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O que foi que aconteceu com as viagens à lua?Despertai! — 1975 | 22 de fevereiro
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se torna um absurdo nesta época. A estrela mais próxima fora de nosso sistema solar acha-se tão distante que não poderia ser alcançada no período de vida do viajante. Mesmo se pudesse, uma estrela é um sol, uma bola quente de gás incandescente que consumiria qualquer espaçonave.
Por certo, se se tivesse verificado que os vôos tripulados à lua e além dela eram muito úteis, os governos estariam correndo para chegar lá e explorar seus benefícios. Mas, isto não está acontecendo. O entusiasmo por tais aventuras já diminuiu inquestionavelmente. Assim, ao passo que as viagens à lua resultaram ser um excitamento momentâneo, a dura realidade do que está envolvido e quão pouquíssimos benefícios práticos foram derivados em comparação com seu custo, esfriou o interesse tanto do cidadão mediano como de seu governo.
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Colapso nervoso — curar ou prevenir?Despertai! — 1975 | 22 de fevereiro
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Colapso nervoso — curar ou prevenir?
O INÍCIO de 1972, tornou-se público que o Cel. Edwin Aldrin Jr., o segundo homem a pisar na lua, submetera-se a tratamento psiquiátrico. Parece que a pressão da publicidade associada ao vôo da Apolo-11 fora demasiada para ele. Disse: “A realidade é que eu estava em vias de ter o costumeiro colapsozinho nervoso estadunidense.” A condição é uma que alguns preferem descrever como “crônica exaustão nervosa”.
O papel que nossos nervos desempenham em nossos corpos deveria ser assemelhado ao papel desempenhado pelo sistema elétrico dum carro. Um carro talvez tenha todas as suas partes mecânicas em boa ordem, todavia, não conseguirá andar se algo estiver defeituoso em seu sistema elétrico. A situação é similar se nosso sistema nervoso não funciona devidamente. É por isso que os médicos diferenciam a doença orgânica, em que há algo de errado com algum órgão ou parte do corpo, e a doença emocional, em que o exame físico nada revela de errado nos órgãos.
E, se imaginássemos um carro elétrico, capaz de ser dirigido por um robô, teríamos uma ilustração ainda mais adequada — o robô correspondendo à mente, ao passo que o restante do sistema elétrico do carro poderia ser assemelhado ao restante do sistema nervoso de nosso corpo. Assim como nem o robô num o carro poderiam funcionar corretamente se houvesse pouca energia elétrica, assim também, quando há exaustão nervosa, nem a mente nem o corpo podem funcionar corretamente.
No entanto, não devemos simplificar demais o assunto. Um impulso nervoso não é uma simples corrente elétrica. Ademais, ao passo que os fios num carro servem simplesmente como condutores, no corpo humano os próprios nervos movem o impulso nervoso, assim como um estopim de pólvora leva uma centelha por alimentá-la. Sim, um impulso nervoso retém seu vigor, não importa quão longe vá, pois se regenera continuamente à medida que prossegue caminho.
Seus Sintomas
Muitos sintomas diferentes podem
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