar seu filho adolescente dos tóxicos o mandou a um psiquiatra. Com que resultados? O pai terminou ficando Cr$ 16.000,00 mais pobre, e o filho não mudou nem no mínimo.
O pai queria ajudar seu filho. No entanto, nem ele nem o psiquiatra tinham apreço pelo ensino da Palavra de Deus, a saber, que a disciplina firme, porém bondosa, é parte vital no exercício do amor. (Heb. 12:6-9; Pro. 23:13, 14) Por fim, ouvindo conselhos sadios, o pai mandou seu filho para fora de casa até que estivesse disposto a ir a um centro de reabilitação contra tóxicos. Mais tarde, o filho, disse ao pai: “Sabe, quando o Sr. e mamãe me puseram para fora de casa, foi então que tive certeza de que o Sr. realmente queria ajudar-me.” O filho está agora curado.
O fracasso geral dos psiquiatras em apreciar a Deus e seus ensinos quanto à moral resultou em grande dano. Como exemplo, o Press de Long Island estampava a seguinte manchete de primeira página: “Despedaçado um Bando de Sodomitas. Acusado o grupo de abusar sexualmente de jovens.” Dizia o artigo: “Quatro homens — inclusive um psiquiatra infantil internacionalmente conhecido . . . foram detidos ontem, acusados de sodomia, abusos sexuais e conspiração, envolvendo adolescentes.”
Ao passo que este talvez seja um caso isolado, os incidentes de psiquiatras terem relações sexuais com suas pacientes não são. Assim, certa mulher cristã dirigiu-se a um psiquiatra em busca de ajuda por causa de suas frustrações quanto às suas relações matrimoniais com o marido. Ele lhe disse que ela tinha três escolhas: Tentar fazer com que o marido consultasse um psiquiatra; obter o divórcio; ou ter um caso extra-marital com um “namorado”, e ofereceu-se para ser o “namorado” dela.
Daí, houve o psiquiatra que foi processado porque, conforme noticiado no Daily News de Nova Iorque: “Ele prescreveu relações sexuais com ele próprio como terapia e então cobrou os ‘tratamentos’.” Outro psiquiatra foi processado, exigindo-se US$ 1.250.000 em danos, perante a Suprema Corte do Estado de Nova Iorque, porque forçou sua paciente a ter relações sexuais com ele sob o disfarce de tratamento psiquiátrico. Com efeito, um psiquiatra escreveu um livro recomendando que os psiquiatras se tornem “sexualmente disponíveis ao paciente, mas não ‘insistentes’”. Chamou o livro The Love Treatment (Tratamento de Amor).
Dois clínicos que dirigem a principal clínica sexual dos Estados Unidos disseram que grande parte dos oitocentos pacientes que trataram admitiram ter tido relações sexuais com seus psiquiatras ou conselheiros. Ao passo que alguns destes relatos possam ser meras fantasias, quimeras ou jactâncias, um dos médicos observou: “Se apenas 25% destes relatos específicos forem corretos, ainda há sobrepujante questão que confronta os profissionais neste campo.”
É evidente que há motivo de se ter cuidado no que tange aos psiquiatras mundanos. Pois, ao passo que a pessoa pode ser ajudada, há também real possibilidade de que seja incentivada a seguir um proceder de conduta contrário aos justos princípios de Deus. Mas, mesmo se isso não acontecesse, o fracasso dos psiquiatras em geral em saber aplicar devidamente o melhor remédio para os males mentais — a qualidade divina do amor — provavelmente torne ineficaz o seu tratamento.
Significa isso que em parte alguma as pessoas podem obter a psicoterapia fidedigna, no sentido de obterem ajuda para enfrentar seus problemas e solucioná-los? Felizmente tal ajuda é possível, e, por meio dela, muitas pessoas alcançaram a saúde mental neste mundo confuso.
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O melhor meio de se recuperar a saúde mentalDespertai! — 1975 | 8 de outubro
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O melhor meio de se recuperar a saúde mental
QUANDO a doença mental assola, é motivo de grande tristeza para os atingidos. Todavia, não há necessidade de uma família sentir vergonha quando isto acontece. Em muitos casos, as afecções mentais podem surgir assim como alguma doença física, tal como a gripe ou a doença do coração. E mesmo nos casos em que não constituem fator principal as causas físicas, ainda há motivo de se ter esperança e se adotar uma atitude positiva. A questão é: Qual é a melhor coisa a fazer?
Com freqüência, uma combinação de tratamentos é o melhor. Mais importante, contudo, é que o sofredor receba ajuda de membros da família ou amigos compreensivos, que possam transmitir real esperança e encorajamento. Tais pessoas podem derivar conforto de que, como se dá com outras moléstias, as pessoas amiúde se recuperam espontaneamente da doença mental, visto que o corpo, com o tempo, ajusta-se e cura a si mesmo. E mesmo quando isto não ocorre, há muito que se pode fazer para ajudar o sofredor.
A maior necessidade de tal pessoa é ser amada. A importância disto é agora sublinhada vez após vez nas publicações médicas. Isto significa que a família e os amigos devem ser pacientes, suportando a pessoa quando agir de modo excêntrico, irresponsável, ou for desarrazoada ou, de outra maneira, difícil de lidar.
Qual é o melhor lugar em que se pode prestar esta ajuda necessária aos mentalmente enfermos? Em algum sanatório ou instituição para doentes mentais? É bem provável que não. Com efeito, um livro preparado por quatro médicos diz: “Um alvo principal é manter os pacientes fora do hospital sempre que possível. Às vezes, apenas isso já é uma vitória, porque, no caso de alguns dos nossos atuais sanatórios para doentes mentais, há probabilidade de que o paciente se sinta melhor ficando em casa.”
Em casa, o paciente está num ambiente familiar. Ele ou ela recebe as atenções das partes vitalmente interessadas. Pode-se cuidar dele, visando sua recuperação ou melhora. Mas, é necessária a educação numa escola mundana de psiquiatria para dar tal ajuda?
Necessária a Instrução Psiquiátrica?
É interessante que os próprios psiquiatras reconhecem as falhas da educação psiquiátrica. David S. Viscott, para exemplificar, declara que os certificados
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